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Ciência e Tecnologia

Designers criam casa que produz mais energia do que consome

Designers da Universidade de Cardiff anunciaram um protótipo de uma casa totalmente sustentável, que é capaz de produzir mais energia do que consome.

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Os designers da escola de arquitetura da Universidade de Cardiff, no Reino Unido, anunciaram um protótipo de casa totalmente sustentável, que é capaz de produzir mais energia do que consome. Ela tem três quartos e levou 16 semanas para ser construída.

Segundo os criadores, foram gastos 125 mil libras (cerca de 625 mil reais) na construção. Mas esse valor pode ser recuperado com a venda do excesso de energia produzido pelo imóvel. Para manter o projeto sustentável, foram utilizados cimento ecológico e materiais locais, como madeira galesa.

A forma que encontraram para reduzir drasticamente a demanda de energia da casa foi construí-la com altos níveis de isolamento térmico, reduzindo o vazamento de ar e a necessidade de usar o sistema de aquecimento. O telhado possui painéis solares fotovoltaicos, totalmente integrados no projeto do edifício, permitindo que os espaços sejam naturalmente iluminados.

A casa também conta também com baterias para o armazenamento de energia. Além disso, elas são usadas para controlar o aquecimento dos ambientes internos, ventilação, uso do sistema de água quente, bem como o sistema de eletricidade, que fornece energia aos eletrodomésticos, lâmpadas de LED e bombas de calor.

Para cada 100 libras (500 reais) gastos em eletricidade, ele deve ser capaz de gerar 175 libras (870 reais) durante os meses de verão.

O projeto foi criado visando atender a meta do governo do Reino Unido – e governos da União Europeia – para a construção de edifícios com baixíssimo consumo de energia para 2020. As emissões de dióxido de carbono a partir das casas, atualmente, compõem quase um terço das emissões de gases de efeito estufa no Reino Unido. As estimativas sugerem que este número pode aumentar em mais de 50% até 2050.

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19, estudante de Comunicação e Multimeios na PUC-SP. Curioso e apaixonado por tecnologia, escreve sobre o tema há cinco anos.

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