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Brasileiro possui 2 dispositivos digitais em média, afirma FGV

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Smartphones ainda são os dispositivos digitais mais usados no Brasil, com 242 milhões de unidades ativas; navegadores da Microsoft são usados por 62% das empresas

Um estudo realizado pela FGV (Fundação Getúlio Vargas) revelou uma média de 2,1 dispositivos digitais por habitante brasileiro, totalizando 440 milhões de aparelhos em uso no país. Desse montante, o segmento de celulares é o principal destaque do estudo. São 242 milhões de unidades, representando 53% de todos os dispositivos digitais ativos atualmente. 

A pesquisa da FGV também revelou que a venda de smartphones no Brasil ultrapassou a venda de aparelhos de TV, a cada quatro celulares comercializados, somente uma televisão é vendida. Já o uso de computadores, notebooks e tablets corresponde a 47% dos dispositivos digitais usados em território nacional, correspondendo a 198 milhões de aparelhos ao todo. 

Projeções sobre o uso de dispositivos digitais no Brasil

Apesar de a venda de computadores ter tido uma queda anual de 8% em 2020, em relação ao ano anterior, as projeções da pesquisa são otimistas. A expectativa é que o país ultrapasse 200 milhões de computadores ainda este ano. Além disso, a estimativa da FGV é que até 2023 o número de desktops alcance 216 milhões de unidades, representando uma média de um PC por habitante.

A Microsoft também foi destaque da pesquisa. Os serviços da big tech foram os mais usados em 2020. O Microsoft Edge e Explorer (que será encerrado ainda este ano), foram os navegadores mais usados por 62% das empresas. Na sequência, estão o Google Chrome (30%) e o Mozilla Firefox (7%). No segmento de e-mail, não foi diferente. O Outlook fica com 66%, o Gmail com 26% e outros serviços de webmail com 8%. A gigante de Bill Gates, só não foi a opção favorita entre os serviços de videoconferência, já que o recurso de videochamada Zoom foi o mais usado por 40% dos negócios. Em seguida, vieram o Microsoft Teams (32%), Google Meets (18%) e 10% entre Cisco Webex e IBM Lotus

Além disso, os gastos e investimentos anuais das empresas com o setor de TI (Tecnologia da Informação) correspondem a R$ 48 mil, cerca de 8,2% da receita. As principais áreas de interesse apontadas pelas empresas de médio porte são: Inteligência Analítica (Analytics), ERP (Migração, Implementação e Integração). Já as empresas maiores estão de olho em: Busca de Talentos, Governança de TI, Inteligência Artificial (IA), Internet das Coisas (IoT) e Nuvem.

A 32ª edição da pesquisa “Mercado Brasileiro de TI e Uso nas Empresas” contou com a participação de 2.636 companhias de médio e grande porte. E considerou tanto os equipamentos usados no meio corporativo quanto os de uso pessoal ou doméstico. A FGV ainda utilizou dados de entidades como IBGE, Gartner, IDC, Anatel e outros. 

Leia também: Com aumento de preço, venda de computador cai no segundo trimestre.

Fonte: FGV, Poder 360, Terra

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