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Guia: como escolher um smartphone básico

Afinal, como escolher um smartphone básico? Qual é o mínimo que ele deve oferecer para não atrapalhar a experiência de uso

Afinal, como escolher um smartphone Android básico? Qual é o mínimo que ele deve oferecer para não atrapalhar a experiência de uso? Se por um lado eles são boas opções para quem não quer gastar muito, por outro devem cumprir uma exigência mínima de recursos. Separamos os itens que você deve ficar atento na hora de comprar um, considerando os modelos desde última trimestre do ano. É uma lista resumida, mas serve como um excelente ponto de partida.

Processador

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Chips dual-core praticamente entraram em extinção.

Aqui não tem como escapar: um SoC quad-core é o mínimo. Ainda que modelos com chips dual-core sejam até comuns atualmente, é bom evitá-los. O motivo? Eles podem até render bem nas primeira semanas, mas são incapazes de oferecer uma boa experiência de uso no médio e longo prazo. Não importa muito qual é o fabricante, aliás. Pode ser da MediaTek, Qualcomm ou Samsung, desde que seja quad-core.

Memória RAM

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1 GB já não é mais suficiente nas versões atuais do Android.

Há poucos anos, mesmo os modelos avançados traziam 1 GB de memória RAM. Atualmente, considerando as novas versões do Android, é difícil encontrar um modelo que rode liso somente com isso. Modelos como o LG K10, por exemplo, trazem um chip octa-core, mas não correspondem em desempenho exatamente por trazer apenas 1 GB de memória RAM.

Alguns modelos trazem 1,5 GB, o que já ajuda bastante. Mas foque em modelos que tragam pelos menos 2 GB, o que já se tornou comum em modelos mais acessíveis. O motivo é o mesmo do item anterior. Nas primeiras semanas o aparelho se comportará até muito bem, mas será incapaz de continuar rendendo após isso.

Memória interna

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Optar por um modelo com apenas 8 GB de memória interna é ter a certeza de problemas no médio prazo.

Em 2015, a ASUS fez uma campanha interessante: “8 GB não dá mais“. Isso independentemente do suporte à cartões micro SD. Modelos com 8 GB, quando muito, disponibilizam apenas 5 GB para o usuário. Depois de pouco tempo, a memória interna começa a encher, o que obriga o usuário a priorizar seus apps. Modelos com 16 GB já são mais “resistentes ao futuro”, nesse sentido, e optar por eles poupa muita dor de cabeça no médio e longo prazo.

Câmeras

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Mesmo os modelos mais básicos já trazem câmeras de 8 megapixels.

Atualmente, é bastante raro encontrar um smartphone que não traga uma câmera traseira de pelo menos 5 megapixels, ainda que o ideal sejam 8 megapixels. Já é o suficiente para tirar fotos básicas, além de suportar vídeos em Full HD. Menos do que isso é quase impensável nos dias de hoje, mesmo para o segmento básico. Já a câmera frontal deve ter pelo menos 2 megapixels, ainda que o ideal seja pelo menso 5 megapixels, o suficiente para tirar selfies de qualidade.

Outras características

Modelos de 2016 já trazem 4G LTE por padrão, assim como baterias de pelo menos 2000 mAh. Considerando que as telas não trazem resoluções tão altas e os chips são mais econômicos, já é uma capacidade suficiente para aguentar um dia inteiro com certa facilidade. Outro quesito garantido é a conectividade. Wifi, Bluetooth e rádio FM são praticamente garantidos. É possível até encontrar telas 720p IPS com certa facilidade.

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O Xiaomi Redmi 2, em 2015, provou que é possível ter uma tela 720p IPS em um modelo acessível.

Montamos a nossa lista com base nos modelos à venda no Brasil nos últimos meses. Um modelo básico atual consegue ser mais rápido do que um top de linha de 2012/2013 com certa facilidade. Muito disso se deve à rápida evolução do mercado de smartphones. Ainda assim, alguns fabricantes ainda insistem em vender modelos ruins, muitas vezes com preços que nem chegam a ser interessantes.

Exatamente por isso é importante sabe como diferenciar um modelo básico de outro de baixo custo. Nos próximos dias, publicaremos um guia de como escolher um smartphone intermediário. Em seguida, um modelo avançado. E, claro, iremos atualizá-los conforme o tempo passa, já que trata-se de um mercado que evolui com extrema rapidez.

Apaixonado por livros e ávido devorador de conteúdo, passa um bom tempo separando o que é informação e o que é ruído.

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