Índice
- Muito Esforçado (2025)
- O Ultimato: Queer Love (2023 – atualmente)
- O Professor (2024 – atualmente)
- O Namorado (2024 – atualmente)
- Kaos (2024)
- Yellowjackets (2021 – atualmente)
- Operação: Lioness (2023 – atualmente)
- Mary & George (2024)
- Agatha Desde Sempre (2024)
- Como Morrer Sozinha (2024)
- What It Feels Like For A Girl (2025)
- Alta Fidelidade (2020)
- A Comissária de Bordo (2020)
- A Very English Scandal (2018)
- Jessica Jones (2015 – 2019)
- A Maldição da Mansão Bly (2020)
- Looking (2014 – 2015)
- Banana (2015)
- The Bisexual (2018)
- A Casa Coruja (2020 – 2023)
- Everything’s Gonna Be Okay (2020 – 2021)
- I am Not Okay With This (2020)
- Disque Amiga para Matar (2019 – 2022)
- The Umbrella Academy (2019 – 2023)
- Atypical (2017 – 2021)
- Despachos de Outro Lugar (2020)
- Easy (2016 – 2019)
- Orphan Black (2013 – 2017)
- Unbreakable Kimmy Schmidt (2015 – 2020)
- Twenties (2020 – atualmente)
- The Other Two (2019 – atualmente)
- One Mississippi (2015 – 2017)
- A Vida Sexual das Universitárias (2022)
- Girls5eva (2021 – atualmente)
- High School (2022)
- Uma Equipe Muito Especial (2022)
- The Last of Us (2023 – atualmente)
- Garotos Detetives Mortos (2024)
- A Casa das Flores (2018 – 2020)
- We Are Who We Are (2020)
- The Bold Type (2017 – 2021)
- Dickinson (2019 – 2021)
- She-Ra e as Princesas do Poder (2018 – 2020)
- Arlequina (2019 – atualmente)
- Elite (2018 – atualmente)
- Lei & Desordem (2013 – 2021)
- Irma Vep (2022)
- The L Word (2004 – 2009)
- Grace e Frankie (2016 – 2022)
- Crônicas de San Francisco (2019)
- Com Amor, Victor (2020 – 2022)
- Hora de Aventura (2010 – 2018)
- O Conto da Aia (2017 – 2025)
- Queer as Folk (1999 – 2000)
- Companheiros de Viagem (2023)
- Queer Eye (2018 – atualmente)
- Ela Quer Tudo (2017 – 2019)
- Special (2019 – 2021)
- As Telefonistas (2017 – 2020)
- Schitt’s Creek (2015 – 2020)
- Star Trek: Discovery (2017 – 2024)
- Wynonna Earp (2016 – 2021)
- Queer for Fear: A História do Terror Queer (2022)
- A Sete Palmos (2001 – 2005)
- We’re Here (2020 – 2024)
- RuPaul’s Drag Race (2009 – atualmente)
- Skins (2007 – 2013)
- Pride (2021)
- Visible: Out on Television (2020)
- Master of None (2015 – 2021)
- Hacks (2021–atualmente)
- Tipo Isso (2021 – 2024)
- Work in Progress (2019 – 2021)
- Vida (2018 – 2020)
- Tuca & Bertie (2019 – 2022)
- P-Valley (2020 – atualmente)
- Feel Good (2020 – 2021)
- Gentleman Jack (2019 – 2022)
- For All Mankind (2019 – atualmente)
- Kipo e os Animonstros (2020)
- Will & Grace (1998 – 2020)
- Sex Education (2019 – 2023)
- This Is Us (2016 – 2022)
- Entrevista com o Vampiro (2022 – atualmente)
- It’s a Sin (2021)
- Killing Eve: Dupla Obsessão (2018 – 2022)
- Generation (2021)
- Sense8 (2015 – 2018)
- Um Dia de Cada Vez (2017 – 2020)
- Please Like Me (2013 – 2016)
- Veneno (2020)
- Euphoria (2019 – atualmente)
- Heartstopper (2022 – 2024)
- Orange is the New Black (2013 – 2019)
- Steven Universo (2013 – 2019)
- Pose (2018 – 2021)
Personagens LGBTQIAPN+ estão cada vez mais presentes e atuantes nas produções de cinema e streaming, marcando uma evolução significativa na forma como são retratados. Essa nova era de narrativas traz histórias com mais tato, criatividade e engajamento, oferecendo uma representatividade que realmente ressoa. Para quem cresceu sentindo a falta desse suporte e para as novas gerações que chegam em um mundo mais acolhedor, essa mudança é fundamental.
Com centenas de títulos abordando a temática, o universo de opções é vasto. Então confira abaixo nossa lista completa de indicações, organizada em um ranking decrescente, onde o último título representa a melhor série em nossa curadoria.
Muito Esforçado (2025)
Título original: Overcompensating
95% no Rotten Tomatoes | 7,8 no IMDb
Onde assistir: Prime Video
A jornada caótica de Benny (Benito Skinner), um ex-jogador de futebol americano e rei do baile de formatura enrustido, ganha um novo rumo quando ele se aproxima de Carmen (Wally Baram), uma garota que busca a todo custo se encaixar. Juntos, esses amigos improváveis navegam pelos desafios da vida universitária, revelando verdades sobre si mesmos e a busca por aceitação.
O Ultimato: Queer Love (2023 – atualmente)
Título original: The Ultimatum: Queer Love
88% no Rotten Tomatoes | 6,7 no IMDb
Onde assistir: Netflix
No reality O Ultimato: Queer Love, cinco casais do sexo feminino e pessoas não binárias que vivem relacionamentos duradouros encaram a derradeira prova de fogo: decidir entre o casamento ou a separação. Com o relógio correndo, eles se veem diante de escolhas transformadoras, testando seus laços e revelando a verdade sobre seus sentimentos em meio a novos encontros e dilemas. A pressão aumenta, levando a momentos de grande emoção e reviravoltas inesperadas.
O Professor (2024 – atualmente)
Título original: English Teacher
98% no Rotten Tomatoes | 7,4 no IMDb
Onde assistir: Disney+
Nesta série de comédia, Evan Marquez (Brian Jordan Alvarez) é um professor gay no Texas que enfrenta as complexidades do ensino médio. Entre os desafios pessoais, profissionais e políticos, Evan navega com humor e perspicácia por situações cotidianas, enquanto tenta inspirar seus alunos e se manter fiel a si mesmo em um ambiente nem sempre acolhedor.
O Namorado (2024 – atualmente)
Título original: Bôifurendo
Título popular: The Boyfriend
100% no Rotten Tomatoes | 7,8 no IMDb
Onde assistir: Netflix
Em O Namorado, um reality show que celebra o amor e a diversidade, vários homens dividem o mesmo teto por um mês, enquanto colaboram na administração de um trailer de café. O objetivo final dessa convivência e trabalho em equipe é claro: encontrar sua alma gêmea e formar um novo relacionamento.
Kaos (2024)
77% no Rotten Tomatoes | 7,4 no IMDb
Onde assistir: Netflix
Na trama de Kaos, com a discórdia reinando no Monte Olimpo e o poderoso Zeus (Jeff Goldblum) à beira da paranoia, três mortais estão destinados a mudar o futuro da humanidade. O elenco conta também com nomes como Billie Piper, David Thewlis e Janet McTeer.
Yellowjackets (2021 – atualmente)
92% no Rotten Tomatoes | 7,7 no IMDb
Onde assistir: Netflix e Paramount+
Em Yellowjackets, um time de jogadoras de futebol do ensino médio se transforma em um clã de selvagens após seu avião cair em uma região inóspita e remota. A série acompanha a luta brutal das sobreviventes pela vida na natureza selvagem e, anos depois, revela que o horror vivido ali está longe de terminar, continuando a assombrar todas no presente.
Entre as sobreviventes, Shauna (Melanie Lynskey/Sophie Nélisse) tem um relacionamento complexo que se estende por sua vida adulta. Taissa (Tawny Cypress/Jasmin Savoy Brown) lida com as repercussões de sua experiência no passado enquanto tenta manter uma vida política no presente, e Van (Lauren Ambrose/Liv Hewson), cuja resiliência é notável, tem um relacionamento importante com Taissa.
