Google explica a falta de aplicativos para Windows Phone

DY7Q7527 M - Google explica a falta de aplicativos para Windows Phone
Para executivo do Google, Windows Phone 8 precisa de mais usuários para compensar o desenvolvimento de apps

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Durante essa semana está acontecendo a já tradicional maratona diária de entrevistas, a “D11“, com os mais importantes CEO’s e representantes do mercado tecnológico mundial. Esse evento que já proporcionou no passado o encontro histórico entre Steve Jobs e Bill Gates recebeu hoje o Vice Presidente Senior para Android e Google Apps, Sundar Pichai, que entre outras questões respondeu sobre a falta de aplicativos do Google na plataforma móvel da Microsoft, onde foi enfático em dizer que o objetivo do Google é chegar a maioria das pessoas e que quando a Microsoft conseguir um número relevante de usuários, aí sim o Google marcará presença com seus aplicativos. Ele ainda salientou que enquanto isso não acontece os usuários podem utilizar “ótimos aplicativos em HTML 5“.

Recentemente o IDC confirmou o Windows Phone como 3ª sistema operacional mais utilizado em smartphones, porém com apenas 3,2% do mercado contra 75% do Android e 17,3% do iOS.

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1 Comentário

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  • É similar a Microsoft, que lançaria aplicativos para o Linux caso ele tivesse uma participação grande de mercado. Como ele não tem, por que ela iria ajudar a popularizar um concorrente direto?

    A Google, nos smartphones e tablets, é similar a Microsoft dos PCs. Ela não se nega a lançar aplicativos para concorrentes que tenham uma grande participação de mercado (vide o iOS). Agora, por que ela ajudaria aqueles que estão ainda “engatinhando”?

    O Windows Phone está no mercado desde 2010. Se for contar o Windows Mobile 6.5, ele está desde 2009. E ele pouco evoluiu, em relação a participação de mercado, durante todos esses anos. Cabe a Microsoft erguer a sua plataforma de uma forma mais efetiva (diga-se criar bons diferenciais, e não ficar correndo atrás apenas do que já existe nas plataformas concorrentes).

    É engraçado os atritos gerados por ela. Em relação ao mercado de PCs, ela sempre desdenhou dos seus concorrentes. Office no Linux? Nunca! Agora, como está em desvantagem no mercado de smartphones e tablets, ela se acha no direito de ser a coitada prejudicada por um concorrente “desleal”.

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