Os 10 melhores games de 2020. Os melhores games de 2020 incluem aventuras pelo submundo dos mortos, lutas samurais e brincar na sua própria ilha tropical

Os 10 melhores games de 2020

Avatar of luís antônio costa
Os melhores games de 2020 incluem aventuras pelo submundo dos mortos, lutas samurais e brincar na sua própria ilha tropical

2020 não foi um ano fácil para ninguém com a pandemia do novo coronavírus. Porém, mesmo passando por diversos problemas econômicos, trabalhistas e até de disponibilidade de estoque, a indústria de games ainda assim nos presentou com alguns dos melhores títulos dos últimos tempos. Neste artigo listamos os melhores games lançados em 2020 em que exploramos os detalhes sobre as obras e os motivos pelos quais eles merecem ser lembrados por nos fazer esquecer, pelo menos enquanto estávamos entretidos nas jogatinas, que o mundo estava uma verdadeira loucura.

Os melhores games de 2020

Se você gosta de games de ação, estratégia, simulação, RPGs, JRPGs ou qualquer outro gênero do mundo do entretenimento eletrônico, não se preocupe! Os 10 melhores games de 2020 que selecionamos tem tudo isso e muito mais.

The Last of Us – Parte 2

Muitos eram aqueles que se questionavam se uma continuação do sucesso de 2013, The Last of Us, poderia ser tão impactante e tão marcante na história dos videogames. A história de Joel, um sobrevivente de um fungo que transforma as pessoas em zumbis e deixou a civilização em ruínas, tem que levar a jovem Ellie em uma jornada atravessando os Estados Unidos, pois ela pode ser a única chance de encontrar uma cura para a humanidade. A trama não era novidade no gênero de zumbis mas a combinação de personagens bem construídos, com um roteiro escrito com cuidado e uma gameplay refinada transformaram esse game em uma obra de arte no mundo do entretenimento eletrônico.

Eis que 7 anos depois chega a segunda parte dessa saga oferecendo mais história, novos personagens e uma gameplay aprimorada. The Last of Us – Parte II é melhor que seu antecessor em todos os sentidos. Deixando a pandemia zumbi como um pano de fundo, o segundo game foca ainda mais nas histórias dos personagens e em como sobreviver em um mundo tomado pela falta de esperança. A experiência de descobrir até onde a jornada de vingança de Ellie irá levar a jovem é algo marcante e inesquecível. De forma muito merecida, o game foi eleito pelo The Game Awards, o “Jogo do Ano” de 2020.

Ellie em the last of us - parte 2, um dos melhores games de 2020
Junte-se a Ellie em uma história densa com jogabilidade refinada em The Last of Us – Parte 2, um dos melhores games de 2020

Disponível: PlayStation 4 (R$139,95)

Hades

A Supergiant Games é um grupo de desenvolvedores de jogos indie que fez parte da “alvorada dos indies”, quando jogos independentes começaram a fazer um sucesso gigantesco no mundo dos games como Super Meat Boy, FEZ e, a primeira produção desse time, Bastion. Focado sempre em games no estilo RPG, agora a Supergiant adentra no universo dos rogue-like, um um subgênero de jogos RPG, caracterizado pela geração de níveis aleatórios de forma procedural com morte permanente.

Junte esse estilo de jogabilidade a um estilo artístico único, uma história envolvente com personagens da mitologia grega e ação ininterrupta que oferece um alto fator de replay, e você tem apenas um dos melhores jogos indie dos últimos tempos. O jogador entra na pele de Zagreus, o filho rebelde de Hades, o senhor do submundo, que deseja fugir de sua casa subterrânea e precisa enfrentar diversas criaturas sinistras utilizando armas diferentes e poderes únicos que são diferentes a cada tentativa de fuga do semi-deus.

Disponível: PC, Steam (R$37,99) e Nintendo Switch (R$68,65)

Doom Eternal

Quando qualquer jogador pensa em games de tiros é quase impossível não lembrar de Doom. O game original de 1993 definiu para sempre o gênero de FPS com um jogabilidade simples mas que oferecia uma ação frenética. O jogo teve várias continuações, mas nenhuma conseguiu capturar a mágica do título original. Porém, quando a Bethesda comprou a antiga desenvolvedora da franquia, a Id Software, os fãs de ação foram presenteados por um reboot do game original em 2016. Com gráficos impressionantes, uma gameplay arrojada (e sangrenta) e uma trilha sonora incrível, Doom parecia ter saído direto do inferno.

