REVIEW: LG Q6+, um intermediário pra quem não curte bordas

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Assim como o carro chefe da LG, o Q6+ aposta no display para conquistar seus usuários, mas será que ele faz bonito no resto? Vamos conferir:

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Durante os 30 dias que se passaram desde o lançamento dos LGs Q6 e Q6+, o Showmetech volta a falar dos aparelhos, com foco neste último, para avaliar a aposta da empresa nos intermediários. A partir de agora, você confere o review completo do LG Q6+, o primeiro da categoria com a tela Full Vision, a mesma que equipa o LG G6.

O Q6+ chegou por aqui custando R$ 1.599, em 19 de setembro. Atualmente, já é possível encontrar o modelo por preços menores, mas ainda assim parecidos com o valor original. Nesta análise, tomaremos como base o preço médio do aparelho e suas características, levando em conta o que ele oferece de novo, de bom e de ruim para o mercado mid-range.

Será que o Q6+ chegou com preço e fôlego para o mercado mais acirrado do país? Vem descobrir com a gente:

Design

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Com traseira em plástico, laterais em metal e frente em vidro Gorilla Glass 3, o LG Q6+ lembra (e muito) o seu irmão maior, o G6. Isto porque, de frente, ambos os aparelhos são praticamente idênticos: acima do display, temos os sensores de luz ambiente e proximidade, a câmera frontal, o alto-falante para chamadas e só.

O logotipo da LG, que é bem discreto na cor preta, fica abaixo da tela. Fora isto, toda a frente do Q6+ é composta por display, e um display muito especial: para termos uma ideia, enquanto o G6 tem um aproveitamento frontal de 78,6%, o Q6+ tem praticamente o mesmo valor, 78%.

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Na prática, isto não só deixa o design muito mais moderno, como faz esse aparelho de 5,5 polegadas ser muito mais confortável: mesmo com tanta tela disponível, o smartphone, em si, é portátil o suficiente para se usar com uma só mão.

Nas laterais, se localizam, na parte esquerda, os botões de volume, a entrada para cartão microSD e as duas entradas para cartões nano-SIM, que são independentes; o botão power fica na parte direita; o microfone auxiliar está na parte superior; e, por fim, na parte de baixo, ficam o microfone principal, a porta micro USB 2.0 e o conector 3.5mm para fones de ouvido.

A moldura que envolve o Q6+ é feita em alumínio série 7000, altamente resistente – além de ter uma pintura matificada. Para o usuário, isso não só dá um aspecto premium ao aparelho, mas também aumenta a resistência aos efeitos do tempo e eventuais impactos.

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Já na região traseira, encontramos a parte mais ‘entediante’ do LG Q6+: sim, o termo é maldoso, mas não dá pra entender porque caprichar tanto no restante do aparelho e deixar a traseira com um desenho tão simples. Em suma, a tampa, que não é removível, não tem nada que destaque o smartphone.

Em termos de componentes, a câmera traseira e o flash ficam bem discretos no canto superior esquerdo – enquanto isso, o alto-falante para músicas e mídias em geral, fica mais abaixo; num local impossível de não ser abafado ao segurar o aparelho.

Com tudo isso, dá pra se dizer que o LG Q6+ é ótimo de se ter na mão e lindo de se ver, desde que esteja de frente. A maior reclamação sobre a traseira está no material escolhido pela fabricante: efeito que tenta imitar a traseira do G6 até engana, mas o plástico brilhante não sobrevive a uma semana sem ganhar novos arranhões.

Tela

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É até esquisito falar desta tela numa seção separada da seção de design. Isto porque, se me permitem dizer, todo o visual se resume ao belíssimo painel IPS de 5,5 polegadas que equipa o modelo. Sério, este smartphone é uma tela ambulante, algo maravilhoso para quem curte filmes.

Além do aspecto 18:9, que vem sendo amplamente adotado no cinema e permite uma tela mais fácil de se usar com uma mão só, outra característica que torna o display algo especial é a sua resolução: com 108o x 2160 pixels, a tela tem a maior definição de toda a categoria – mesmo possuindo uma resolução bastante incomum.

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A parte ruim dessa proporção 18:9 é que, nos vídeos em proporção ‘comum’, 16:9, a tela acaba sendo maior que o conteúdo exibido. Com isso, faixas pretas são exibidas no topo e na base da tela. O sistema até permite que você ‘estique’ o conteúdo para que ele se ajuste na tela mais alta e estreita, contudo, isto não foi possível com o aplicativo do YouTube, por exemplo.