Operação: Lioness (2023 – atualmente)
Título original: Lioness
73% no Rotten Tomatoes | 7,8 no IMDb
Onde assistir: Netflix e Paramount+
Inspirado por um programa militar americano, Operação Lioness segue as agentes Joe McNamara (Zoë Saldaña), Kaitlyn Meade (Nicole Kidman) e Cruz Manuelos (Laysla De Oliveira) enquanto elas embarcam em uma perigosa missão secreta para impedir o próximo 11 de setembro.
Mary & George (2024)
94% no Rotten Tomatoes | 6,8 no IMDb
Onde assistir: Globoplay
Na série Mary & George, a ambiciosa Mary Villiers (Julianne Moore), Condessa de Buckingham, está determinada a elevar o status social de sua família. Para isso, ela fará de tudo para que seu belo e carismático filho, George Villiers (Nicholas Galitzine), caia nas boas graças do Rei Jaime I (Tony Curran) da Inglaterra.
Agatha Desde Sempre (2024)
Título original: Agatha All Along
84% no Rotten Tomatoes | 7,2 no IMDb
Onde assistir: Disney+
Após finalmente escapar da cidade de Westview, Agatha Harkness (Kathryn Hahn) inicia sua busca para recuperar seus poderes. A série mergulha no universo da bruxa, que se tornou um ícone após sua participação em WandaVision, explorando seu passado e seus novos desafios. Nessa jornada, um garoto misterioso interpretado por Joe Locke, tem um papel crucial ao lado dela. Além disso, a série também apresenta a bruxa Rio Vidal (Aubrey Plaza), com quem Agatha possui uma história complexa.
Como Morrer Sozinha (2024)
Título original: How to Die Alone
92% no Rotten Tomatoes | 6,9 no IMDb
Onde assistir: Disney+
Em Como Morrer Sozinha, Mel (Natasha Rothwell) é uma mulher sem perspectivas que trabalha no aeroporto JFK. Ela nunca se apaixonou e esqueceu como é sonhar, até que um encontro acidental com a morte a leva para um caminho inesperado. A partir disso, a produção explora temas de autodescoberta, superação e a busca por significado em meio às complexidades da vida adulta.
What It Feels Like For A Girl (2025)
100% no Rotten Tomatoes | 8,6 no IMDb
Onde assistir: indisponível no momento
A série acompanha Byron (Ellis Howard), um adolescente gay em busca de liberdade e autoconhecimento. Ele foge de seu pequeno vilarejo para a efervescente cena noturna do submundo de Nottingham. Lá, o jovem se envolve com Lady Die (Laquarn Lewis) e seu coletivo de mulheres que o acolhe e o ajuda a descobrir sua verdadeira identidade, vivendo a vida da maneira que ele realmente deseja.
Alta Fidelidade (2020)
Título original: High Fidelity
86% no Rotten Tomatoes | 7,7 no IMDb
Onde assistir: Disney+
A versão em série de Alta Fidelidade moderniza a obra de Nick Hornby, entregando um protagonismo feminino cativante com Rob (Zoë Kravitz). Dona de uma loja de discos no Brooklyn, Rob é uma mulher bissexual que, em meio a crises pessoais de amigos e um coração dilacerado, revisita seus cinco piores términos para entender o porquê da sua vida amorosa ser tão desastrosa.
A Comissária de Bordo (2020)
Título original: The Flight Attendant
91% no Rotten Tomatoes | 7,1 no IMDb
Onde assistir: HBO Max
A vida da comissária de bordo Cassie Bowden (Kaley Cuoco) vira de cabeça para baixo quando ela acorda em um quarto de hotel em Bangkok ao lado de um homem morto, mas sem nenhuma lembrança do que aconteceu na noite anterior. A partir disso, ela tenta montar o quebra-cabeça da noite fatídica, enquanto lida com a paranoia, a investigação do FBI e os segredos sombrios de sua própria vida.
A Very English Scandal (2018)
97% no Rotten Tomatoes | 7,7 no IMDb
Onde assistir: Prime Video
A Very English Scandal retrata o escândalo real envolvendo Jeremy Thorpe (Hugh Grant), líder do Partido Liberal, que tenta desesperadamente ocultar seu relacionamento com Norman Scott (Ben Whishaw), um homem com quem teve um caso. Ao passo que Thorpe luta para proteger sua carreira política e manter seu segredo, ele se vê cada vez mais ameaçado pela presença de Scott.
Jessica Jones (2015 – 2019)
83% no Rotten Tomatoes | 7,9 no IMDb
Onde assistir: Disney+
Na série, após o trágico e traumático fim de sua carreira como super-heroína, Jessica Jones (Krysten Ritter) tenta reconstruir sua vida e lidar com o transtorno de estresse pós-traumático, se reinventando como investigadora particular em Nova York e se especializando em casos envolvendo pessoas com habilidades notáveis. Nesse novo caminho, ela ocasionalmente interage com a advogada Jeri Hogarth (Carrie-Anne Moss), que muitas vezes a contrata para casos complexos e tem seu próprio arco em paralelo envolvendo seus relacionamentos com outras mulheres.
A Maldição da Mansão Bly (2020)
Título original: The Haunting of Bly Manor
87% no Rotten Tomatoes | 7,4 no IMDb
Onde assistir: Netflix
Na história da série de terror A Maldição da Residência Bly, a babá norte-americana Dani Clayton (Victoria Pedretti) chega à remota e misteriosa Bly Manor, uma propriedade inglesa. Contratada para cuidar das crianças órfãs Miles (Benjamin Evan Ainsworth) e Flora (Amelie Bea Smith), Dani logo começa a testemunhar aparições perturbadoras que revelam segredos sombrios do passado da mansão, ao mesmo tempo em que desenvolve um romance importante com a jardineira Jamie (Amelia Eve).
Looking (2014 – 2015)
90% no Rotten Tomatoes | 8,2 no IMDb
Onde assistir: HBO Max
Uma das melhores séries gays de todos os tempos acompanha três melhores amigos que moram em San Francisco: Patrick Murray (Jonathan Groff), um designer de videogames, Agustín Lanuez (Frankie J. Alvarez), um aspirante a artista, e Dom Basaluzzo (Murray Bartlett), um garçom que sonha em abrir seu próprio restaurante. Juntos, eles compartilham as nuances e complexidades dos relacionamentos contemporâneos, enquanto exploram uma variedade de possibilidades, tanto no amor quanto na vida.
Banana (2015)

100% no Rotten Tomatoes | 7,5 no IMDb
Onde assistir: indisponível no momento
Por meio de oito histórias antológicas, Banana acompanha as várias nuances de vivências de personagens LGBTQIAPN+. Cada episódio se concentra em uma narrativa única de um personagem em específico que lida com amores, perdas e desilusões.
Scotty (Letitia Wright), por exemplo, é uma jovem lésbica que lida com um amor não correspondido. Já Dean (Fisayo Akinade) guarda segredos e mantém um caso com um homem misterioso de Newcastle. Sian (Georgia Henshaw) está dividida entre sua namorada, Violet (Hannah John-Kamen), e sua mãe superprotetora, Vanessa (Lynn Hunter). Helen (Bethany Black) tem um ex que não a deixa em paz.
The Bisexual (2018)
91% no Rotten Tomatoes | 6,5 no IMDb
Onde assistir: indisponível no momento
Nesta série LGBT, Leila (Desiree Akhavan) é uma nova-iorquina que mora em Londres que decide dar um tempo em seu relacionamento de longa data com a namorada Sadie (Maxine Peake). Em busca de novas experiências, ela se muda para a casa de um novo colega de quarto, Gabe (Brian Gleeson), que se torna seu ajudante e confidente enquanto a jovem navega pelo mundo cômico dos encontros,
A Casa Coruja (2020 – 2023)
Título original: The Owl House
100% no Rotten Tomatoes | 8,5 no IMDb
Onde assistir: Disney+
Nesta série de animação repleta de personagens LGBTQIAPN+, Luz Noceda (Sarah-Nicole Robles) é uma adolescente humana que acidentalmente é transportada para o Reino dos Demônios. Lá, ela se torna aprendiz da excêntrica e poderosa bruxa rebelde Eda Clawthorne (Wendie Malick), a Mulher Coruja, e do pequeno e destemido guerreiro King (Alex Hirsch). Juntos, eles lutam contra as forças do mal e as rígidas regras da sociedade mágica, enquanto Luz busca aprender magia e encontrar seu lugar em um mundo que a aceita como ela é.