Mas seria possível que uma continuação ficasse tão boa quanto o reboot? Doom Eternal mostrou que sim. Com mais ação, mais execuções sangrentas, mais monstros infernais e mais metal na veia com uma trilha sonora de arrebentar, o game elevou a qualidade de Doom a outro patamar. Além da dose extra de tiros e destruição, Doom Eternal também contou com um sistema elaborado de aprimoramentos para o personagem e seu equipamento que permitem ao jogador matar os demônios das formas mais grotescas e alucinantes que você possa imaginar.

Disponível: PC, Steam (R$65,67), Xbox One/Series S/X (incluído no GamePass), PlayStation 4 (R$82,16) e Nintendo Switch (R$299,00)

Ghost of Tsushima

Quem não gosta de samurais? Afinal de contas, eles são os guerreiros mais famosos do período feudal do Japão. E talvez o game que melhor os tenha representado até hoje foi Ghost de Tsushima, da Sucker Punch Studios (mesma desenvolvedora da série Infamous). Com uma premiada direção de arte, o título conta a história do samurai Jin Sakai que precisa derrotar o terrível Gengis Khan, líder do exército mongol, que invadiu e oprime sua terra natal, a ilha de Tsushima.

O game combina elementos de RPG, aventura e ação com visuais belíssimos que conseguem criar uma experiência quase realista de como teria sido a vida de um guerreiro samurai no passado. Além de aprimorar suas habilidades e tornar a lâmina de sua espada katana ainda mais afiada, Jin também precisa trazer a esperança de volta para o povo de Tsushima para que assim, juntos eles possam se unir para expulsar os mongóis de uma vez por todas.

Disponível: PlayStation 4 (R$200,93)

Animal Crossing: New Horizons

Animal Crossing é uma franquia que começou com uma proposta simples que se mantém até hoje em seus games: se divertir com seus vizinhos no dia-a-dia, seja numa ilha ou num vilarejo. Animal Crossing: New Horizons tem tudo isso e muito mais. O jogo tem um carisma e simplicidade únicos, e o momento em que foi lançado (no auge da pandemia do novo coronavírus no final de março), foi capaz de proporcionar uma experiência divertida e relaxante para muitos jogadores que estavam isolados em suas casas e precisavam de alguma “válvula de escape” no seu cotidiano.

Animal Crossing: New Horizons permite ao jogador moldar e construir uma vida em uma ilha tropical junto de seus vizinhos simpáticos e também curtir essa aventura com outros jogadores visitando suas ilhas ou convidando-os para conhecer seu cantinho do Paraíso. Com atividades e objetivos diários para cumprir (além de ficar de olho no aniversário dos moradores de sua ilha) não faltam motivos para sempre dar uma conferida na vida digital de seu personagem. Além de uma comunidade amigável de jogadores, o game conta com eventos sazonais e atualizações periódicas que trazem novos conteúdos para esse mundinho fofo que cabe nas suas mãos.

Disponível: Nintendo Switch (R$250,79)

Ori and the Will of Wisps

Ori and the Blind Forest, de 2015, é considerado um dos jogos indie mais bonitos de todos os tempos. Além da alta qualidade gráfica, o game tinha uma história envolvente e uma jogabilidade ao estilo metroidvania (com exploração de cenários e upgrades de poderes e habilidades) que conquistou muitos jogadores e cativou a crítica especializada. 5 anos depois, Ori and the Will of Wisps é uma continuação que traz de volta toda a mágica do primeiro jogo e muitos elementos novos.

Os jogadores assumem novamente o controle de Ori, um espírito guardião branco. Para progredir no jogo, prepare-se para explorar cada canto de uma gigantesca floresta e resolver diversos quebra-cabeças. Diferente do primeiro game, Ori and the Will of the Wisps utiliza salvamentos automáticos em vez de em links de alma colocados manualmente, e o sistema de atualização de poderes lembra muito aquele que foi utilizado por outro jogo indie de sucesso, Hollow Knight.

Disponível: PC, Steam (R$64,50), Xbox One/Series S/X (incluído no GamePass) e Nintendo Switch (R$130,23)

Half-Life Alyx

Pergunte a um jogador qual é o game mais esperado de todos os tempos e, certamente, a grande maioria irá lhe responder: Half-Life 3. A continuação do jogo de sucesso de 2004 é aguardada há quase duas décadas e não são poucos os rumores que esse título estaria em produção. Não se tratando bem de um sucessor, mas sim de uma prequel do segundo game da série, Half-Life Alyx é um título que utiliza Realidade Virtual para deixar o jogador imerso no universo fantástico de ficção-científica criado pela Valve.

