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Ciência e Tecnologia

Brasil e-mergente: estudo mostra hábitos dos internautas brasileiros

Um artigo divulgado este mês pela consultoria McKinsey & Company revelou dados interessantes sobre o estado atual do mercado brasileiro de internet e hábitos dos usuários no país.

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Um artigo divulgado este mês pela consultoria McKinsey & Company chamado “Brazil’s e-psyche: Grasping trends in an elusive market” revelou dados interessantes sobre o estado atual do mercado brasileiro de internet e hábitos dos usuários no país. São apresentadas, também, tendências como a ascensão dos smartphones (e por consequência, da banda larga móvel) e a inclusão digital de cidadãos de baixa renda. A conclusão é que brasileiros amam a internet, passam muito tempo conectados e preferem utilizar a rede para atividades interativas e  sociais.

Confira uma lista com as principais informações levantadas pela McKinsey:

– 80% dos brasileiros visitaram redes sociais nos últimos 6 meses;

– Mais da metade dos brasileiros acima de 13 anos considera o acesso à internet “fundamental” (número superior aos de China e Índia);

– Apenas 30% do território nacional é coberto pelas redes de banda-larga fixa e o ritmo de crescimento é lento. Boa parte do país deve desprezar a tecnologia fixa e passar diretamente à utilização da banda larga móvel.

– 61% dos usuários de internet vivem em residências com renda anual entre 24,000 e 100,000 Reais. 12% são de baixa renda;

– Seguindo uma tendência global, 79% dos jovens na faixa dos 18 aos 29 anos estão conectados, assim como 88% dos adolescentes. Acima de 50 anos, 31% usam a internet;

– Menos de 1 em cada 5 brasileiros possui um smartphone, mas este panorama está mudando rapidamente.

– Usuários brasileiros com acesso à internet passam o dobro do tempo online comparados aos franceses, espanhóis e britânicos. 60% desse tempo é gasto em redes sociais – principalmente o Facebook, atual líder em acessos;

– Aplicativos de redes sociais e games são os mais baixados em smartphones no Brasil. Os usuários nacionais instalam duas vezes mais games que alemães e franceses. Gamers brasileiros porém, são casuais: cada sessão dura em torno de 15 minutos e 58% dizem trocar de jogos “o tempo todo”.

Este artigo faz parte do compêndio Consumer: Life Online e pode ser obtido, na íntegra, neste link.

Já vivia na nuvem antes de ser modinha.

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