No uso diário, os 442 ppi tornam as imagens nítidas e os textos, por sua vez, muito agradáveis de ler. Já no que diz respeito às cores, é preciso lembrar que o painel não é HDR, e devido ao seu brilho abaixo do normal, as cores aparentam ter baixo contraste – com exceção do vermelho, que é notavelmente mais vívido que as outras cores.

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O problema do brilho não é um empecilho até que se tente usar o Q6+ sob o sol: embora não seja impossível visualizar os conteúdos, até porque a interface da LG opta pelos fundos claros, é notável que poderia ser mais fácil – principalmente se levarmos em conta que, para ter um display bonito como esse, alguns outros componentes, como o leitor de impressões digitais, foram completamente sacrificados.

Dentre os truques que tornam a tela do LG Q6+ ainda melhor, é possível ressaltar o modo ‘visualização confortável’, que deixa a tela mais agradável de se usar à noite, e os cantos arredondados, que são exatamente iguais aos do G6. Esses cantos são tão, mas tão bonitos, que até te fazem esquecer do baixo brilho do display. São lindos.

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Em suma, o display utilizado no Q6+ é peculiar em vários aspectos: embora ele traga as boas novidades dos aparelhos mais caros, como as bordas mínimas, os cantos arredondados e uma resolução alta, ele tem de sacrificar um tanto de brilho e cor para isso, afinal, estamos falando de um mid-range.

Comparando-o com os outros displays presentes na categoria, pode se dizer que este IPS aqui é muito bonito, principalmente para ver filmes. Para ser ‘perfeito‘, só precisava ser menos tímido e brilhar um pouco mais.

Áudio

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A experiência de áudio em aparelhos mid-range não costuma ser um grande destaque. Justamente por isso, até perdoo o LG Q6+ no que diz respeito ao som. Para começar, o alto-falante é único, além de estar localizado na parte traseira do smartphone.

Isto significa que, se você é do tipo que curte ouvir músicas sem fones de ouvido, os sons emitidos pelo aparelho serão aceitáveis, mas nada impressionantes. Contudo, se o falante só vai ser usado em momentos corriqueiros, como em jogos, é possível que os sons, em si, nem sejam o incômodo, mas sim a localização do componente – segurar o Q6+ sem tampar o som é difícil em qualquer posição.

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Já nos fones de ouvido, que é a forma como a maioria das pessoas escuta suas músicas, a situação é diferente: o acessório enviado na caixa é bem simples e sem qualquer isolamento acústico, mas conta com sons claros, altos e agradáveis num sentido geral – só faltou um equalizador, mas isso dá pra resolver com aplicativos de terceiros.

Pretendo repetir o que disse no começo desta seção: são raros os smartphones abaixo dos R$ 2.000 que dão alguma importância para o áudio, e o Q6+ não é diferente neste aspecto. Sendo assim, apesar do seu som não ser digno de muito destaque neste review, é válido ressaltar que, nos atuais concorrentes, não se encontra coisa muito melhor.

Câmeras

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Acredito que, depois da usabilidade, que envolve o hardware como um todo, as câmeras são os componentes mais importantes num smartphone. As pessoas não compram mais celulares, elas compram câmeras com acesso a internet – justamente por isso, determinar os acertos e erros de uma câmera é bastante difícil, ainda mais pelas variáveis que envolvem toda foto.

Para os que gostam de termos técnicos, o Q6+ tem um sensor traseiro de 13 MP e com 1/3″ de tamanho, abertura f/2.2 e pixels de 1.12 microns, o que não é tão eficiente em baixas luminosidades, caso você queira saber.

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Contudo, em ambientes bem iluminados, a céu aberto, esses números não fazem feio: o sensor não demora para encontrar o foco, não explode os níveis de branco e o HDR, que pode ser automático ou ‘forçado’ pelo usuário, aumenta a sensibilidade da câmera às cores, mas não deixa aquele aspecto ‘posterizado’ na imagens.

De pontos negativos na câmera principal, o que mais se nota é a demora para capturar: o aparelho até toma o foco com velocidade, mas a captura da foto demora um pouco mais, o que pode gerar borrões.

Ao usuário, recomendo que tenha mãos firmes e evite cenas com muito movimento, assim as capturas saem muito boas.

 

Já na câmera frontal, o Q6+ traz um sensor de 5 MP e com 1/5″ de tamanho, abertura f/2.2 e pixels  de 1.12 microns. O grande diferencial dessa câmera é que, com apenas um toque, é possível trocar entre selfies ‘normais’ e em grupo. Neste último modo, a lente grande angular entra em cena para que mais pessoas caibam na imagem.

