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Dica: como escolher a melhor SmartTV nesta Black Friday

Um dos melhores momentos para compra do ano está chegando, a Black Friday. Com tantos descontos (com alguns não tão verdadeiros no meio), muita gente pretende trocar alguns aparelhos, como a SmartTV. Se você está pensando em levar uma, dá uma olhada nas dicas deste artigo que vão te salvar da compra errada.

Um dos melhores momentos para compra do ano está chegando, a Black Friday. Com tantos descontos (com alguns não tão verdadeiros no meio), muita gente pretende trocar alguns aparelhos, como a SmartTV. Se você está pensando em levar uma, dá uma olhada nas dicas deste artigo que vão te salvar da compra errada.

As melhores empresas e sistemas operacionais

São quatro as maiores e melhores empresas na hora de fabricar uma SmartTV: Samsung, Sony, LG e Philips. Elas entregam as melhores experiências com preços não tão abusivos e, pensando em custo, a Sony tende a ser a mais cara de todas.

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Nos sistemas operacionais são três opções, sendo duas muito boas e uma terceira que é o conglomerado do que restou. Algumas empresas, principalmente Philips e Sony, utilizam o Android TV. Esta é a melhor escolha que você pode ter, já que a experiência fica mais próxima dos smartphones do Google e há uma imensidão de apps prontos para baixar. O segundo e tão bom quanto, só que um pouco mais limitado, é o webOS que está apenas nos aparelhos da LG. Ele é o que sobrou da extinta Palm e também entrega uma experiência muito boa.

O principal do webOS é que ele é leve e muito mais rápido em todos os sentidos (animação de transição, tempo para carregamento e outros), quando comparado com o conglomerado do que restou. Isso significa o enorme mar de aparelhos de TV mais simples e baratos, que utilizam sistemas operacionais próprios. Estes são os que contam com a menor quantidade de apps e soluções embarcadas, sendo alguns bem lentos, como é o caso da Philips.

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Android TV: apps, filmes e outros conteúdos, direto na tela inicial.

Se você está na dúvida de quais recursos estão em cada sistema operacional, separadamente, entre neste link e acompanhe um especial que fizemos no final do ano passado. Ele está bastante completo e mostra pontos negativos e positivos de cada um.

Levar 4K vale mais se a tela for grande

O 4K não é mais uma novidade tão distante das pessoas. Sim, ainda figura como os modelos mais caros e que, por consequência, conseguem mais recursos. Porém, levar uma tela com quatro vezes mais resolução do que o Full HD, que já está em ótima qualidade, vale mesmo apenas para telas maiores do que 42 polegadas.

Digo isso pois quanto maior o tamanho do display, maiores serão os pixels e subpixels. Os pixels são os menores pontos que formam uma imagem, com três (ou quatro) subpixels formando a cor. Uma dica de mestre para entender quão grandes ficam os pixels em telas maiores, é ir em uma loja física e procurar a fileira de TVs que aumenta de tamanho. Em alguns casos todas estão ligadas e tendem a ser Full HD. Aproxime-se muito e note os pequeninos quadrados que formam a figura da tela.

Cada vez que a tela aumenta, estes pequenos quadrados aumentam de tamanho e isso faz com que a nitidez da imagem acabe ficando menor. A partir de 42 polegadas, é interessante optar por uma SmartTV 4K, que trabalha com 8 milhões destes pequeninos quadrados, contra 2 milhões no Full HD. Com quatro vezes mais “quadrados”, ou pixels, esta visão de quadradinhos que formam uma imagem não ficará tão aparente da mesma distância que você olhou antes.

Fique de olho e procure por 4K de verdade

Como já falei aqui no Showmetech, há algumas telas que colocam quatro subpixels para formar a mesma imagem que se diz 4K. Este quarto subpixel é branco e ele remove 25% das cores possíveis, já que fica no meio entre os subpixels vermelho, verde e azul. A qualidade final da imagem é inferior e a resolução também perde nesta economia de subpixels – o brilho ganha, já que há um subpixel apenas para esta função.

HDR vale a pena mesmo?

