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Game Review: Michael Jackson – The Experience

Desde a morte do rei do pop, em junho de 2009, muitos produtos licenciados sob a batuta “Michael Jackson” foram lançados: desde remasterizações dos seus álbuns até um documentário, livros, álbum de figurinhas e até chicletes! Dentro destes produtos óbvio que um jogo de video game não poderia faltar. Produzido e idealizado pela Ubisoft Montreal, o jogo promete horas de diversão descompromissada dentro do universo do cantor. A pergunta que fica é: será que cumpre o que diz?

Desde a morte do rei do pop, em junho de 2009, muitos produtos licenciados sob a batuta “Michael Jackson” foram lançados: desde remasterizações dos seus álbuns até um documentário, livros, álbum de figurinhas e até chicletes! Dentro destes produtos óbvio que um jogo de video game não poderia faltar. Produzido e idealizado pela Ubisoft Montreal, o jogo promete horas de diversão descompromissada dentro do universo do cantor. A pergunta que fica é: será que cumpre o que diz?

Antes de mais nada é bom já introduzir um fato histórico: este não é o primeiro jogo do cantor lançado para consoles. O jogo “Moonwalker” foi lançado em 1990 para arcades, Mega Drive, Master System e Sega Genesis e foi produzido pela Sega. Completamente diferente do jogo desenvolvido pela Ubisoft, o “Moonwalker” é baseado no filme homônimo do artista, lançado em 1988 enquanto o jogo da Ubisoft é um divertido jogo de dança para múltiplos jogadores.

Lançado em 23 de novembro de 2010 para Wii, PSP e Nintendo DS, neste review abordarei a versão para o console de mesa da Nintendo. Uma coisa que é bom deixar claro é que assim como “The Beatles: Rock Band” está para o “Rock Band”, o “Michael Jackson: The Experience” está para o “Just Dance” ou seja, se trata de uma versão especial de uma série com uma mecânica já consagrada. Para quem não conhece, eu explico: a tela da sua televisão mostra movimentos a serem imitados (como uma aula de aeróbica, por assim dizer) e, com apenas o Wiimote em sua mão, você deve repetir os movimentos com um timing perfeito. Simples e de uma facilidade extrema de se jogar. Você pode seguir os movimentos a serem feitos tanto pelos dançarinos presentes quanto pelo mostrador nas barras laterais da tela. O diferencial deste jogo para o “Just Dance” é a escolha de como dançar. Você pode tanto assumir o papel do Michael como o dos dançarinos, quando presentes, que na maioria das vezes possuem uma coreografia diferenciada e, normalmente, mais fácil que a do rei do pop.

O essencial do jogo é o timing. Ele é o seu maior aliado e, na maioria da vezes, seu maior inimigo. Cada movimento a ser feito possui uma pose específica que determina seu seu movimento foi perfeito ou péssimo e, nesse esquema, a pontuação é feita. Muitas vezes você se irrita com esse sistema, fato! Uma pose que você sabe que fez, um movimento perfeitamente realizado e nenhum ponto dado. Minha dica é: quando jogar, toda vez que for finalizar um movimento, faça um movimento com o pulso, “mostrando” ao jogo que seu movimento foi realizado.

A evolução do jogo, para os mais entusiastas, também deixa a desejar – e muito. Por ser um jogo voltado para um público casual, que não passa horas na frente da TV jogando, todas as 27 músicas presentes no jogo já estão liberadas desde o início. O que pode dar uma sobrevida ao jogo, neste sentido, é o fato que ao dançar cada vez mais e mais músicas você vai liberando vídeos de treinamento (o que, na minha opinião pessoal, é algo bem desnecessário – se você vai treinar o jogo, você o faz antes de começar a jogar e não depois, certo?). No fim das contas o que mais vale é o modo multiplayer. Este jogo foi pensado para se jogar em grupo (e no Wii até 4 pessoas podem se juntar para jogá-lo) e garante, fato comprovado por mim, muitas horas de suadeira e diversão.

Com uma seleção musical divertidíssima e competente, pensado para entreter todo mundo, de fácil jogabilidade e com gráficos que cumprem o seu papel, “Michael Jackson: The Experience” não deixa a desejar. Lançado, atualmente, apenas para o Wii e portáteis, o jogo chega ao XBox 360 e ao Playstation 3 ainda este semestre – com suporte ao Kinect e ao Playstation Move, sucessivamente – e é fato que também vai garantir horas de diversão.

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