Como usar uma VPN para navegar de forma mais rápida

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Com a atual pandemia e brigas comerciais entre países, as conexões privadas vêm se tornando uma opção mais viável de conexão: saiba como tirar o máximo da sua
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Como usar uma VPN para navegar de forma mais rápida

Segundo o site de pesquisas de mercado Statista, a indústria das redes virtuais privadas (ou “VPNs”) deve atingir US$ 27,1 bilhões (R$ 147,35 bilhões na cotação atualizada) em valor global de mercado, com estimativas de US$ 35,71 bilhões (R$ 194,16 bilhões) até 2022. Embora as razões para isso sejam inúmeras, é seguro dizer que esse ano “fora da curva” em que vivemos, com uma pandemia global e guerras comerciais entre países que censuram suas estruturas estatais entre si são os principais fatores para este crescimento exponencial.

Não é para menos: as pessoas querem estar conectadas, o tempo todo. Mas situações atípicas como as mencionadas acima, bem como o medo por ataques cibernéticos e outras brechas de segurança comuns a vários sistemas, tornam o público apreensivo quanto a aquela página que ele busca ser ou não confiável. Nisso, uma rede privada como a Cyberghost pode ser a solução, já que este modelo adota práticas de segurança de alta confiabilidade, desenvolvidas e gerenciadas por uma empresa particular que responde aos mais altos padrões de proteção.

Mas a experiência também é um ponto importante para o usuário: de nada adianta você ter uma rede totalmente segura se ela vai travar constantemente a sua sessão de streaming na Netflix ou se a conexão com seu jogo online favorito for recheada de lags, atrapalhando seu rendimento. Por isso, uma VPN como a já mencionada Cyberghost traz funções bastante detalhadas de configuração, as quais detalhamos a seguir, para que você aprenda a tirar o máximo de sua conexão, sem gargalos e sem nenhuma preocupação com a segurança:

Como usar uma VPN para navegar de forma mais rápida
Uma VPN pode ser a melhor opção para você que busca acessar serviços limitados por localidade ou quer maior segurança e proteção durante a navegação

Localização

Acredite se quiser, mas muitos ainda não conhecem a relação entre a conexão de internet e a localização geográfica de sua máquina. Isso acaba sendo mais evidente em alguns jogos online: antes de um produto do gênero crescer globalmente, é natural que a empresa por trás dele mantenha servidores em alguns seletos países, o que pode acarretar uma experiência negativa dependendo de onde você estiver.

Pense em Fortnite, o game battle royale da norte-americana Epic Games: dada a nacionalidade da empresa, é natural que ela tenha servidores nos Estados Unidos, certo? Agora imagine que um usuário na África do Sul tente se conectar a esse servidor: é bem provável que a sua conexão não seja otimizada. A distância física simplesmente não colabora para isso já que os dados necessários teriam que viajar por uma distância mais longa.

No caso das VPNs, isso não é diferente, mas a vantagem das redes privadas é que a empresa que a gerencia pode ter servidores localizados em países mais próximos (isso, quando não dentro do próprio país de residência do usuário): a Cyberghost, por exemplo, conta com presença em mais de 90 países, com uma base instalada de mais de 6,2 mil servidores.

Desta forma, uma conexão privada pode servir como o intermediário entre o servidor desejado e o seu computador. Por isso, escolher uma localização geográfica na hora de configurar a sua VPN é o primeiro passo para assegurar uma conexão saudável e estável.

serviço de vpn no computador
A localização de servidores é algo que pode atrapalhar a saúde de sua conexão, mas uma VPN consegue contornar esse problema (Imagem/Reprodução: Deposit Photos)

Protocolos de segurança

Além da escolha de um servidor mais próximo da nossa localização, também devemos ter em conta o tipo de protocolo que escolhemos para a encriptação dos nossos dados, pois se optarmos por um protocolo de alta segurança estaremos, ao mesmo tempo, a fazer com que o processo seja um pouco mais lento devido à necessidade de usar ferramentas mais complexas. Por outro lado, se optarmos por um protocolo de segurança mais simples iremos ganhar rapidez. Ou seja, acaba sendo uma “faca de dois gumes” em que temos de optar por maior segurança ou maior rapidez.

Dentro dos protocolos disponíveis no mercado o mais seguro é o OpenVPN, sendo que é recomendado pelas melhores VPNs. Por sua vez, o protocolo PPTP permite uma maior rapidez de transmissão a um nível de segurança mais reduzido.

Esse tipo de apego à segurança tornou-se especialmente evidente, já que a pandemia do novo coronavírus fez com que várias empresas realocassem seus colaboradores para ambientes remotos (home office) — e algumas delas preferem que seus protocolos de proteção sejam seguidos mesmo diante desse quadro inesperado.

Em suma, ao usarmos uma VPN temos que levar em conta que para termos um maior nível de segurança e privacidade poderemos ter que “abrir mão” de alguma velocidade. Em contraste, podemos querer mais rapidez, o que resulta em um baixo nível de proteção perante possíveis ataques externos.

VPNs são muito usadas no mercado empresarial, mas ambientes remotos de trabalho também passaram a adotar este formato
VPNs são muito usadas no mercado empresarial, mas ambientes remotos de trabalho também passaram a adotar este formato

Conclusão

O emprego de uma VPN traz consigo várias vantagens: usuários que viajam para países onde o controle de internet é mais rígido, por exemplo, conseguem usar redes privadas para acessar serviços não comportados pelas redes estatais. Além de toda a questão de segurança elucidada aqui, que adiciona uma camada a mais de confiabilidade ao serviço.

Por isso, não deixe de procurar saber mais sobre VPNs e os principais recursos que elas têm a lhe oferecer. Com isso, você só tem a ganhar.

Fontes: Statista; Forbes; Cyberghost

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