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Android é o principal alvo dos malwares para smartphones

O Android é o principal alvo dos malwares para dispositivos móveis. Como o Google pode ajudar?

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O número de malwares no mundo Android não para de crescer. Só em 2013 foram detectadas mais de 143 mil novas variações de programas maliciosos para tablets e smartphones. Para se ter uma ideia, mais de 80% dos smartphones atuais utilizam esse sistema operacional. A plataforma do Google é o principal alvo dos ataques por malwares para dispositivos móveis, com 98,05% destes direcionados a ela. A pergunta que não quer calar é: existe de fato algum antivírus eficaz? A resposta é mais complexa do que sim ou não.

A platadorma Android tem sido um alvo lucrativo desde que começou a ganhar mais popularidade entre os usuários. Em 2010, um dos primeiros incidentes de malware no Android, – foi o trojan SMS Fakeplayer que enviou diversas mensagens de texto com números premiados aos usuários, enquanto isso, o hacker criador do malware, acumulava uma pequena fortuna. Um ano depois, os usuários foram novamente atingidos por outro grande ataque, quando o DroidDream fez a sua estreia, em uma loja de app do Google, enviando aplicativos infectados pelo malware aos usuários.

Como se sabe, as alternativas de aplicações de antivírus são centenas no Google Play Store, mas somente 12 dessas empresas têm alguma penetração significativa no mercado. Entre os antivírus mais baixados estão: Avast, AVG e Norton, que se vangloriam pelas reivindicações de proteção integral contra malware, ataques de phishing, remoção de vírus, entre outras.

A chave do sucesso para qualquer antivírus

Um smartphone com sistema operacional Android infectado com software malicioso pode ter seus dados roubados, arquivos importantes deletados e outros problemas. Os antivírus devem ser capazes de detectar, isolar e eliminar malwares do sistema. A detecção é a chave para o sucesso.

O sistema Android lida com pacotes de software por sandboxing, ou seja, não permite que os aplicativos listem o conteúdo do diretório de outros aplicativos já previamente instalados, como forma de manter o sistema seguro.

Como o Google pode ajudar?

O Google poderia adotar algumas medidas, para diminuir o risco de instalação de aplicativos malwares acidentalmente. Uma delas, por exemplo, seria a verificação de malwares na nuvem (uma versão mais avançada da solução Google bouncer, que também já é um serviço que tenta eliminar a maioria dessas pragas), além de controles mais rigorosos sobre a execução de código nativo.

No fim das contas, o bom senso e o pensamento crítico são as melhores armas para evitar os softwares maliciosos. O ideal é que os usuários e administradores não dependam apenas de software antivírus para proteção contra malware!

Também é importante evitar aplicativos de terceiros, que não têm a proteção oferecida pelo serviço de verificação de apps do Google e são geralmente repletos de malwares e spywares. O antivírus com a mais alta taxa de detecção passou a ser Lookout, que com base em resultados de testes da AISEC e é um dos mais recomendados para usuários do Android.

Um exemplo de felicidade.

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