Everything’s Gonna Be Okay (2020 – 2021)
97% no Rotten Tomatoes | 7,4 no IMDb
Onde assistir: indisponível no momento
A vida de Nicholas (Josh Thomas), um jovem autista e abertamente gay, vira de cabeça para baixo com a morte prematura de seu pai. Além da perda devastadora, ele se vê com a inesperada responsabilidade de “segurar a barra” e ser o guardião de suas duas meias-irmãs adolescentes: Matilda (Kayla Cromer), que compartilha seu diagnóstico de autismo, e Genevieve (Maeve Press).
I am Not Okay With This (2020)
86% no Rotten Tomatoes | 7,5 no IMDb
Onde assistir: Netflix
I am Not Okay With This acompanha Sydney Novak (Sophia Lillis), uma adolescente introvertida que lida com as turbulências típicas do ensino médio, um drama familiar complicado e uma paixão secreta por sua melhor amiga, Dina (Sofia Bryant). Para complicar ainda mais sua vida, Sydney precisa aprender a controlar seus superpoderes, que se manifestam de acordo com suas emoções.
Disque Amiga para Matar (2019 – 2022)
Título original: Dead to Me
88% no Rotten Tomatoes | 7,9 no IMDb
Onde assistir: Netflix
Nesta série, a vida de Jen Harding (Christina Applegate) vira de cabeça para baixo quando ela perde o marido em um trágico acidente de carro. Em busca de apoio, ela participa de uma sessão de terapia em grupo para pessoas enlutadas, onde faz amizade com Judy Hale (Linda Cardellini), uma mulher bissexual, excêntrica e divertida. As duas se aproximam rapidamente nesse momento difícil, formando uma amizade improvável e intensa. No entanto, Jen mal sabe que Judy esconde segredos que prometem virar seu mundo de cabeça para baixo novamente.
The Umbrella Academy (2019 – 2023)
86% no Rotten Tomatoes | 7,9 no IMDb
Onde assistir: Netflix
Na série, um grupo de irmãos com poderes extraordinários foram adotados e treinados por um excêntrico bilionário. Após passarem muito tempo afastados, eles se reúnem devido à morte misteriosa de seu pai.
Os irmãos são Luther (Tom Hopper), Diego (David Castañeda), Allison (Emmy Raver-Lampman), Klaus (Robert Sheehan), que tem sua sexualidade explorada na série, Cinco (Aidan Gallagher) e Viktor (Elliot Page), cuja jornada inclui a importante transição de gênero. Juntos, essa família de super-heróis precisa lidar com segredos sombrios, enfrentar viagens no tempo, assassinos implacáveis e múltiplas ameaças enquanto o mundo acaba.
Atypical (2017 – 2021)
90% no Rotten Tomatoes | 8,2 no IMDb
Onde assistir: Netflix
A série acompanha Sam Gardner (Keir Gilchrist), um adolescente no espectro autista que, em busca de maior independência e de uma vida mais típica, decide que é hora de arrumar uma namorada. Sua jornada rumo à autonomia e ao autoconhecimento impulsiona toda a sua família – sua mãe Elsa (Jennifer Jason Leigh), seu pai Doug (Michael Rapaport) e sua irmã Casey (Jack Haven) – a vivenciar transformações e a se entender melhor. É nesse contexto que Casey também embarca em sua própria jornada, explorando a própria sexualidade.
Despachos de Outro Lugar (2020)
Título original: Dispatches from Elsewhere
85% no Rotten Tomatoes | 6,9 no IMDb
Onde assistir: indisponível no momento
Em Despachos de Outro Lugar, Peter (Jason Segel), um funcionário de tecnologia com uma vida monótona; Simone (Eve Lindley), uma mulher trans em busca de conexão; Fredwynn (André Benjamin), um homem brilhante, mas paranoico; e Janice (Sally Field), uma dona de casa, sentem que algo está faltando em suas existências. Reunidos por acaso, eles tropeçam em um quebra-cabeça intrigante que os leva para uma aventura inesperada.
Easy (2016 – 2019)

90% no Rotten Tomatoes | 6,9 no IMDb
Onde assistir: Netflix
Criada e dirigida por Joe Swanberg, Easy é uma série antológica da Netflix que apresenta um olhar eclético e multifacetado sobre as diversas faces do amor, sexo e relacionamentos no complexo mundo digital contemporâneo. Cada episódio é uma história independente que explora a vida de diferentes moradores de Chicago, abordando temas como monogamia, infidelidade, novas tecnologias e as surpresas da vida adulta.
Uma das histórias abordadas nas três temporadas é a do casal composto por Jo (Jacqueline Toboni) e Chase (Kiersey Clemons), que explora um relacionamento lésbico com suas próprias particularidades, desafios e situações inusitadas.
Shameless (2010 – 2021)

82% no Rotten Tomatoes | 8,6 no IMDb
Onde assistir: HBO Max
Na versão americana de Shameless, acompanhamos a caótica e disfuncional família Gallagher. O patriarca Frank (William H. Macy) é um alcoólatra inveterado que passa a maior parte do tempo bebendo em bares e fugindo de suas responsabilidades. Enquanto isso, seus seis filhos tentam se virar como podem em meio ao comportamento irresponsável do pai. Juntos, eles formam uma família pouco convencional, marcada pela pobreza, lealdade e um humor ácido.
Entre os personagens principais, temos o Ian Gallagher (Cameron Monaghan), um dos filhos do meio, que tem um dos arcos mais significativos da série, explorando sua identidade como homem gay e seu relacionamento com Mickey Milkovich (Noel Fisher), uma das relações mais amadas pelos fãs.
Orphan Black (2013 – 2017)

93% no Rotten Tomatoes | 8,3 no IMDb
Onde assistir: indisponível no momento
A trama começa com Sarah Manning (Tatiana Maslany), uma órfã britânica com um passado de pequenos delitos, que testemunha o suicídio chocante de uma mulher idêntica a ela. Impulsivamente, Sarah decide assumir a identidade da falecida, esperando resolver seus próprios problemas financeiros. No entanto, sua decisão a introduz automaticamente em uma conspiração perigosa ao descobrir que a mulher era, na verdade, seu clone, e que existem muitas outras “irmãs” espalhadas pelo mundo. A série se tornou popular na época do lançamento e conquistou o coração dos fãs com o casal sáfico Cosima Niehaus (Maslany) e Delphine Cormier (Évelyne Brochu).
Unbreakable Kimmy Schmidt (2015 – 2020)
96% no Rotten Tomatoes | 7,6 no IMDb
Onde assistir: Netflix
Após passar 15 anos presa em uma seita apocalíptica, Kimmy Schmidt (Ellie Kemper) é resgatada e decide recuperar sua vida e o tempo perdido, aventurando-se com grande entusiasmo em Nova York. Lá, ela aluga um quarto de Titus Andromedon (Tituss Burgess), um homem gay aspirante a ator da Broadway, que se sustenta como artista de rua na Times Square. Essa dupla improvável descobre que, na verdade, forma uma parceria perfeita. Titus reintroduz Kimmy à vida moderna e suas peculiaridades, enquanto ela, com seu otimismo inabalável, fornece a ele a inspiração e o apoio necessários para perseguir seus sonhos.
Twenties (2020 – atualmente)
88% no Rotten Tomatoes | 6,7 no IMDb
Onde assistir: indisponível no momento
Criada por Lena Waithe, a trama semi-autobiográfica de Twenties acompanha Hattie (Jojo T. Gibbs), uma jovem escritora negra e lésbica, e suas duas melhores amigas heterossexuais, Marie (Christina Elmore) e Nia (Gabrielle Graham). Juntas, elas embarcam nos desafios da vida adulta, buscando seus sonhos e lidando com o cotidiano agitado de Los Angeles.