O jogo acontece antes do retorno do físico mais casca-grossa do mundo games, Gordon Freeman, em Half-Life 2. Os jogadores controlam a aliada de Freeman, Alyx Vance, enquanto ela e seu pai Eli Vance lutam contra Combine, um império alienígena que conquistou a Terra. Os jogadores usam VR para obter suprimentos, usar a interface, jogar objetos e entrar em combate. Como a arma gravitacional de Half-Life 2, as luvas gravitacionais permitem que os jogadores manipulem a gravidade. Se você é fã da série Half-Life e possui um dispositivo VR compatível com o Steam como o Oculus Quest, esse é um game que você não pode perder.

Disponível: PC, Steam (R$82,49)

Demon’s Souls

Considerado como o precursor do gênero “Souls-like”, Demon’s Souls foi originalmente lançado para o PlayStation 3 em 2009 e revolucionou o gênero de RPGs de ação com seu nível alto de dificuldade e combate preciso. Existiam inúmeros rumores de que um remake de Demon’s Souls estava em produção mas ninguém esperava que a nova versão do jogo fosse se tornar o primeiro exclusivo do novo PlayStation 5 com gráficos impressionantes e a essência de sua jogabilidade preservada.

Em uma história de fantasia sombria, o jogador irá ser transportado para o coração de Boletaria, um reino de guerreiros que foi destruído após o aparecimento de uma névoa que trouxe consigo bestas e demônios que se alimentam das almas dos mortais. Os jogadores podem criar seus personagens a vontade e enfrentar grandes monstros (e se preparar para enfrentar a morte várias vezes), fazendo uso de muitas armas e equipamentos diferentes e customizáveis. Vale lembra que a jogabilidade é alterada conforme a arma escolhida pelo jogador.

Disponível: PlayStation 5 (R$349,50)

Spider-man: Miles Morales

O que pode ser melhor do que ser o Homem-Aranha? Que tal ser Miles Morales, o sucessor do “Cabeça de teia”? O jovem já havia feito sua estreia no mundo dos games em Marvel’s Spider-man de 2018 como um ajudante do Homem-Aranha mas agora ele ganha seu jogo próprio. Spider-man: Miles Morales pega todos os elementos que fizeram do primeiro título um sucesso e os expande uma forma surpreendente.

A divertida mecânica de se ficar balançando entre os arranha-céus de Nova York ainda está presente (e mais refinada do que nunca) mas o game traz novidades com as habilidades únicas de Miles. O jogo não é tão longo quanto o título original e pode ser considerado uma “expansão” já que ele aproveita muitas características do primeiro game. Mesmo assim, um dos elementos mais interessantes de Spider-man: Miles Morales é sua qualidade gráfica que inclui o uso de Ray Tracing para iluminação e reflexos realistas e que só pode ser experienciada no poderoso hardware do PlayStation 5 (usuários do PlayStation 4 também podem se divertir com uma versão menos aprimorada graficamente para o console).

Disponível: PlayStation 4, com upgrade gratuito para PlayStation 5 (R$249,50)

Final Fantasy VII Remake

Somente quem viveu em 1997 sabe do grande impacto que Final Fantasy VII causou no mundo dos games quando o jogo foi lançado para o PlayStation. Da mesma que The Legend of Zelda: Ocarina of Time faria no Nintendo 64 no ano seguinte, era a primeira vez que um jogo dessa franquia famosa de JRPG saltava do mundo 2D para o ambiente tridimensional. E que salto foi esse! Com uma história inovadora para a época, a aventura de Cloud e seus amigos pelo mundo fascinante de Midgard conquistou jogadores pelo mundo todo.

De lá para cá, mesmo sendo portado para diferentes consoles e PC, o game não envelheceu bem com seus visuais “poligonais” e uma repaginada gráfica fazia-se necessária. Porém, Final Fantasy VII Remake fez muito mais do que trazer uma nova aparência com gráficos fantásticos para o jogo mas remodelou toda a mecânica de gameplay para torná-lo mais voltado à ação, mas sem perder sua essência como JRPG. Dividido em duas partes, se a segunda parte do game original – que ainda não tem lançamento previsto – for tão boa quanto a primeira, Final Fantasy VII será homenageado de forma impressionante.

Disponível: PlayStation 4 (R$124,95)

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