A sacada é boa e funciona: mesmo no modo Square, que tira fotos quadradas, é possível perceber a diferença no tamanho da cena capturada. O recurso é bem interessante e, ao contrário de outros por aí, pode ser realmente útil.

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No que diz respeito à qualidade das suas selfies, é possível tirar fotos com boas cores, mas não espere muito: o Q6+ sofre do mesmo problema que outros intermediários. Mesmo em ambientes claros e com luz de sobra, a câmera suaviza demais a imagem, fazendo com que a foto perca definição – alguns chamam isso de ‘efeito pintura‘.

Uma forma do usuário minimizar este efeito em suas selfies é evitar o uso do embelezador. E se a natureza foi tão generosa com você quanto foi comigo, pode desistir, amigo.

Hardware

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O LG Q6+ possui um conjunto de hardware bastante peculiar: são 4GB de RAM E 64GB de armazenamento. Se pensarmos só na memória interna e na RAM, ele é praticamente um topo de linha, mas se lembrarmos que o processador é um Qualcomm Snapdragon 435, o mesmo que equipa outros aparelhos da mesma faixa de preço, vemos que este é um mid-range turbinado.

No dia-a-dia, a RAM generosa impede que o smartphone sofra ao executar aplicativos em segundo plano. Já o processador, por sua vez, executa com facilidade as tarefas diárias: travamentos e engasgos não são comuns no Q6+, embora isso não garanta que não vá acontecer.

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Com um uso mais intensivo, executando aplicativos grandes ou jogos mais exigentes, é possível que o usuário encontre limitações no hardware do aparelho. É preciso lembrar que, para navegar no Facebook, no Instagram, ouvir música e realizar tarefas do tipo (até mesmo simultaneamente), o Q6+ manda muito bem – porém, jogos com muitos efeitos visuais não são a praia dele.

Em testes com games medianos, o aparelho obteve resultados bastante variáveis: foi possível executar, sem problemas, títulos como Super Mario Run, SkyForce Reloaded e Oceanhorn – jogos com visuais tridimensionais e bem desenhados, mas de gráficos mais simples, menos exigentes.

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Em contrapartida, jogos igualmente medianos, como Xenowerk e Once Upon a Tower, o segundo sendo o mais ‘leve’ de todos que testei, tiveram seus gráficos reduzidos e perderam boa parte da fluidez.

Isso significa que, embora o processador de oito-núcleos e 1.4GHz não decepcione em tarefas corriqueiras, não dá pra abusar. A parte boa do hardware é que, com os 64GB de memória disponíveis, você dificilmente terá de se preocupar com a quantidade de aplicativos instalados.

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Por fim, no que diz respeito a outros componentes, o Q6+ está em dia com a concorrência: ele possui TV Digital, acelerômetro, giroscópio, expansão via microSD de até 256GB, GPS com A-GPS e GLONASS, bússola, Bluetooth 4.2 com A2DP e Wi-Fi  b/g/n.

Além da ausência de um leitor de impressões digitais, o que praticamente inexplicável em 2017 (nem vem, LG), a única coisa que dá pra questionar é a falta de um Wi-Fi dual-band. Esse recurso existe noutros aparelhos do gênero e pode ser fundamental para alguns usuários.

Sistema

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O Q6+ embarca o Android 7.1.1 Nougat com a interface 5.0 da LG, a mesma estreada no G6. Vindo de aparelhos completamente diferentes e sem nenhum contato prévio a quinta versão da LG UI, posso dizer que a experiência foi muito agradável, bem mais do que eu imaginava, inclusive.

A interface da LG é totalmente construída para a tela Full Vision. Isto significa que, além de ter cantos arredondados em boa parte dos seus conteúdos, todos os seus aplicativos são preparados para a proporção do display: quando você ativa as janelas múltiplas, por exemplo, os aplicativos exibidos simultaneamente se dividem igualmente, mostrando mais conteúdo.

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Além de de criar uma sensação de união entre hardware e software, já que a tela, o sistema e o corpo do aparelho seguem o mesmo desenho, este tipo de integração agrega, e muito, à experiência do usuário: a interface parece muito mais bonita e agradável de se usar – mas isto também aconteceu por outros motivos:

Tanto em número de aplicativos pré-instalados quanto visualmente, a UI 5.0 está menos poluída, apostando em fundos claros, ícones e tipografias mais simples para uma passar sensação de ‘serenidade’ ao usuário – as animações, menus e até os sons também se parecem mais suaves nesta versão.

De tudo o que há na interface, eu, particularmente, mudaria apenas os ícones, que parecem um tanto datados e inconsistentes entre si, mas gosto é gosto, não é mesmo?

