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Crânio impresso em 3D

Ciência e Tecnologia

Homem tem 75% do crânio substituído por um implante impresso em 3D

Veja como as impressões em 3D podem ajudar na Medicina.

Já pensou em perder mais da metade do seu crânio? E que ele pudesse ser refeito? Foi isso que aconteceu nos EUA, com um homem não-identificado.

Após perder parte dos ossos da cabeça, o indivíduo teve o crânio digitalizado por um scanner 3D e, posteriormente,  uma prótese que atendesse às suas características foi fabricada especialmente para ele com uma impressora 3D médica. A tecnologia recebeu aprovação do FDA (Food and Drug Administration) no dia 18 de fevereiro de 2013, e agora está pronta para ser aplicada em larga escala.

Crânio impresso em 3D

 

As partes da cabeça foram feitas em polytherketoneketone (PEKK), um material que ajuda o crescimento de tecido e de um osso novo. O PEKK é um polímero de alto desempenho biomédico que pode ser vendido na forma bruta ou semi-acabado e começou a ser utilizado na medicina em 2006. É muito semelhante ao osso e não interfere nos Raios-X.

A OPM (Performance Materials Oxford) acredita que mais de 500 pessoas poderiam tirar proveito dessa tecnologia a cada mês, com substituição de outras áreas danificadas do corpo pelos novos materiais. A empresa diz que pode produzir uma prótese pronta para implantação dentro apenas de semanas após a digitalização.

Fonte: Engenharia é

Estudante, 17 anos.

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