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Viajante brasileiro escreve livro com celular

Com apenas R$ 100 para se manter por dia e um celular como ferramenta de trabalho, um brasileiro resolveu viajar pelo mundo – durante seis meses – para escrever um romance. A trama que será contada em meio ano, porém, não deve demorar o mesmo tempo para ser lida. Isso porque o publicitário e autor da obra, Fernando Palacios, divulgará cada capítulo conforme eles forem escritos, pela internet. O primeiro deles pode ser acessado, a partir deste domingo, pelo site.

Com apenas R$ 100 para se manter por dia e um celular como ferramenta de trabalho, um brasileiro resolveu viajar pelo mundo – durante seis meses – para escrever um romance. A trama que será contada em meio ano, porém, não deve demorar o mesmo tempo para ser lida. Isso porque o publicitário e autor da obra, Fernando Palacios, divulgará cada capítulo conforme eles forem escritos, pela internet. O primeiro deles pode ser acessado, a partir deste domingo, pelo site

No roteiro da viagem estão monumentos importantes, como o Big Ben, a Torre Eiffel e o Templo de Luxor. Eles servirão de inspiração para a criação e, além disso, têm ligação direta com a história: um multibilionário que pretende aplicar todo o seu dinheiro para edificar a próxima Maravilha do Mundo, apesar de ainda não saber qual. Ele, então, confia a um escritor sair pelo mundo em busca de inspiração.

“Durante a primeira semana dessa expedição, já passei por Frankfurt, que estava em ebulição com manifestação pública do Blockupy, uma vertente mais radical do movimento Occupy que começou em Wall Street, além da expectativa para a final da Champions League. Agora estou em Londres, vendo como a cidade se prepara para os Jogos Olímpicos”, afirmou o empresário Fernando Palacios, de 31 anos, que largou tudo para realizar a expedição. 

Segundo as expectativas do autor, ao concluir seis meses de viagem, serão 18 lugares visitados, mais de 200 páginas escritas e 450 mil caracteres teclados via celular, o que equivale a 3.200 mensagens de SMS. As experiências e relatos podem ser acessados pela página do Facebook do projeto. 

Para quem acredita que é difícil escrever tanto via smartphone, o publicitário explica que, para ele, esta é uma forma mais simples para as ideias aparecerem. “Escrevo pelo celular já faz algum tempo. Houve uma época em que enviava mais de cem mensagens de texto por dia. Aí comecei a pegar a mania de escrever e- mails pelo celular. Finalmente comecei a escrever projetos. Foi aí que percebi que a tela do celular não me intimidava tanto quanto uma folha em branco”, disse. 

Expectativas

Além de manter uma nova forma de relação entre autor e público – mais direta e interativa – Palacios espera publicar, ao final da aventura, uma versão eletrônica do livro completo com os últimos cinco capítulos (eles não serão disponibilizados pela internet). 

“O esperado é que o retorno seja suficiente para permitir a continuidade do formato de escrever enquanto viajo. Dependendo dos resultados do projeto, devo fazer a continuação da saga nos mesmos moldes em 2013. Além disso, vou ter material para desdobrar outras obras. Mais do que um livro, a ideia é fazer dessa experiência um grande projeto transmídia”, explicou.

Bárbara Forte [email protected]

notícias importantes sobre tecnologia publicadas pelo portal de internet do Grupo Bandeirantes.

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