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Tablets – A morte se aproxima?

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Tablets – Uma tecnologia que foi inovadora

Será que 2016 nos mostrará que os tablets estão morrendo?

Há 6 anos, na MWC 2010, o mundo estava super empolgado, a Apple que havia criado um novo conceito com o iPhone, lançava o iPad, seu primeiro tablet.

Por mais que na época muitos críticos dissessem que o iPad era apenas um iPhone de tamanho maior, ele trouxe jogos, livros e vídeos para a cama e o sofá das pessoas, se tornou uma segunda tela de trabalho, e em 2011, o Gartner chegou a dizer que se tornaria indispensável para a área comercial.

Tablet-IPAD

Logo em seguida, a Samsung lançou seu Galaxy Tab, e a Asus o Asus Transformer, primeiro tablet que podia ser conectado a um dock, aumentando assim a autonomia da bateria e facilitando algumas tarefas como edição de textos e planilhas.

Já no presente, após o término da MWC de 2016, uma coisa intrigante passou despercebida pela maioria das pessoas, nenhum dos maiores players do mercado lançou um novo tablet. Vimos ótimas apresentações como a da Samsung, da LG e da Apple, mas nenhuma delas tocou no assunto. E isso nos faz pensar no porquê.

Tablets – Um acessório talvez caro demais

Os tablets sempre se colocaram no meio do caminho entre um computador convencional e os celulares, estes que por sua vez a cada geração possuíam maiores telas e melhores processadores. Consumidores atentos trocavam seus iPhones 4 por aparelhos da nova geração, mas porque trocar meu iPad de 2ª geração? Graças ao seu design muito bem feito, ele ainda era um produto super atualizado para o que se propunha a fazer.

Os usuários logo descobriram que muitas vezes tinham que deixar de lado seus tablets para terminar suas tarefas em um computador convencional. E que o tablet por mais portátil que fosse ainda precisaria de um teclado bluetooth e um mouse para se tornar páreo para o bom e velho notebook.

Então veio o golpe de misericórdia

Enquanto os donos de tablets se convenciam que seus tablets ainda eram ótimos para a leitura, e a tela táctil facilita alguns trabalhos, como ver vídeos ou até mesmo desenhar, a Amazon lançava seu novo Kindle, sendo um enorme upgrade comparado ao seu antecessor e já contando com a plataforma online que a Amazon desenvolveu, os donos de livros podiam carregar suas coleções inteiras em uma tela que não agredia a visão depois de muito tempo de leitura e uma bateria que durava muito.

Tablets-Kindle

Neste momento, muita gente resolveu manter seus tablets fora das mochilas, apenas para entretenimento ou para jogar um ou outro jogo, e seguindo esta lógica, comprar um novo ficava fora de questão.

Mas a habilidade de clicar na tela sempre foi algo que queríamos, junto com uma tela de bom tamanho e quem sabe um teclado de vez em quando… então vieram os notebooks 2 em 1. A Microsoft líder no mercado corporativo, lançava seu tablet Surface, um tablet que tinha o poder de um pequeno computador, e permitia aos usuários editarem suas planilhas no Excel à vontade.

Tablets-Surface-Microsoft

Depois vieram os notebooks com telas sensíveis ao toque da Dell e HP. Hoje já é possível encontrar um bom notebook 2 em 1, pelo preço de um iPad.

Conclusão

No final, o mercado de tablets não vai morrer porque os tablets deixaram de ser úteis, mas sim porque tanto os smartphones quando os computadores evoluíram para acompanhar a necessidade do usuário. E para a indústria o problema é maior ainda, como justificar que o consumidor troque todo ano de tablet?

Talvez os tablets tenham sido apenas mais uma tecnologia que serviu de degrau para outras.

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Nerd e profissional de TI desde que se entende por gente. Gosta de cultura geek e adora escrever sobre tudo um pouco.

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