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Dos olhos ao coração: 21 imagens que nos fazem refletir sobre a existência humana no cosmos

Vejam 21 imagens que nos dão uma ideia da imensidão do universo e nos põe em perspectiva sobre quem somos e o que nos cerca.

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No dia 14 de fevereiro de 1990, após completar a primeira parte de sua missão, foi enviado um comando à sonda espacial Voyager 1 para tirar fotografias dos planetas que havia visitado. A NASA havia feito uma compilação de cerca de 60 imagens criando neste evento único um mosaico do Sistema Solar. Uma das imagens capturadas pela Voyager 1 era a da Terra, a 6,4 bilhões de quilômetros de distância, mostrando-a como um “pálido ponto azul” na granulada imagem.

O astrônomo Carl Sagan, responsável pela série de tv Cosmos, disse sobre a famosa fotografia tirada durante a missão Apollo 8, a qual mostra a Terra acima da Lua, “forçou os humanos a olharem a Terra como somente uma parte do universo”. No espírito desta realização, Sagan pediu para que a Voyager 1 tirasse uma fotografia da Terra do ponto favorável que se encontrava nos confins do Sistema Solar.

Essa foto acabou inspirando Carl Sagan a escrever o livro Pálido Ponto Azul em 1994 (confira um trecho no vídeo abaixo).

Essa relação com o Cosmos e sua imensidão continua a inspirar corações e mentes a refletir sobre nossa existência. Na sequência apresentaremos 21 imagens que nos colocam uma ideia da imensidão do universo e nos coloca em perspectiva sobre quem somos e o que nos cerca. 

1° – Esta é a Terra, onde nos encontramos neste exato momento. Ela é o terceiro planeta mais próximo do Sol, o mais denso e o quinto maior dos oito planetas do Sistema Solar. É também o maior dos quatro planetas telúricos. É por vezes designada como Mundo ou Planeta Azul. Lar de milhões de espécies de seres vivos, incluindo os humanos. A Terra é o único corpo celeste onde é conhecida a existência de vida. O planeta formou-se há 4,56 bilhões de anos e vida surgiu na sua superfície um bilhão de anos depois.

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2° – Esta é a distância, em escala, entre a Terra e a Lua. São 384.400 km nos separando. A Lua é o único satélite natural da Terra e o quinto maior do Sistema Solar. É o maior satélite natural de um planeta no sistema solar em relação ao tamanho do seu corpo primário, tendo 27% do diâmetro e 60% da densidade de nosso planeta, o que representa 1/81 da sua massa.

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3° – No espaço que existe entre a Terra e a Lua seria possível enfileirar todos TODOS os planetas do sistema solar, e feito isso, ainda sobra um pequeno espaço. O Sistema Solar compreende o conjunto constituído pelo Sol e todos os corpos celestes que estão sob seu domínio gravitacional. A estrela central, maior componente do sistema (respondendo por mais de 99,85% da massa total), gera sua energia através da fusão de hidrogênio em hélio, dois de seus principais constituintes. Os quatro planetas mais próximos do Sol (Mercúrio, Vênus, Terra e Marte) possuem em comum uma crosta sólida e rochosa, razão pela qual se classificam no grupo dos planetas telúricos, ou rochosos. Mais afastados, os quatro gigantes gasosos, Júpiter, Saturno, Urano e Netuno, são os componentes de maior massa do sistema logo após o próprio Sol. Dos cinco planetas anões, Ceres é o que se localiza mais próximo do centro do Sistema Solar, enquanto todos os outros, Plutão, Haumea, Éris e Makemake, se encontram além da órbita de Netuno.

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4° – Nessa imagem, podemos comparar o tamanho da América do Norte em relação ao gigante planeta Júpiter (A foto é uma sobreposição em escala)Júpiter é o maior planeta do Sistema Solar, tanto em diâmetro quanto em massa. Sendo o quinto planeta mais próximo do Sol, possui menos de um milésimo da massa solar, contudo tem 2,5 vezes a massa de todos os outros planetas em conjunto. É um planeta gasoso junto com Saturno, Urano e Neptuno. Estes quatro planetas são por vezes chamados de planetas jupiterianos ou planetas jovianos.

universo-45° – Esta imagem ajuda e entender o tamanho do cometa 67P/Churyumov-Gerasimenko quando comparado com a cidade americana de Los Angeles. Recentemente, a humanidade alcançou um feito impressionante. Através da sonda espacial Rosetta e seu módulo Philae, um pouso bem sucedido foi realizado na superfície deste cometa.

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6° – Agora, a comparação é feita entre os planetas do sistema solar e nossa estrela, o Sol (Ele é Responsável por 99,86% da massa do Sistema Solar, possui uma massa 332 900 vezes maior que a da Terra e um volume 1 300 000 vezes maior que o do nosso planeta).

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7° – Nessa imagem avistamos a Terra vista da Lua. Apollo 11 foi a quinta missão tripulada do Programa Apollo e a primeira a realizar uma alunagem (ou pouso na lua), no dia 20 de julho de 1969. Tripulada pelos astronautas Neil Armstrong, Edwin ‘Buzz’ Aldrin e Michael Collins, a missão cumpriu a meta proposta pelo Presidente John F. Kennedy em 25 de maio de 1961.

