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Agência Reguladora americana trava guerra contra a Banda Larga Limitada

O FCC, órgão regulador norte-americano sinalizou estar em guerra contra a franquia em internet fixa, no caso da fusão da Charter com Time Warner Cable

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Falta apenas a aprovação dos órgãos reguladores dos Estados Unidos para a empresa americana de telecomunicações Charter Communications concluir a aquisição da Time Warner Cable por US$78 bilhões de dólares. A Charter anunciou nesta terça-feira, 26, o acordo de compra, que transformará a empresa no maior conglomerado de TV a cabo dos EUA.

Outra empresa adquirida recentemente pela Charter, a Bright House Networks se unirá às outras, e assim ela terá 19,4 milhões de assinantes de internet banda larga nas mãos e isso preocupa não só os consumidores, como o FCC (Comissão Federal de Comunicações), que em outras palavras seria a Anatel norte-americana.

Após a fusão, a Charter vai se transformar na segunda maior operadora de TV a cabo do país com 17,3 milhões de assinantes, ficando atrás apenas Comcast Corp., que se tornou a maior do país ao adquirir a NBC Universal em 2013.

não à franquia em internet fixa

O que preocupa os usuários é a famigerada franquia de dados em internet fixa, que é claramente uma invenção das operadoras que vendem TV por assinatura e estão vendo seus clientes em uma migração em massa para serviços de streaming como Netflix, Hulu, Crackle e Crunchyroll que usam puramente a internet para transmitir seu conteúdo.

Para garantir que a fusão não venha a ferir os direitos dos consumidores, a FCC analisou os contratos e já proibiu a empresa de colocar qualquer tipo de limitação na internet banda larga dos seus cliente, e as condições deverão ser cumpridas por pelo menos sete anos.

A empresa será proibida de cobrar pelo serviço de banda larga dos usuários com base quanto eles usam, situação parecidíssima com a que vem acontecendo no Brasil, que segue uma “tendencia mundial” imaginária maligna, e onde nosso órgão regulador se posicionou à favor das empresas.

Além disso, ela terá que oferecer internet de alta velocidade para mais dois milhões de residências e metade dessas conexões devem estar concorrendo diretamente com outro provedor de internet de alta velocidade.

Você entendeu bem? Por mais que órgãos públicos não funcionem como deveriam, alguns dão exemplos em determinadas (e poucas) situações. A empresa será proibida de colocar franquias na internet de seus clientes e ainda deverá expandir sua rede de internet de alta velocidade.

Vê se aprende Anatel…

Fonte: Verge,  Variety

Desenvolvedor web, técnico em eletrônica, geek desde criança, nerd e gamer caixista, ama Halo e Gears of War mas está esperando a SEGA lançar outro console porque é fã de Sonic. Entusiasta de tecnologia em geral, ama robôs e PC gaming.

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