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Guia: o que evitar na hora de comprar um smartphone

Guia: o que evitar na hora de comprar um smartphone

Smartphones no Brasil nunca foram baratos, e ultimamente eles estão ainda mais caros. Então, na hora de escolher um nodo modelo, todo cuidado é pouco.

Smartphones no Brasil nunca foram baratos, e ultimamente eles estão ainda mais caros. Então, na hora de escolher um nodo modelo, todo cuidado é pouco. Já produzimos um guia de smartphones básicos com algumas dicas. Afinal, não é porque queremos economizar que o aparelho pode ser de baixa qualidade.

Ainda vamos fazer o mesmo com modelos intermediários e avançados, mas a proposta aqui é diferente: focar em seis características que você deve evitar a todo custo.

Sistema desatualizado

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Em pleno 2016, muitos fabricantes ainda usam a desculpa (esdrúxula) de que falta configuração para usar uma versão mais recente do sistema. E, claro, sem a menor perspectiva de uma atualização futura. Não importa se se trata de um modelo básico: poucos meses depois do anúncio de uma nova versão do Android, usá-la é regra. Ponto final.

Em primeiro lugar, se a configuração não aguenta uma versão mais atual do Android, não deveria ser anunciada. A impressão que fica é que o aparelho já foi pensando logo de início para ser ruim. Em segundo, há excelentes chips básicos, de forma que escolher um ruim é algo proposital. Em terceiro lugar, bom, é uma falta de respeito com o consumidor.

Modelos superfaturados

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Sim, os impostos são altos. Sim, existe custo Brasil. E sim, empresas cobram caro demais por certos modelos. Virou algo corriqueiro em nosso país: um smartphone é anunciado com o preço lá em cima e, meses depois, ele chega quase a custar a metade. Consumidores sabem disso, mas as empresas também.

Fabricantes sabem que uma parcela dos consumidores só comprará seus modelos quando ele chegar em patamares realísticos. Então o que acontece é: elas aumentam ainda mais o preço de lançamento para fisgar os mais apressados. Mesmo que ela tenha que diminuir o preço depois, pouco importa, já que é lucrou (e muito) em cima dos primeiros clientes.

O valor do dólar sobe, o preço sobe. O dólar abaixa, o preço…abaixa? Não, continua alto. Enquanto consumidores se apressarem para comprar modelos caros no lançamento, fabricantes não terão nenhum incentivo para trabalhar com preços mais razoáveis. Basta evitar modelos superfaturados no lançamento para começar a mudar esse cenário.

Baterias pequenas

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Atualmente, é raro ver smartphones com baterias menores do que 2000 mAh. Porém, alguns fabricantes insistem em economizar nesse quesito, não importa o segmento. Evite modelos com baterias pequenas ao máximo, já que comprar um modelo que não mal consegue ficar um dia fora da tomada logo de cara é uma receita para ter dor de cabeça.

Mais do que isso, é ter a certeza de que ele durará menos. Menos baterias: mais recargas. Mais recargas: ciclos são utilizados rapidamente. Depois de um certo tempo, duas recargas por dia passará a ser o menor dos problemas, transformando o usuário em um caçador profissional de tomadas.

Pouca memória interna

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Até pouco tempo, era bastante comum vermos modelos com 8 GB de memória interna, caso do Redmi 2, por exemplo. Hoje, porém, isso é inaceitável, independentemente de suportar cartão micro SD ou não. 16 GB é o mínimo e ponto final, já que modelos com 8 GB deixam apenas 5 GB de espaço para o usuário. Quando muito. Mesmo que o modelo seja barato, acreditem, em pouco tempo você precisará trocar de smartphone. Ou mesmo ter que desinstalar certos apps para ter algum espaço sobrando.

3G

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O 4G chegou ao Brasil oficialmente em 2013, o que pode parecer pouco tempo, mas não é. Em termos de tecnologia é um tempo considerável. Basta lembrar que o iPhone ainda nem completou 10 anos. A diferença de preço de um plano 4G para outro 3G é irrisória. Aliás, até inexistente, já que as operadoras do Brasil nem diferenciam um do outro. Isso por uma velocidade e estabilidade de conexão muito maior. Novamente, não importa se o modelo é básico ou não: suportar 4G é regra.

Telas sub-HD

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O Galaxy S3 surpreendeu o mercado com a altíssima qualidade de tela, sendo um dos primeiros modelos do mundo a trazer o 720p. Quatro anos depois – lembrem-se da velocidade da inovação tecnológica – qualquer modelo vem com pelo menos essa resolução. Desenvolvedores de apps, aliás, sabem que as resoluções de tela aumentaram, e otimizam seus aplicativos de acordo. Com o barateamento das telas, não há a menor justificativa para comprar um modelo que não tenha, pelo menos, uma tela HD.

Conclusão

Smartphones no Brasil estão mais caros, mas a verdade é que eles nunca foram baratos. Então, já que eles custam caro, devem corresponder em recursos, o que muitas vezes não acontece na prática. Alguns fabricantes insistem em lançar modelos ruins com a desculpa de torná-lo mais acessível. Mas, bom, eles continuam sendo proporcionalmente caros.

Os seis itens acima passam muitas vezes despercebido. Algo como “esse modelos tem 8 GB de memória interna, mas seu preço é interessante…”. Mas economizar com uma falta de recurso pode ser um mal negócio, já que provavelmente você acabará trocando de modelo em um prazo menor. Conte para nós: qual é a principal característica de um aparelho que você evita a todo custo? Diga para nós nos comentários!

Apaixonado por livros e ávido devorador de conteúdo, passa um bom tempo separando o que é informação e o que é ruído.

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