The Other Two (2019 – atualmente)
97% no Rotten Tomatoes | 7,8 no IMDb
Onde assistir: HBO Max
Em uma das melhores séries de comédia atuais, os irmãos Cary Dubek (Drew Tarver), um aspirante a ator, e Brooke Dubek (Heléne Yorke), uma ex-dançarina profissional, lutam para encontrar seu lugar no mundo profissionalmente e pessoalmente enquanto lidam com a fama repentina na internet de seu irmão mais novo, Chase Dubek (Case Walker), um astro pop de 13 anos.
One Mississippi (2015 – 2017)
96% no Rotten Tomatoes | 7,5 no IMDb
Onde assistir: indisponível no momento
Na trama de One Mississippi, a comediante Tig Notaro (interpretada por ela mesma) retorna à sua cidade natal no Mississippi após a trágica morte de sua mãe. Ainda se recuperando de seus próprios problemas de saúde, Tig luta para encontrar equilíbrio e lidar com a imensa perda da única pessoa em sua vida que verdadeiramente a entendia.
A Vida Sexual das Universitárias (2022)
Título original: The Sex Lives of College Girls
73% no Rotten Tomatoes | 7,7 no IMDb
Onde assistir: HBO Max
Na série A Vida Sexual das Universitárias, as colegas de quarto Kimberly Fardig (Pauline Chalamet), Bela Malhotra (Amrit Kaur), Leighton Murray (Renée Rapp) e Whitney Chase (Alyah Chanelle Scott) aproveitam a recém-descoberta liberdade no prestigioso campus do Essex College e passam por todos os tipos de situação juntas.
Com uma mistura de humor e sinceridade, a produção explora as experiências comuns da vida universitária, da amizade, do ambiente acadêmico e da sexualidade. Com isso, acompanhamos a jornada de autodescoberta de Leighton, sua aceitação como mulher lésbica e as experiências que se desdobram dessa aceitação.
Girls5eva (2021 – atualmente)
96% no Rotten Tomatoes | 7,2 no IMDb
Onde assistir: Netflix
Em Girls5eva, uma girl group de sucesso dos anos 1990 tem uma segunda chance de alcançar a fama quando um jovem rapper faz um sample de uma de suas músicas. Dawn Solsberry (Sara Bareilles), Wickie Roy (Renée Elise Goldsberry), Gloria McManus (Paula Pell) e Summer Dutkowsky (Busy Philipps) se reúnem para tentar, mais uma vez, conquistar o estrelato.
Além da história ser repleta de humor e nostalgia, acompanhamos o desenvolvimento de Gloria por meio das experiências, relacionamentos e desafios que enfrenta quanto uma mulher lésbica.
High School (2022)
100% no Rotten Tomatoes | 7,6 no IMDb
Onde assistir: indisponível no momento
Inspirada nas memórias da dupla Tegan (Railey Gilliland) e Sara (Seazynn Gilliland), uma das melhores séries sáficas acompanha as irmãs gêmeas em sua jornada pela adolescência nos anos 1990, imersas na cultura grunge e rave. Elas lidam com a pressão da identidade, a competição e o amor, enquanto descobrem sua paixão pela música e por outras garotas.
Uma Equipe Muito Especial (2022)
Título original: A League of Their Own
95% no Rotten Tomatoes | 7,6 no IMDb
Onde assistir: Prime Video
Ambientada em 1943 e baseada no filme homônimo, uma das melhores séries sáficas acompanha Carson Shaw (Abbi Jacobson) que viaja até Chicago para fazer um teste para a recém-formada Liga de Beisebol Profissional Feminina All-American Girls. Lá, ela não apenas encontra a oportunidade de jogar profissionalmente, mas também conhece Max Chapman (Chanté Adams), uma talentosa arremessadora negra que sonha em jogar, apesar das barreiras raciais e de gênero, e uma comunidade de mulheres diversas que expandem seu mundo de maneiras inesperadas.
The Last of Us (2023 – atualmente)
94% no Rotten Tomatoes | 8,6 no IMDb
Onde assistir: HBO Max
Na adaptação para as telas, o sobrevivente Joel (Pedro Pascal) e a jovem Ellie (Bella Ramsey) criam uma conexão profunda em meio à brutalidade de um mundo pós-apocalíptico. Juntos, eles enfrentam circunstâncias desoladoras, humanos hostis e monstros impiedosos durante uma perigosa jornada pelos Estados Unidos, devastado por um surto que transformou a sociedade.
Além da relação central da dupla, a série explora também a sexualidade de Ellie, revelada em seu relacionamento com Riley (Storm Reid) e posteriormente com Dina (Isabela Merced). Outro episódio marcante é o arco de Bill (Nick Offerman) e Frank (Murray Bartlett), um casal gay que construiu uma vida juntos em meio ao apocalipse, oferecendo ao público um retrato comovente de amor e resiliência.
Garotos Detetives Mortos (2024)
Título original: Dead Boy Detectives
92% no Rotten Tomatoes | 7,5 no IMDb
Onde assistir: Netflix
A história de Garotos Detetives Mortos acompanha Edwin Paine (George Rexstrew) e Charles Rowland (Jayden Revri), dois adolescentes fantasmas com vivências dentro do espectro da diversidade que, junto com a vidente Crystal Palace (Kassius Nelson), trabalham resolvendo mistérios para clientes sobrenaturais. Eles operam a “Agência de Detetives Mortos”, ajudando almas perdidas e investigando casos que nem vivos nem mortos conseguem resolver.
A Casa das Flores (2018 – 2020)
Título original: La casa de las flores
Título popular: The House of Flowers
78% no Rotten Tomatoes | 7,5 no IMDb
Onde assistir: Netflix
Em A Casa das Flores, a matriarca Virgínia de la Mora (Verónica Castro) se esforça incansavelmente para manter a imagem de perfeição de sua tradicional família e de sua floricultura. No entanto, tudo desmorona quando a amante de seu marido, Ernesto (Arturo Ríos), traz à tona segredos chocantes, revelando uma série de intrigas e mentiras que abalam as estruturas da família.
We Are Who We Are (2020)
90% no Rotten Tomatoes | 7,3 no IMDb
Onde assistir: indisponível no momento
A série acompanha a vida de dois adolescentes americanos que vivem em uma base militar dos Estados Unidos na Itália: o introspectivo Fraser Wilson (Jack Dylan Grazer), que se muda para a base com suas mães, a comandante Sarah Wilson (Chloë Sevigny) e Maggie Teixeira (Alice Braga), e a confiante Caitlin Poythress (Jordan Kristine Seamón). Eles exploram os limites de sua amizade, suas identidades e o turbulento período da adolescência.
Dirigida por Luca Guadagnino, a história é conhecida por sua abordagem sensível e explícita das descobertas sexuais e de gênero. Fraser questiona sua própria identidade e atração, enquanto Caitlin explora sua fluidez de gênero e orientação sexual.
Modern Family (2009 – 2020)

85% no Rotten Tomatoes | 8,5 no IMDb
Onde assistir: Disney+
Com uma narração de documentarista falso, a série oferece uma perspectiva honesta e muitas vezes hilária do cotidiano de uma grande família.
O casal Phil (Ty Burrell) e Claire Dunphy (Julie Bowen) deseja ter um relacionamento honesto com seus três filhos, mas aqui se trata de uma adolescente que tenta amadurecer rápido demais, uma filha muito esperta para sua idade e um filho em crise, então o desafio é bem grande. Jay Pritchett (Ed O’Neill) e a esposa Gloria (Sofia Vergara) criam o filho ao mesmo tempo que lidam com os problemas trazidos pela grande diferença de idade. E o casal Mitchell Pritchett (Jesse Tyler Ferguson) e Cameron Tucker (Eric Stonestreet) enfrentam novos desafios após a adoção de uma criança do Vietnã.
