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Inteligência de Ateus é maior que de religiosos, sugere estudo

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Ateus são mais inteligentes que religiosos, sugere estudo

Pesquisadores do Reino Unido e da Holanda apresentaram novo estudo para ligar inteligência a não religiosidade

Inteligência de Ateus é maior que de religiosos, sugere estudo

Estudos sempre colocam frente a frente religiosidade e inteligência

O tema é polêmico. Há décadas, pesquisas buscam associar inteligência com baixa religiosidade. Mas, segundo o artigo publicado neste mês no Evolutionary Psychology Science, por pesquisadores do Reino Unido e da Holanda, a resposta é sim.

O estudo é baseado no trabalho do psicólogo evolucionista Satoshi Kanazawa. Segundo os pesquisadores, a religião poderia ser um instinto e uma rejeição ao instinto está ligada à inteligência superior.

O blog especializado em artigos científicos, Iflscience, afirmou que a pesquisa levou em conta 63 estudos mostrou que há uma associação negativa entre as pessoas religiosas e sua inteligência. Os estudiosos afirmam claramente que esta é uma tendência entre os religiosos. Isso significa que, em média, os ateus são mais inteligentes do que as pessoas religiosas, mas isso não tem relação com a capacidade de um indivíduo.

Instinto x Inteligência

Os pesquisadores, neste artigo, apresentaram o modelo de associação entre inteligência e instinto. “Se a religião é um instinto, a inteligência – na solução racional de problemas – pode ser entendida como um ponto de separação com o instinto. Sendo intelectualmente curiosa, e, portanto, aberta a possibilidades não-instintivas”, disse o coautor do estudo, Edward Dutton.

Para eles, o fato é uma consequência crucial na capacidade da resolução de problemas pelas pessoas. Essa habilidade é importante no novo ambiente em que vivemos. O modo de vida da população mudou drasticamente nos últimos séculos e o comportamento instintivo às vezes pode ser considerado contraproducente. Os pesquisadores costumam se referir a esse comportamento como um desajuste da evolução: o que era vantajoso aos nossos antepassados poderia ser uma fraqueza hoje.

O estudo apontou que biologicamente, não mudamos muito de nossos ancestrais, então o argumento sugere que nossa psicologia é fortemente influenciada por como o primeiro homo-sapiens lidou com o mundo.

É justamente nesse ponto que o estudo é questionado por outros especialistas: o quociente de inteligência é uma medida relativa. Com mais instrução, é provável que as pessoas tenham acesso a outros livros que não os sagrados.

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