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Com ajuda de quem já está viajando, site permite comprar qualquer coisa de qualquer lugar

Site permite unir o viajante com quem quer comprar algo, pulando despacho e permitindo compras em sites que não costumam enviar ao Brasil

Uma das coisas mais bacanas de uma viagem ao exterior é poder comprar algo que não existe no Brasil. Pode ser também algo que é bem mais barato lá fora, claro. O problema é que você precisa estar em uma viagem para isso acontecer. O site grabr.io pretende te ajudar neste probleminha, dando ainda uma grana extra para o viajante que se propor a trazer o produto para você.

Como funciona?

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A ideia do grabr.io é de conectar um viajante com quem está querendo algo, mas não quer (ou não pode) viajar. Você baixa o app (que está disponível apenas para iOS) ou entra no site e coloca o que quer. Usuários que estão viajando então vasculham a lista de pedidos e se oferecem para trazer o que você pediu.

Claro que não é de graça que a transação funciona. Você pede o que quer receber e coloca um valor de comissão que será pago ao viajante. A comissão entra como um frete, um lucro para quem vai trazer. A média é de US$ 10 por produto, mas dá pra passar dos US$ 100 fácil. O pagamento pelo produto, junto da comissão, é feito diretamente pelo site e pode ser via cartão de crédito ou PayPal.

Ah, segundo o próprio site, o Brasil está em primeiro lugar em cidades que mais realizam este tipo de negociação. São Paulo encabeça a lista com US$ 139 mil em comissão paga até hoje, com Rio de Janeiro em terceiro lugar com US$ 70 mil.

Esta é uma forma bacana para o viajante ganhar um dinheiro extra quando tem espaço na mala. Também é ótimo para quem precisa de um produto que só vende lá fora, ou está mais barato lá fora, e não pretende viajar tão cedo. Melhor ainda para produtos que estão em lojas que não entregam no Brasil, como a Amazon ou a Best Buy.

Entrega é em mãos

Para finalizar, a entrega do produto é feita exclusivamente em mãos. O site não permite que o viajante faça um despacho do produto, o que pode ajudar bastante na hora de evitar taxas de importação da alfândega.

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Jornalista formado, amante de tecnologia desde pequeno. Faz muito tempo que já escreve sobre tecnologia. Nintendista por paixão e entusiasta dos drones (só falta dinheiro para ter um Mavic Pro).

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