The Bold Type (2017 – 2021)
89% no Rotten Tomatoes | 7,8 no IMDb
Onde assistir: Prime Video
Em The Bold Type, as jovens Jane Sloan (Katie Stevens), Kat Edison (Aisha Dee) e Sutton Brady (Meghann Fahy) trabalham na redação da revista feminina Scarlet, em Nova York. Elas tentam equilibrar suas ambiciosas carreiras, romances, amizades e a intensidade da vida na cidade grande. Um dos arcos centrais é o de Kat, que se apaixona por Adena El-Amin (Nikohl Boosheri), uma artista muçulmana e ativista e passa a conhecer mais a si mesma e sua própria sexualidade.
Dickinson (2019 – 2021)
92% no Rotten Tomatoes | 7,6 no IMDb
Onde assistir: AppleTV+
Dickinson é uma série baseada na vida e nas obras da poeta Emily Dickinson (interpretada por Hailee Steinfeld). A trama acompanha a história de amadurecimento de Emily e sua determinação em conquistar seus sonhos, desafiando as convenções de sua época. A produção se destaca por um enredo conciso, leve e jovem, remetendo à estética de Sofia Coppola em Maria Antonieta (2006) ao mesclar figurinos e traços históricos com elementos contemporâneos, como a trilha sonora moderna, as falas, as danças e os comportamentos dos jovens personagens.
Um dos pilares centrais da série é o relacionamento entre a jovem e Sue Gilbert (Ella Hunt). O amor entre elas não é tratado como um spoiler, mas sim um fato escancarado desde os primeiros minutos do episódio piloto. Essa abordagem direta e imediata é uma grande conquista para a representatividade, especialmente em tramas que envolvem relacionamentos lésbicos, que muitas vezes demoram a se desenvolver ou são exploradas de forma discreta.
She-Ra e as Princesas do Poder (2018 – 2020)
Título original: She-Ra and the Princesses of Power
96% no Rotten Tomatoes | 8,0 no IMDb
Onde assistir: Netflix
Neste reboot animado da série dos anos 1980, , uma menina órfã, é transformada na poderosa guerreira She-Ra por uma espada mágica. Com seus novos poderes, ela une uma rebelião para lutar contra as forças do mal que ameaçam o planeta Etheria.
A trama desenvolve um relacionamento complexo e central entre She-Ra e sua antiga melhor amiga e rival, Catra (AJ Michalka), que acaba se tornando um romance e um dos pontos altos da série. Além disso, a produção apresenta uma variedade de personagens não binários e relacionamentos diversos, como os de Spinnerella (Christine Woods) e Netossa (Krystal Joy Brown), solidificando seu lugar como um marco na representatividade em animações infanto-juvenis.
Arlequina (2019 – atualmente)
Título original: Harley Quinn
97% no Rotten Tomatoes | 8,5 no IMDb
Onde assistir: HBO Max
Nessa irreverente animação para adultos, Arlequina (Kaley Cuoco) finalmente rompe seu conturbado relacionamento com o Coringa. Agora livre, ela embarca na jornada de trilhar seu próprio caminho como a Rainha do Crime de Gotham City, buscando estabelecer seu império ao lado de sua melhor amiga e eventual interesse amoroso, Hera Venenosa (Lake Bell).
Glee (2009 – 2015)

70% no Rotten Tomatoes | 6,8 no IMDb
Onde assistir: Disney+
Glee foi um verdadeiro marco para muitos jovens que estavam em processo de autodescoberta de suas orientações sexuais e identidades de gênero.
Na sua premissa, o otimista professor Will Schuester (Matthew Morrison) embarca na missão de inspirar um grupo de estudantes a reformar o antigo e outrora bem-sucedido coral da escola McKinley. No entanto, o novo grupo não colabora muito, sendo composto por membros como a ambiciosa soprano Rachel Berry (Lea Michele), o estudante Kurt Hummel (Chris Colfer), que lida com o bullying por ser gay e busca aceitação, a líder de torcida Quinn Fabray (Dianna Agron) e o guitarrista Finn Hudson (Cory Monteith).
A série também apresentou a jornada de autoaceitação da personagem Santana Lopez (Naya Rivera), que eventualmente se assume como uma mulher lésbica, e de Brittany S. Pierce (Heather Morris), que se identifica como bissexual, formando “Brittana” um dos casais mais queridos pelos fãs.
Elite (2018 – atualmente)
93% no Rotten Tomatoes | 7,3 no IMDb
Onde assistir: Netflix
Os três adolescentes Samuel García (Itzan Escamilla), Christian Varela (Miguel Herrán) e Nadia Shana (Mina El Hammani) ganham uma bolsa de estudos no prestigiado colégio Las Encinas. No lugar, eles enfrentam preconceito, formam laços inesperados, se apaixonam e se deparam com um crime violento que abala a estrutura da instituição.
Em termos de diversidade, a série LGBT traz personagens como Omar Shana (Omar Ayuso), irmão de Nadia, que tem um relacionamento com Ander Muñoz (Arón Piper), filho da diretora; Polo Benavent (Álvaro Rico) e Rebeka Parrilla (Claudia Salas) que também exploram a fluidez de suas sexualidades.
Lei & Desordem (2013 – 2021)
Título original: Brooklyn Nine-Nine
95% no Rotten Tomatoes | 8,4 no IMDb
Onde assistir: Netflix
Na série, Jake Peralta (Andy Samberg) é um detetive brilhante, mas imaturo, que nunca precisou se preocupar em seguir as regras. Tudo muda quando o exigente Capitão Raymond Holt (Andre Braugher) assume o comando de seu esquadrão, forçando Jake a aprender a trabalhar em equipe. A série, uma comédia hilária sobre o cotidiano de uma delegacia de polícia em Nova York, também se destaca por sua representatividade por meio da detetive Rosa Diaz (Stephanie Beatriz) que apresenta um arco importante ao longo da série, onde ela se assume bissexual para seus colegas e família.
Irma Vep (2022)
95% no Rotten Tomatoes | 6,8 no IMDb
Onde assistir: HBO Max
Em Irma Vep, a estrela de cinema Mira (Alicia Vikander) viaja para a França, desiludida com sua carreira e recém-saída de um término com sua ex-namorada Laurie (Adria Arjona). Seu objetivo é estrelar Irma Vep, um remake de Les Vampires, um clássico do cinema mudo francês. A trama mergulha na fluidez da identidade, tanto pessoal quanto artística, em meio ao caos da criação e da paixão.
The L Word (2004 – 2009)
7,7 no IMDb
Onde assistir: indisponível no momento
Considerada quase uma bíblia para mulheres que se relacionam com mulheres, The L Word permanece um clássico inegável, apesar de conter situações datadas e até problemáticas para a geração atual. A série apresenta histórias cruzadas sobre a vida e os amores de um grupo de mulheres lésbicas e bissexuais em Los Angeles.
Com a intensidade de uma novela, a trama é repleta de altos e baixos, reviravoltas e amores impossíveis. O público acompanha as complexas jornadas de personagens como Bette Porter (Jennifer Beals), uma curadora de arte ambiciosa; Tina Kennard (Laurel Holloman), sua parceira; Shane McCutcheon (Katherine Moennig), uma cabeleireira com um passado conturbado e diversos romances; Alice Pieszecki (Leisha Hailey), uma jornalista bissexual que cria um gráfico interconectado de todas as relações lésbicas e bissexuais de Los Angeles; e Jenny Schecter (Mia Kirshner), uma escritora que explora sua sexualidade ao longo da série.
Grace e Frankie (2016 – 2022)
90% no Rotten Tomatoes | 8,2 no IMDb
Onde assistir: Netflix
Na história desta série, Grace (Jane Fonda) e Frankie (Lily Tomlin) estão encarando a temida terceira idade, mas não da forma que imaginavam. Quando os seus respectivos maridos revelam que estão apaixonados um pelo outro, e planejam se casar, a vida delas é virada de cabeça para baixo.
