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Viagem para Marte

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É OFICIAL: O HOMEM VAI PARA MARTE

Cinquenta e cinco anos depois que o presidente Kennedy desafiou os EUA colocar um homem na Lua, o Senado americano está desafiando NASA para colocar humanos em Marte. Saiba sobre essa jornada épica.

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Viagem a Marte: um sonho da ficção científica, deve se tornar realidade.

Parece que republicanos e senadores democratas americanos estão igualmente empenhados em salvaguardar programas espaciais da dos Estados Unidos. E a humanidade pode ganhar muito com isso.

Comitê Americano do Senado para o Comércio, Ciência e Transportes aprovou uma lei bipartidária dando à NASA, a agência espacial americana, fundos na ordem de 19,5 bilhões de dólares para continuar a trabalhar em uma missão a Marte. Na iniciativa, também está incluso o suporte para a continuação do programa para enviar astronautas em foguetes privados para a Estação Espacial Internacional (ISS), a partir de solo americano, até 2018.

“Nós vimos no passado a importância da estabilidade e previsibilidade na NASA e na exploração espacial – que sempre que se tem uma mudança na administração, vimos o caos que pode ser causado pelo cancelamento de grandes programas“, afirmou o senador republicano Ted Cruz, principal patrocinador do projeto de lei. “O impacto em termos de empregos perdidos e o impacto em termos de dinheiro desperdiçado tem sido significativo [em razão deste caos].”

O Ato de Transição e Autorização da NASA de 2016 (tradução livre do termo em inglês “NASA Transition Authorization Act of 2016”) inclui um nível de autorização global de US$ 19,508 bilhões para o ano fiscal 2017, mas ainda precisa ser aprovada pelo Senado como um todo, é claro. O ato condiz com o que já foi proposto pela administração Obama.

Uma jornada épica

Uma jornada épica

O Senado não está dando dinheiro à NASA apenas por uma questão de necessidade de seguir com qualquer exploração espacial. É também um desafio, um mandato, na verdade. A lei exige que a NASA torne o Ato uma meta oficial para enviar missões tripuladas a Marte nos próximos 25 anos.

O projeto destina recursos para componentes diferentes: US$4.5 bilhões de dólares em exploração, quase US$ 5 bilhões para operações espaciais, e US$ 5,4 bilhões para a ciência. Ele também não descartar planos controversos da NASA para enviar homens à asteroides e recolher amostras até 2021. No entanto, exige-se da agência que envie regularmente relatórios ao Congresso americano, o que justifica o seu custo de US$ 1,4 bilhões.

“Cinquenta e cinco anos depois que o presidente Kennedy desafiou a nação a colocar um homem na Lua, o Senado está desafiando NASA para colocar humanos em Marte. As prioridades que temos estabelecidos para a NASA neste projeto de lei marcam o início de uma nova era de vôo espacial americano”, disse, otimista, o senador Bill Nelson, democrata sênior no painel de Comércio.

O apoio bipartidário por trás do novo projeto de lei mostra que a exploração espacial é um problema que todas as partes podem concordar é vital para o nosso crescimento da nação americana e da espécie.

Torcemos para que esse tipo de união possa ser vista também em outros países. E, por que não o Brasil?

Fonte: Futurism.

Bruno A. Martinez é advogado, bancário e criador do Showmetech. E sim, todo mundo pergunta por que ele não estudou algum curso relacionado com tecnologia.

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