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Um dos temas disponíveis na interface da empresa

Além disso, caso você não goste de alguma coisa, é possível modificar a LG UI com temas: apesar deles não serem tão vastos quanto nos aparelhos da Samsung, mudam praticamente tudo no aparelho – ícones, papéis de parede, fontes, widgets e até os menus.

Dentre os recursos de software que podem ser destacados, a LG incluiu uma tentativa de compensar a falta de um leitor de impressões digitais: trata-se de uma versão aprimorada do já conhecido desbloqueio facial, que em sua versão original, existente em qualquer Android e não é muito seguro.

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Segundo a fabricante, os incrementos reduzem a possibilidade de se ‘enganar’ o reconhecimento facial. Entretanto, o processo de desbloqueio também fica mais lento – a própria LG avisa que o desbloqueio facial será mais demorado caso o método mais seguro seja utilizado.

Além disso, vale lembrar que estamos falando de um reconhecimento facial comum, que não funciona à noite e não é  tão sofisticado quanto o visto no iPhone X, por exemplo. O leitor de impressões digitais faz falta.

Bateria

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Contando com uma bateria de 3000mAh, o LG Q6+ não decepciona quando falamos de autonomia: apesar de o aparelho não ser focado em passar vários dias longe da tomada, a equação ‘processador econômico + tela grande’ deu certo por aqui – mesmo fora de casa, o aparelho aguenta um dia inteiro de uso moderado, apresentando, em média, 20% de carga após 12hrs de uso.

Mas para conferir com mais precisão o desempenho destes 3000mAh, decidi deixar o aparelho executando um vídeo no YouTube até sua bateria se esgotar completamente. Ao fim do teste, o Q6+ suportou aproximadamente 5 horas de reprodução ininterruptas via Wi-Fi (brilho máximo), um resultado considerado positivo, mas que será inferior quando o aparelho estiver fora de casa e conectado aos dados móveis.

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Na hora de voltar à tomada, o intermediário da LG fica no mesmo nível dos seus concorrentes: são necessárias aproximadamente duas horas para chegar aos 100% da carga, entretanto, não há suporte ao carregamento rápido – significando que, caso você só tenha 20 ou 30 minutos para deixá-lo na tomada, o nível da energia não subirá muito.

Considerações finais

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Em comparação com outros aparelhos da mesma faixa de preço, o LG Q6+ é um aparelho diferente: quem passa uma ou mais semanas com ele, como foi o meu caso, logo percebe que o modelo não aposta nos mesmos pontos que os seus rivais – isto porque câmera e performance, embora sejam agradáveis por aqui, não são o seu foco.

O LG Q6+ é para quem não dispensa uma ótima tela e um bom design. Mesmo que, para isso, tenha de suportar alguns sacrifícios. O display é um dos componentes mais caros de todo smartphone – e para investir nele, a LG precisou fazer cortes:

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Das funcionalidades que não estão presentes por aqui, as que mais fazem falta são a resistência à água, já que o Q6+ sequer é protegido contra respingos, e o já citado leitor de impressões digitais.

De resto, embora nada seja tão positivo quanto a tela e o design, os pontos fracos do aparelho são até condizentes com sua categoria.

Atualmente, já é possível encontrar o LG Q6+ por R$ 1.449 (à vista) em lojas como Submarino e Americanas. Por se tratar de um modelo novo no mercado, é possível que seu preço caia mais nas próximas semanas, tornando-o uma opção ainda mais interessante.

Confira as especificações do produto

SIM Dual-SIM 
Tela Full Vision 5,5″ IPS, FHD+
CPU e GPU Octa-core, Snapdragon 435 de 1,4GHz; GPU Adreno 505
SO Android 7.1.1 Nougat
RAM 4GB
Armazenamento 64 GB
Sensores Acelerômetro, Giroscópio, Bússola e Proximidade
Câmera  13 MP com aberutra  f/2.2; flash LED; HDR
Câmera Frontal 5 MP com aberutra  f/2.2
Wi-Fi 802.11 B/G/N
GPS GPS, A-GPS, GLONASS
Cartão Memória MicroSD até 256GB (slot dedicado)
Áudio Alto-falante, microfone e microfone auxiliar;
Portas Micro USB 2.0; P2 (3.5mm) para fones de ouvido
Bateria 3000 mAh
Conexões Rádio FM e TV Digital
Bluetooth 4,2
Peso do Produto 149g
Dimensões 142.5 x 69.3 x 8.1mm
Cores Black, Platinum e Rose Gold
4G  LTE-A Cat6 300/100 Mbps
Proteção da Tela Gorila Glass 3
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