Crônicas de San Francisco (2019)
Título original: Armistead Maupin’s Tales of the City
82% no Rotten Tomatoes | 7,4 no IMDb
Onde assistir: Netflix
Esta é uma sequência limitada da minissérie de 1993, inspirada na aclamada série de livros Tales of the City de Armistead Maupin. Laura Linney e Olympia Dukakis reprisam seus papéis da produção original, trazendo de volta personagens queridos. Na trama, ao retornar a San Francisco, Mary Ann (Linney) se reencontra com seu filho Shawna Hawkins (Elliot Page) e seu ex-marido Brian (Paul Gross), 20 anos depois de tê-los deixado para seguir sua carreira. Enquanto foge de uma crise de meia-idade que surgiu de sua vida aparentemente perfeita em Connecticut, Mary Ann é rapidamente atraída de volta por Anna Madrigal (Dukakis) e sua família escolhida.
Com Amor, Victor (2020 – 2022)
Título original: Love, Victor
92% no Rotten Tomatoes | 8,0 no IMDb
Onde assistir: Disney+
Com Amor, Victor se passa no mesmo universo do filme Com Amor, Simon, que foi inspirado no aclamado romance para jovens adultos de Becky Albertalli, Simon vs. the Homo Sapiens Agenda, sobre um adolescente gay que é forçado a se assumir depois de ser chantageado. A série é estrelada por Michael Cimino no papel de Victor, que, assim como Simon, está em sua própria jornada de autodescoberta. Enfrentando desafios em casa, altos e baixos de uma nova escola e explorando sua orientação sexual, Victor procura Simon quando as coisas ficam muito difíceis.
Hora de Aventura (2010 – 2018)
Título original: Adventure Time
100% no Rotten Tomatoes | 8,6 no IMDb
Onde assistir: Netflix e HBO Max
Nesta série, Finn (Jonathan Frakes) e seu leal melhor amigo, o cão mágico Jake (John DiMaggio), embarcam em grandes aventuras na pós-apocalíptica Terra de Ooo. De viagens a reinos alucinantes a batalhas épicas contra vampiros e outras criaturas, a dupla está sempre pronta para enfrentar qualquer perigo. Em termos de representatividade, a animação conta com um dos casais mais amados pelos fãs, composto por Princesa Jujuba (Hynden Walch) e Marceline, a Rainha Vampira (Olivia Olson).
O Conto da Aia (2017 – 2025)
Título original: The Handmaid’s Tale
83% no Rotten Tomatoes | 8,4 no IMDb
Onde assistir: Paramount+, Globoplay e Disney+
Baseada no aclamado romance de Margaret Atwood, O Conto da Aia é ambientado em Gilead, uma sociedade totalitária que outrora foi parte dos Estados Unidos. Governada por um regime fundamentalista, Gilead enxerga as mulheres como propriedade do Estado, utilizando-as para tentar reverter a drástica queda da taxa de natalidade, agravada por desastres ambientais.
Nessa tentativa desesperada de repovoar a própria sociedade, as poucas mulheres férteis restantes são forçadas à servidão sexual como Aias. Uma dessas mulheres, June Osborne (Elisabeth Moss), está determinada a sobreviver a esse mundo aterrorizante e encontrar a filha que lhe foi tirada. A série também aborda as vidas e o sofrimento da comunidade LGBTQIAPN+ sob o regime de Gilead, que persegue e executa aqueles considerados “pecadores sexuais”. A personagem Emily Malek (Alexis Bledel), uma ex-professora universitária, é um exemplo potente dessa perseguição, sendo severamente punida por sser uma mulher lésbica.
Queer as Folk (1999 – 2000)
100% no Rotten Tomatoes | 8,2 no IMDb
Onde assistir: indisponível no momento
Queer as Folk acompanha as vidas de três homens gays em Manchester, Inglaterra: Stuart Alan Jones (Aidan Gillen), Vince Tyler (Craig Kelly) e Nathan Maloney (Charlie Hunnam). Considerada uma das séries gays pioneira, a trama mergulha em suas desventuras amorosas, amizades e desafios, explorando de forma crua e autêntica a cultura gay do final dos anos 1990.
Companheiros de Viagem (2023)
Título original: Fellow Travelers
90% no Rotten Tomatoes | 8,2 no IMDb
Onde assistir: Paramount+
No auge da homofobia nos Estados Unidos dos anos 1950, os caminhos de Hawkins Fuller (Matt Bomer) e Tim Laughlin (Jonathan Bailey), dois homens trabalhando na política, se cruzam. Apesar da constante ameaça de serem descobertos e das severas consequências que isso acarretaria, o amor ardente que sentem um pelo outro só se intensifica, tornando-se o cerne de um perigoso e secreto romance em um período de grande perseguição.
Queer Eye (2018 – atualmente)
93% no Rotten Tomatoes | 8,5 no IMDb
Onde assistir: Netflix
Nesta versão de Queer Eye, os especialistas Karamo Brown (comportamento), Jonathan Van Ness (cabelo), Bobby Berk (arquitetura), Antoni Porowski (gastronomia) e Tan France (estilo) unem seus talentos para promover transformações emocionantes. O Fab Five, como são conhecidos, ajuda homens e mulheres a repensarem não apenas seus guarda-roupas, mas também seus estilos de vida, resultando em mudanças inspiradoras.
Ela Quer Tudo (2017 – 2019)
Título original: She’s Gotta Have It
78% no Rotten Tomatoes | 6,9 no IMDb
Onde assistir: Netflix
O incrível cineasta Spike Lee revisita seu primeiro longa-metragem com esta série original da Netflix homônima. A artista bissexual Nola Darling (DeWanda Wise), do Brooklyn, luta para permanecer fiel a si mesma e a seus sonhos enquanto divide seu tempo entre seus amigos, seu trabalho e seus amantes. Além de criar a série, Lee dirige todos os episódios e atua como produtor executivo ao lado da esposa Tonya Lewis Lee.
Special (2019 – 2021)
98% no Rotten Tomatoes | 7,6 no IMDb
Onde assistir: Netflix
O ator e roteirista Ryan O’Connell estrela Special uma das melhores séries gays que também é baseada em suas próprias memórias. Nela, ele interpreta Ryan, um homem gay com paralisia cerebral que decide se libertar da identidade de “vítima” para buscar a vida que realmente deseja. Após anos de estágios sem perspectivas, escrevendo de pijama e se comunicando majoritariamente por mensagens de texto, o rapaz embarca em uma jornada de autodescoberta.
As Telefonistas (2017 – 2020)
Título original: Las chicas del cable
7,5 no IMDb
Onde assistir: Netflix
Pouco antes da crise financeira de 1929, a primeira companhia telefônica foi inaugurada em Madrid. Muitas mulheres, como as protagonistas Lídia Aguilar (Blanca Suárez), Marga Suárez (Nadia de Santiago), Carlota Rodríguez (Ana Fernández) e Sara Millán (Ana Polvorosa), almejam conseguir um emprego na empresa. Essa oportunidade representa não apenas uma ocupação, mas também um passo significativo em direção ao progresso e à igualdade em uma sociedade em transformação. Ao longo da história, temas como luta feminina, identidade de gênero e sexualidade são abordadas de forma explícita.
Schitt’s Creek (2015 – 2020)
93% no Rotten Tomatoes | 8,5 no IMDb
Onde assistir: indisponível no momento
Na trama, a outrora milionária família Rose – composta pelo patriarca Johnny (Eugene Levy), a extravagante matriarca Moira (Catherine O’Hara) e seus filhos David (Daniel Levy) e Alexis (Annie Murphy) – perde toda a sua fortuna. Isso acontece após um de seus sócios cometer uma fraude financeira de milhões. Quebrados e sem ter para onde ir, eles são forçados a se mudar para a pequena e excêntrica cidade de Schitt’s Creek, um local que Johnny havia comprado anos antes como uma brincadeira.
A série se destaca por seu humor inteligente e pela evolução tocante dos personagens, mas também por representatividade autêntica por meio de personagens LGBTQIAPN+. Um dos arcos centrais é o de David, que é abertamente pansexual.