Em um artigo do amigo Erico Abdala, discutimos a função do HDR em SmartTVs. Esta é uma tecnologia que começou sua jornada em câmeras fotográficas profissionais, passou pelos smartphones e está agora nas telas grandes.

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Em outras palavras, o HDR significa um maior alcance dinâmico para o contraste. Basicamente na SmartTV que conta com este recurso, as sombras ou pontos pretos serão ainda mais pretos e os locais iluminados, ainda mais destacados. A mágica acontece ao aumentar a taxa de contraste e também a precisão em reprodução de cores.

Esta tecnologia é sim importante e vale a pena na hora de investir em uma SmartTV. Infelizmente ainda é limitada aos modelos mais caros e com resolução 4K, mas vale cada centavo.

LCD, LED ou OLED?

Outro ponto que muda muito a imagem final que você verá na SmartTV, é a composição da tela. Hoje temos modelos LCD, LED e OLED, sendo que os dois primeiros são mais semelhantes. Primeiro vamos falar de LCD e LED, que são os modelos mais baratos e comuns no mercado.

A TV LED é uma SmartTV LCD que tem uma faixa de LEDs iluminando a tela, ponto final. O que muda nos LCDs para os de LED, é o tipo de lâmpada que fica na parte traseira do aparelho. Um dos pontos mais discutidos no debate entre LED/LCD e OLED é o preto. No OLED o preto é feito por pixels desligados, já que cada pixel tem sua própria fonte de luz. No LED/LCD, o preto é feito com a fita de LED ainda ligada, utilizando um filtro polarizado que desvia a luz e cria o preto. Na verdade, este preto é um cinza mais escuro possível.

Justamente por isso que as telas OLED conseguem um contraste teoricamente infinito. É o preto de verdade, um ponto sem luz qualquer e que não é o cinza mais escuro possível. A tela OLED consegue ainda maior qualidade nas cores exibidas, consumo menor de energia quando a imagem não é totalmente branca.

Com tantos pontos parece que o OLED é um vitorioso campeão e que o LED está fadado ao fracasso, certo? Calma que uma SmartTV de LED consegue dois pontos importantes: ela é muito mais barata e a vida útil da tela é quase duas vezes maior do que do OLED.

Conexões, elas são importantes

Depois de pensar em fabricante, sistema operacional, HDR, resolução de tela e material do painel, chegamos nas conexões. Pode parecer bobeira, mas este ponto é crucial para quem tem muita coisa para conectar na SmartTV. Eu, aqui em casa, utilizo a TV com o PS4 ligado, um Chromecast e o Apple TV. Só neste conjunto já são 3 portas HDMI ocupadas. Se você é assinante de algum pacote de TV paga, pode colocar mais um HDMI na lista. Já são quatro. Se quiser um bluray, ou DVD, é mais uma HDMI.

Área traseiras, com acesso às entradas e conectores.

Área traseiras, com acesso às entradas e conectores.

Quer um HD externo plugado na TV para mostrar fotos, vídeos ou filmes, precisa de uma USB. Se é como eu e utiliza o Chromecast, precisa de outra USB para alimentar o pequeno dongle. Já são duas USB ocupadas o tempo todo.

Internet, TV sem internet não tem Netflix e muito menos YouTube. É interessante encontrar algum modelo com Wi-Fi e tentar se livrar de mais um cabo conectado, o de rede.

Neste pacote, são cinco portas HDMI, duas USB e Wi-Fi ou entrada para rede. Se você não quiser trocar as entradas da SmartTV, é melhor pensar em algo com no mínimo quatro HDMI e duas USB. Infelizmente quanto mais portas HDMI e USB, mais caro fica a TV.

Ainda com dúvidas?

Se você ainda está perdido com a Black Friday, e quer fugir do famoso “metade do dobro”, é só conferir este artigo que o Pedro Cipoli. Siga as dicas dele e a Black Friday deste ano será só sucesso.

Jornalista formado, amante de tecnologia desde pequeno. Faz muito tempo que já escreve sobre tecnologia. Nintendista por paixão e entusiasta dos drones (só falta dinheiro para ter um Mavic Pro).

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