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8° – Agora, observada do planeta Marte. Sendo o quarto planeta a partir do Sol, o segundo menor do Sistema Solar. Batizado em homenagem ao deus romano da guerra, muitas vezes é descrito como o “Planeta Vermelho”, porque o óxido de ferro predominante em sua superfície lhe dá uma aparência avermelhada.

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9° – E de Saturno. Sexto planeta a partir do Sol e o segundo maior do Sistema Solar atrás de Júpiter. Nomeado pelo deus romano da agricultura, seu símbolo astronômico (?) representa a foice da divindade. Saturno é um planeta gasoso com um raio aproximadamente nove vezes maior que o da Terra. Apesar de ter apenas um oitavo da densidade da Terra, sua massa é 95 vezes maior que a de nosso planeta.

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10° – Aqui está a Terra observada de Netuno, a 6,4 bilhões de quilômetros de distância. Netuno é o oitavo planeta do Sistema Solar, o último a partir do Sol desde a reclassificação de Plutão para a categoria de planeta anão, em 2006. Pertencente ao grupo dos gigantes gasosos, possui um tamanho ligeiramente menor que o de Urano, mas maior massa, equivalente a 17 massas terrestres. Netuno orbita o Sol a uma distância média de 30,1 unidades astronômicas.

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11° – Nessa foto, vemos a Terra em relação ao Sol. A distância do Sol à Terra é igual a uma unidade astronômica (1 UA), que corresponde a 1,499.108 km, tal distância foi determinada em 1673. Conhecendo a distância do Sol, foi possível determinar a sua luminosidade, que é a potência que ele produz. Cada metro quadrado na Terra recebe do Sol uma potência de 1400 watts, ou seja, 1400 joules por segundo, que corresponde à potência de 14 lâmpadas de 100 watts. Por essa potência recebida na Terra, determina-se a luminosidade do Sol em 4.1026 watts, ou 4.1033 ergs/s.

Essa quantidade de energia corresponde à queima de 2.1020 galões de gasolina por minuto, mais de 10 milhões de vezes a produção anual de petróleo na Terra.

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12° – Este é o Sol visto da superfície de Marte, a 227.900.000 km de distância.

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13° – Se o tamanho parece imenso, essa é apenas uma pequena parte. Como disse Carl Sagan, “há mais estrelas no espaço do que grãos de areia em todas as praias da Terra“.

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14° – Em uma estimativa aproximada, acredita-se que existem 10 sextilhões (10 seguido de 21 zeros) de estrelas no universo observável, muitas delas são bem maiores que o nosso Sol. Uma estrela é uma grande e luminosa esfera de plasma, mantida íntegra pela gravidade. Ao fim de sua vida, uma estrela pode conter também uma proporção de matéria degenerada. Outras estrelas são visíveis da Terra durante a noite, quando não são ofuscadas pela luz do Sol ou bloqueadas por fenômenos atmosféricos. Historicamente, as estrelas mais importantes da esfera celeste foram agrupadas em constelações e asterismos, e as estrelas mais brilhantes ganharam nomes próprios.

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15° – A maior estrela conhecida até hoje é a VY Canis Majoris, seu tamanho é 1.000.000.000 vezes maior do que o nosso Sol.

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16° – Todas distâncias se tornam relativamente pequenas se pensarmos no tamanho das galáxias. Se reduzíssemos o Sol ao tamanho de um glóbulo branco e reduzir a Via Láctea usando a mesma escala, a relação entre os dois seria a mesma entre uma célula e toda área dos Estados Unidos.

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17° – Mesmo a Via Láctea sendo enorme, tudo que podemos ver é um minúsculo pedaço dela.

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18° – Nesta imagem, capturada pelo telescópio Hubble, observamos um cinturão de milhares de galáxias, cada uma contendo seus próprios planetas e milhões de estrelas.

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19° – Esta é uma das galáxias presentes na foto anterior, a UDF 423 e está a 10 bilhões de anos-luz de distância da Via Láctea.

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20° – Nosso universo é composto por milhares de buracos negros. Aqui está a comparação do tamanho de um buraco negro em relação a órbita da Terra. De acordo com a Teoria Geral da Relatividade, um buraco negro é uma região do espaço da qual nada, nem mesmo partículas que se movam na velocidade da luz, podem escapar. Este é o resultado da deformação do espaço-tempo, causada após o colapso gravitacional de uma estrela, por uma matéria astronomicamente maciça e, ao mesmo tempo, infinitamente compacta e que, logo depois, desaparecerá dando lugar ao que a Física chama de Singularidade, o coração de um buraco negro, onde o tempo para e o espaço deixa de existir.

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21° – Estas são imagens que apresentam uma pequena fração do nosso universo.

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É difícil não perder o fôlego diante de tantas informações. Por isso mesmo, vale fazer uma recapitulação.

Aqui estamos nós.

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Observem a relação das distâncias quando diminuímos gradualmente o zoom…

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Em Cosmologia, segundo a teoria do Big Bang, o universo observável é a região do espaço limitada por uma esfera, cujo centro é o observador, suficientemente pequena para que objetos possam ser observados nela, ou seja, houve tempo suficiente para que um sinal emitido pelo objeto a qualquer momento depois do Big Bang, movendo-se à velocidade da luz, tenha alcançado o observador agora.

Fonte: Tudo Interessante, Wikipedia

Jornalista, fã de cinema e curioso de todas as coisas. Sempre atento às informações, escreve sobre ciência, comportamento e as novidades do mundo tecnológico.

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