Star Trek: Discovery (2017 – 2024)
85% no Rotten Tomatoes | 7,0 no IMDb
Onde assistir: Paramount+
Criado por Bryan Fuller e Alex Kurtzman, a história se passa dez anos antes de Kirk, Spock e Enterprise, o USS Discovery e sua tripulação descobrirem novos mundos e civilizações enquanto um oficial da Frota Estelar aprende a compreender novas culturas alienígenas. Como protagonista, Star Trek: Discovery tem a incrível Sonequa Martin-Green como Michael Burnham e ao seu lado, uma tripulação cativante que inclui Saru (Doug Jones), Sylvia Tilly (Mary Wiseman) e o casal Paul Stamets (Anthony Rapp) e Hugh Culber (Wilson Cruz).
Wynonna Earp (2016 – 2021)
92% no Rotten Tomatoes | 7,3 no IMDb
Onde assistir: indisponível no momento
A destemida Wynonna Earp (Melanie Scrofano) retorna à sua cidade natal com uma missão perigosa: combater os demônios que assombram o local. Herdeira de uma linhagem de caçadores, ela deve destruir as almas ressuscitadas e, para isso, precisa conquistar aliados. Além disso, a série conta com representatividade lésbica por meio do relacionamento entre Waverly Earp (Dominique Provost-Chalkley), a irmã de Wynonna, e a oficial Nicole Haught (Katherine Barrell). Conhecido carinhosamente pelos fãs como “WayHaught”, o romance entre as duas é um dos pilares da trama, oferecendo representatividade significativa em meio a batalhas sobrenaturais e dramas familiares.
Queer for Fear: A História do Terror Queer (2022)
Título original: Queer for Fear: The History of Queer Horror
100% no Rotten Tomatoes | 7,3 no IMDb
Onde assistir: indisponível no momento
Queer for Fear: A História do Terror Queer é um documentário que traz a relação entre a comunidade LGBTQIAPN+ e o gênero de terror. A série explora como a sensibilidade queer influenciou o horror desde suas origens literárias, passando por ícones do cinema gótico e pela representação subtextual de personagens, até chegar às narrativas explícitas contemporâneas. Através de análises e entrevistas com diversos criadores, a produção revela a presença da comunidade no terror, tanto na tela quanto por trás dela, e como o gênero serviu como um refúgio e uma forma de expressão para as experiências queer ao longo da história.
A Sete Palmos (2001 – 2005)
Título original: Six Feet Under
81% no Rotten Tomatoes | 8,7 no IMDb
Onde assistir: Netflix e HBO Max
Em um misto de ironia e humor sombrio, A Sete Palmos retrata pautas diretamente relacionadas à morte através dos olhos da família Fisher, proprietária e administradora de uma casa funerária em Los Angeles. Peter Krause estrela como Nate Fisher, que, após a morte repentina de seu pai, relutantemente se torna sócio da funerária.
Além de mergulhar nas complexidades das relações familiares e na inevitabilidade da mortalidade, a trama explora, de forma pioneira para a época, a diversidade por meio de personagens LGBTQIAPN+. Dentre eles, destaca-se a jornada de David Fisher (Michael C. Hall), irmão de Nate, que lida com sua homossexualidade em meio às expectativas familiares e sociais, e a irmã mais nova, Claire Fisher (Lauren Ambrose), que explora sua própria sexualidade e identidade ao longo da série.
We’re Here (2020 – 2024)
100% no Rotten Tomatoes | 8,2 no IMDb
Onde assistir: HBO Max
Em We’re Here, as drag queens Bob The Drag Queen, Eureka O’Hara e Shangela viajam para pequenas cidades dos Estados Unidos. Lá, elas recrutam e treinam moradores locais para participarem de uma apresentação única em drag em apenas uma noite. O reality vai além do espetáculo, explorando as histórias pessoais dos participantes e das comunidades, abordando temas de aceitação, identidade e o poder transformador da arte drag em ambientes que nem sempre são receptivos à diversidade.
RuPaul’s Drag Race (2009 – atualmente)
78% no Rotten Tomatoes | 8,5 no IMDb
Onde assistir: Netflix e Paramount+
Um fenômeno cultural no universo drag e LGBTQIAPN+, RuPaul’s Drag Race é um reality show apresentado por RuPaul, uma das drag queens mais famosas do mundo. Nele, diversas queens competem em desafios semanais pelo cobiçado título de America’s Next Drag Superstar.
A partir do sucesso estrondoso do programa original, uma franquia global se expandiu, dando origem a diversos spin-offs em diferentes países. Essas edições internacionais não apenas abriram mais portas para drags ao redor do mundo, como também ofereceram uma segunda chance no All Stars para queens que não conquistaram a coroa em suas temporadas de estreia, consolidando ainda mais o impacto do programa na cultura pop e na visibilidade drag.
Skins (2007 – 2013)
8,2 no IMDb
Onde assistir: indisponível no momento
Skins, criada por Bryan Elsley e seu filho Jamie Brittain, narra a história de um grupo de amigos de 16 a 18 anos em Bristol, Inglaterra. A produção acompanha três gerações” de jovens ao longo dos anos, abordando temas controversos como uso de drogas, sexualidade, gravidez na adolescência, transtornos de personalidade e hábitos alimentares.
A série conta com alguns dos personagens LGBTQIAPN+ mais icônicos, explorando a diversidade de experiências e identidades de seus personagens. Entre eles, destacam-se Maxxie Oliver (Mitch Hewer), um adolescente gay; Naomi Campbell (Lily Loveless), que explora sua bissexualidade em um romance complexo com Emily Fitch (Kathryn Prescott); e Franky Fitzgerald (Dakota Blue Richards), que lida com questões de identidade de gênero e sexualidade na terceira geração.
Buffy: A Caça-Vampiros (1997 – 2003)

Título original: Buffy the Vampire Slayer
85% no Rotten Tomatoes | 8,3 no IMDb
Onde assistir: Disney+
Nesta série, Sarah Michelle Gellar dá vida a Buffy Summers, a protagonista desta icônica série, baseada no filme de mesmo título. Buffy é uma jovem que, ao contrário de suas antecessoras, não luta sozinha. Ela faz parte de uma longa linhagem de guerreiras escolhidas para caçar e destruir vampiros, demônios e outras forças do mal, mas estabelece um grupo de amigos que a ajuda em suas batalhas, incluindo Xander Harris (Nicholas Brendon), Cordelia Chase (Charisma Carpenter) e Willow Rosenberg (Alyson Hannigan).
Ao se aprofundar nas vidas de seus personagens, podemos acompanhar o arco significativo de Willow, que descobre e aceita sua sexualidade, fato que a permite desenvolver um relacionamento amoroso com Tara Maclay (Amber Benson), tornando-se um dos casais lésbicos mais importantes e impactantes da televisão da época.
Pride (2021)
100% no Rotten Tomatoes | 7,3 no IMDb
Onde assistir: indisponível no momento
Pride é uma série documental que narra a jornada histórica da luta por direitos civis da população LGBTQIAPN+ nos Estados Unidos. Cada um dos episódios explora uma década crucial, dos anos 1950 aos 2000, detalhando como o movimento se articulou para combater a homofobia, bifobia, lesbofobia e transfobia em cada época. A produção destaca figuras importantes nessa batalha, como a pioneira ativista trans Christine Jorgensen, a renomada autora Susan Stryker e o icônico cineasta John Waters, oferecendo uma visão abrangente e emocionante da resiliência e das conquistas da comunidade.
Visible: Out on Television (2020)
100% no Rotten Tomatoes | 8,3 no IMDb
Onde assistir: AppleTV+
Visible: Out on Television é uma série documental que explora ainterseção entre o movimento LGBTQIAPN+ americano e a televisão. Utilizando uma rica combinação de imagens de arquivo e entrevistas impactantes, a produção investiga temas cruciais como a homofobia, a evolução da representatividade de personagens LGBTQIAPN+ nas telas e o desenvolvimento da pauta queer no universo televisivo, mostrando como a mídia refletiu e influenciou a luta por direitos e visibilidade.
