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Ciência e Tecnologia

Economia do Futuro para as Cidades: Finanças

Conheça as ideias da Economia do Futuro para as Cidades no campo das Finanças.

Não há como pensar em novos caminhos, sem que seja repensada a base de distribuição das riquezas. Esta é de longe a questão mais complexa e polêmica dessa nova realidade, mas algumas dessas ideias indicam que apesar de tantos entraves, ideias simples podem gerar grandes mudanças. Conheça as ideias da Economia do Futuro para as Cidades no campo das Finanças.

Finanças

O dinheiro é um recurso que pode circular sem barreiras geográficas e com grande velocidade. Pensando nisso, em um mundo distribuído, sistema monetário é o que, potencialmente, deve mudar de forma mais radical.

  • Kickstarter: Crowdfunding é a obtenção de capital para iniciativas de interesse coletivo através da agregação de múltiplas fontes de financiamento, em geral pessoas físicas interessadas na iniciativa. O Kickstarter hoje, é a maior plataforma do tipo no mundo, e já teve projetos financiados em dezenas de milhões de dólares. No Brasil, o Catarse e o Benfeitoria são exemplos de plataformas com a mesma lógica.
  • Kiva: Não é só o Grameen Bank que pode fazer microcrédito não. O Kiva permite que qualquer pessoa empreste dinheiro a pequenos empreendedores em países em desenvolvimento. Quem investe sabe exatamente a quem está ajudando e como o dinheiro está sendo usado. Para quem pensa que é um investimento de risco, fica a surpresa: a taxa de inadimplência é de apenas 1.2% (no Brasil, a média para empréstimos bancários supera 6.5%).
  • Zopa: Se você não sabe para quem o banco empresta seu dinheiro, que tal emprestar você mesmo? Ou quem sabe não é você que precisa de dinheiro emprestado? Plataformas de peer-to-peer lending, como o Zopa, conectam credores e devedores, pulando o intermediário bancário. Quem empresta define critérios e taxas. Para quem duvida que funciona: as taxas médias de juros são menores para quem empresta e maiores para quem poupa. Além disso, a inadimplência é inferior a 2%.
  • Patreon: Essa plataforma que permite que criadores e artistas sejam financiados de forma recorrente por pessoas que admiram seus trabalhos. A lógica é a mesma do financiamento coletivo, mas com a característica da recorrência. Eu posso escolher, por exemplo, pagar U$1,00 cada vez que minha banda favorita publicar um vídeo no Youtube, ou liberar uma música para download.
  • Bitcoins: A grande sacada das moedas digitais open source como o bitcoin é que elas são distribuídas: não há monopólio na sua criação. Qualquer um pode gerar bitcoins: basta emprestar sua capacidade de processamento para o protocolo que autentica as transações. É a isso que chamam de mineração. Outra coisa disruptiva é a transparência: todas as transações são públicas e rastreáveis.

Jornalista, fã de cinema e curioso de todas as coisas. Sempre atento às informações, escreve sobre ciência, comportamento e as novidades do mundo tecnológico.

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