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Game Review: Marvel vs. Capcom 3

Eis que finalmente chegou!! O retorno de uma das mais aclamadas séries de luta de todos os tempos, depois de 11 anos em repouso, volta com tudo para os consoles de nova geração. Esta nova batalha para salvar o mundo, entre os personagens da Capcom (produtora de jogos como Street Fighter, Final Fight, Devil May Cry, Okami e muitos outros) e os da Marvel (editora americana criadora de personagens como Homem-Aranha, Capitão América, Hulk, Thor e outros), promete ação desenfreada, gráficos alucinantes e e diversão por muitas horas. Será que, mesmo depois de uma década, o jogo têm fôlego para atrair novos jogadores – fora inovar a série?

Eis que finalmente chegou!! O retorno de uma das mais aclamadas séries de luta de todos os tempos, depois de 11 anos em repouso, volta com tudo para os consoles de nova geração. Esta nova batalha para salvar o mundo, entre os personagens da Capcom (produtora de jogos como Street Fighter, Final Fight, Devil May Cry, Okami e muitos outros) e os da Marvel (editora americana criadora de personagens como Homem-Aranha, Capitão América, Hulk, Thor e outros), promete ação desenfreada, gráficos alucinantes e e diversão por muitas horas. Será que, mesmo depois de uma década, o jogo têm fôlego para atrair novos jogadores – fora inovar a série?

A série “Crossover“, da Capcom, começou em 1996 com o lançamento de X-Men vs. Street Fighter com uma premissa ousada para a época: lutas entre duplas aonde você escolhia personagens de ambas as empresas para batalhar despretensiosamente. Com o sucesso dessa primeira investida, a Capcom achou um pote de ouro: nos próximos anos ela seria responsável pelo lançamento de outros jogos da série como Marvel vs. Street Fighter, Marvel vs. Capcom 1 e 2 e até mesmo envolvendo outras empresas (Capcom vs. SNK e, mais recentemente, para o Wii, Tatsunoko vs. Capcom). Sempre querida por público e crítica, a série ganhou novo ânimo com o re-lançamento de Marvel vs. Capcom 2 para a Playstation Network e XBOX Live e rumores se iniciaram sobre um possível retorno da série. Abril de 2010 chegou e o novo jogo foi revelado – e aqui estamos hoje, jogando-o frenéticamente.

Ao comparar o Marvel vs. Capcom 2 com o 3 já temos uma gritante diferença: os gráficos. Antes em puro 2D pixelizado, hoje temos personagens tridimensionais lutando em um plano bidimensional – o mesmo encontrado em Street Fighter 4 e em Tatsunoko vs. Capcom. Falando neste último, o MvC3 pega muito emprestado, na questão de jogabilidade, de seu irmão para o Wii: não possuímos mais 3 botões para soco e 3 botões para chute e sim um botão de ataque fraco, um médio e um forte fora um chamado como “ataque especial”. Os três básicos servem para ataques normais (se você joga com o Ryu, meia lua e qualquer um deles você lança um Hadouken, por exemplo) enquanto o ataque especial é sempre o gancho inicial para um combo aéreo – um dos principais modos de ataque deste jogo. As batalhas seguem o esquema de seu antecessor então são lutas de trio versus trio, garantindo lutas dinâmicas e complexas (dependendo do seu estilo de jogo).

Os gráficos, como já dito, seguem a linha do Street Fighter 4, mas com uma camada mais “HQ”, por assim dizer. As cores são intensas e, dependendo do andar da luta, você se perde com tanta explosão, ataque, fogo, raio, fundo especial acontecendo ao mesmo tempo – mas faz parte do jogo. O jogo possui modos de jogo bem básicos, tanto no offline quanto no online, então nenhuma novidade por aqui (só digo que os servidores, atualmente, estão meio lotados para partidas online ou seja, para lutar com aquele desconhecido do outro lado do mundo, só com um punhado de sorte). Os personagens presentes nesta edição são conhecidos da grande maioria e, diferente de outras edições, não temos nenhum combatente obscuro entre todos – os mais diferentes acabam vindo do universo Marvel, que é muito vasto, fato. Outra coisa que é fácil perceber é a ausência de repetição de estilos de personagens: antes Ciclope e Homem-de-Ferro dividiam o mesmo estilo – luta à distância, corpo a corpo mais forte e afins – e agora só temos o Homem-de-Ferro, citando um exemplo. Na primeira vez que você joga, 34 personagens estão à disposição mas, com muito pouco esforço, mais 4 secretos são liberados, totalizando 38 lutadores (para efeito de comparação, o número total de combatentes no MvC2 era 56). A Capcom promete novos personagens via download aos poucos (sendo os dois primeiros, Jill Valentine e Shuma Gorath, previstos para metade de março), ou seja, bem provável que o jogo chegue fácil aos 46 lutadores.

 

Lançado dia 15 de fevereiro de 2011, para Playstation 3 e XBox 360, o jogo ainda está dando o que falar (admito que eu estava bastante ansioso com a chegada da minha cópia) e bem provável que vire um daqueles games que todo mundo continua jogando – meio que um Mario Kart, mas em outra categoria. Divertido, ágil, despretensioso e viciante são algumas poucas palavras que podem descrever este sucesso da Capcom! A série Crossover já tem previsão de um novo lançamento para 2012, Street Fighter vs. Tekken, ou seja, temos mais um bom tempo para aproveitar este jogo. Algum contra? Calos nos dedos.

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