Nova pele eletrônica exibe sinais vitais como imagens

Pesquisadores desenvolvem pele eletrônica capaz de mostrar sinais vitais
Mais um ponto para a ciência! Desta vez, temos uma pele eletrônica que promete melhorar a qualidade de vida de pacientes, além de poder ser o começo de uma nova era.

A tecnologia continua a surpreender. Este ano já te mostramos adesivos que ajudam a emagrecer e outras tecnologias que irão mudar o futuro. Hoje, se trata de uma pele eletrônica capaz de monitorar batimentos cardíacos.

Como funciona a pele eletrônica?

O display, que também é elástico, foi criado por uma equipe da Universidade de Tóquio, com o professor Takao Someya liderando a pesquisa. “Nossa tela inserida na pele exibe gráficos simples com movimento”, explica o professor de engenharia.

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A pele eletrônica é extremamente maleável e confortável.

Usando da tecnologia de semicondutores, a invenção é capaz de monitorar sinais vitais e então mostrá-los até mesmo em forma de onda (eletrocardiograma). Com isto, também é possível enviar tais informações para a nuvem, facilitando o armazenamento em smartphones e tablets.

Além de facilitar o monitoramento, o dispositivo é, obviamente, extremamente maleável. Outro ponto é a duração dos pixels, que, mesmo em uma situação “difícil” como esta, não falham com facilidade.

“Por ser feita de materiais leves e finos, ela pode ser deformada livremente”, completa Someya.

A tela, que possui “resolução” de 16 x 24 micro LEDs também não restringe os movimentos naturais do corpo. Ah, e, os pesquisadores notaram que é possível utilizá-la por até uma semana sem que ocorra nenhum tipo de inflamação local.

Principais “alvos” da tecnologia

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Idosos sofrerão o impacto positivo da pele eletrônica.

Ideal para idosos ou pessoas que sentem dificuldade em se adaptar com a tecnologia atual, a pele eletrônica será perfeita para casos de monitoramento de saúde. Isto porque ela pode cuidar de certos casos sem a necessidade de “gastar” muitos outros recursos.

Segundo Someya, a sociedade que envelhece precisa de equipamentos como este. Eles são extremamente “amigáveis” para os usuários, além de poderem reduzir o fardo que recai sobre os familiares que precisam cuidar de pacientes.

Como resultado de uma parceria entre engenheiros da Universidade de Tóquio e o grupo Dai Nippon Printing (DNP), a pele eletrônica pode vir ao mercado em cerca de três anos.

Enquanto a tecnologia ainda é aprimorada, cabe a nós especularmos. Então, o que achou da nova pele? Ela pode ser uma porta de entrada para peles ainda mais inteligentes e funcionais?

Fontes: Interesting Engineering e Futurism.

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