Master of None (2015 – 2021)
94% no Rotten Tomatoes | 8,2 no IMDb
Onde assistir: Netflix
Baseada nas experiências reais de Aziz Ansari, a trama segue Dev (Ansari), um ator de Nova York que tenta alavancar sua carreira e engatar sua vida amorosa. Ele conta com a ajuda de um eclético grupo de amigos, que inclui Denise (Lena Waithe), cuja jornada de autodescoberta e relacionamento como uma mulher lésbica é um dos arcos mais interessantes da série. Além disso, a produção explora de forma perspicaz as nuances da vida moderna, abordando temas como relacionamentos, carreira, identidade cultural e as complexidades de ser um jovem adulto na cidade grande.
Hacks (2021–atualmente)
100% no Rotten Tomatoes | 8,2 no IMDb
Onde assistir: HBO Max
Em Hacks, uma relação de mentoria complexa e, por vezes, obscura se forma entre Deborah Vance (Jean Smart), uma lendária comediante de Las Vegas, e Ava Daniels (Hannah Einbinder), uma escritora de comédia de 25 anos. Enquanto Deborah tenta se manter relevante na cena do stand-up e Ava busca reconstruir sua carreira, as duas mulheres, de gerações e temperamentos distintos, se confrontam e se inspiram mutuamente. A série também explora a bissexualidade de Ava, que é um aspecto intrínseco de sua identidade e de seus relacionamentos, adicionando camadas de profundidade e representatividade à trama de forma bem-humorada.
Tipo Isso (2021 – 2024)
Título original: Sort Of
100% no Rotten Tomatoes | 7,3 no IMDb
Onde assistir: HBO Max
Nesta série LGBT, acompanhamos a vida de Sabi Mehboob (Bilal Baig), uma pessoa não binária millennial e a caçula de pais paquistaneses. A narrativa mergulha profundamente nas experiências de diversidade de gênero e orientação sexual, além de abordar a interseccionalidade cultural. Ela mostra Sabi navegando entre as expectativas da família tradicional, a busca por autonomia profissional e pessoal, e a constante descoberta de si mesma em um mundo em transformação.
Work in Progress (2019 – 2021)
100% no Rotten Tomatoes | 7,3 no IMDb
Onde assistir: indisponível no momento
Aos 45 anos, a queer Abby (Abby McEnany) embarca em uma reavaliação honesta e bem-humorada de sua vida e de seu jeito de ver o mundo. Essa busca a leva a um relacionamento transformador com Chris (Theo Germaine), que a ajuda a ganhar uma nova perspectiva sobre os traumas e a depressão que a assombram.
Vida (2018 – 2020)
100% no Rotten Tomatoes | 7,3 no IMDb
Onde assistir: Netflix
Nesta série dramática ambientada no leste de Los Angeles, acompanhamos a complexa relação entre duas irmãs mexicano-americanas: a festeira Lyn (Melissa Barrera), que leva uma vida despreocupada na Bay Area, e Emma (Mishel Prada), com quem não desenvolveu nenhuma proximidade. A morte de um familiar as força a retornar ao antigo bairro, onde são confrontadas por fantasmas do passado e novas realidades.
Vida se torna uma das melhores séries sáficas ao acompanhar a intensa jornada de Emma, que é uma mulher lésbica e mostrar a descoberta de aspectos da vida queer da mãe. Além disso, a história aborda a gentrificação, a cultura latina e as dinâmicas familiares, tudo isso enquanto as irmãs lidam com suas diferenças e tentam reconstruir seus laços.
Tuca & Bertie (2019 – 2022)
99% no Rotten Tomatoes | 7,4 no IMDb
Onde assistir: Netflix e HBO Max
A série Tuca e Bertie acompanha a divertida e caótica amizade entre a ousada e impulsiva Tuca (Tiffany Haddish) e a insegura, porém talentosa, Bertie (Ali Wong). Juntas, essas duas amigas, que são aves antropomórficas, navegam pelos altos e baixos da vida adulta, carreira, relacionamentos e saúde mental. A animação se destaca por abordar temas cotidianos e até mesmo delicados de forma criativa, utilizando elementos surreais. Além disso, Tuca, em particular, explora sua panssexualidade de forma aberta e autêntica ao longo da série, vivenciando diferentes relacionamentos que enriquecem a narrativa com camadas de representatividade e realismo em seu universo brilhante e singular.
P-Valley (2020 – atualmente)
95% no Rotten Tomatoes | 7,4 no IMDb
Onde assistir: Prime Video
A trama acompanha a vida de dançarinas que trabalham em um clube de strip-tease liderado pela não-binário Uncle Clifford (Nicco Annan) e explora as complexidades do empoderamento feminino, a luta por sobrevivência e os segredos obscuros que cercam o clube a partir de uma visita inesperada que traz uma grande intriga. As vidas das mulheres e a dinâmica da boate começam a mudar de maneira inesperada. Shannon Thornton, Elarica Johnson, Tyler Lepley, Brandee Evans, Miracle Watts e Gail Bean são alguns nomes que integram o elenco.
Feel Good (2020 – 2021)
100% no Rotten Tomatoes | 7,5 no IMDb
Onde assistir: Netflix
Aqui, a comediante Mae Martin (que interpreta uma versão ficcional de si mesma) navega pelos desafios de seu novo relacionamento com a namorada George (Charlotte Ritchie), enquanto simultaneamente enfrenta o complexo caminho da sobriedade. A série explora de forma honesta e bem-humorada as nuances de relacionamentos entre personagens LGBTQIAPN+, os altos e baixos e as dificuldades de lidar com o vício e a recuperação, tudo isso com a perspectiva única de Mae.
Gentleman Jack (2019 – 2022)
92% no Rotten Tomatoes | 8,2 no IMDb
Onde assistir: HBO Max
Em uma das melhores séries sáficas, ambientada em 1832, Halifax, West Yorkshire, a carismática e determinada proprietária de terras Anne Lister (Suranne Jones) está focada em transformar o destino de sua antiga casa ancestral, Shibden Hall. Para isso, ela se empenha em reabrir as minas de carvão e, simultaneamente, encontrar um bom casamento. A série retrata a vida real de Lister, uma figura histórica abertamente lésbica que desafiou as convenções sociais de sua época. A partir disso, acompanhamos seus relacionamentos amorosos com outras mulheres, especialmente com Ann Walker (Sophie Rundle), enquanto busca viver sua vida de forma autêntica e independente
For All Mankind (2019 – atualmente)
90% no Rotten Tomatoes | 8,0 no IMDb
Onde assistir: AppleTV+
For All Mankind traz como premissa a Corrida Espacial Global, disputa entre EUA e União Soviética para se tornar a primeira nação a pisar na lua – acontecimento consolidado e factual – e reescreve os acontecimentos. Aqui, em vez dos Estados Unidos terem vencido a disputa com o astronauta americano Neil Armstrong em 1969, a conquista nesse universo alternativo vai para a União Soviética pelo astronauta Alexei Leonov.
A série criada por Ronald D. Moore (Outlander), Ben Nedivi (Fargo) e Matt Wolpert (American Crime Story), explora as profundas implicações dessa mudança histórica e, ao longo das temporadas, se expande para além da corrida inicial, apresentando personagens e desenvolvimentos que incluem diversidade, como a jornada da astronauta Ellen Waverly (Jodi Balfour) e seu arco como mulher lésbica em um ambiente de alta pressão, preconceitos e expectativas sociais.
Kipo e os Animonstros (2020)
Título original: Kipo and the Age of Wonderbeasts
100% no Rotten Tomatoes | 8,3 no IMDb
Onde assistir: Netflix
Na história de Kipo e a Era das Bestas Magníficas, Kipo (Karen Fukuhara) é forçada a deixar a segurança de sua toca para viver em um mundo pós-apocalíptico dominado por mutantes. Nesse cenário vibrante e perigoso, ela pode contar com a ajuda de seus amigos, como Wolf (Sydney Mikayla), Benson (Coy Stewart) e o mutante Dave (Deon Cole), em sua busca pelo caminho de volta para casa. A animação aborda com respeito a sexualidade de Benson, personagem abertamente gay, e traz temáticas de aceitação e inclusão de forma natural.
Will & Grace (1998 – 2020)
89% no Rotten Tomatoes | 7,4 no IMDb
Onde assistir: indisponível no momento
Em uma das melhores séries gays de todos os tempos, durante as oito temporadas originais de uma das sitcoms mais populares, os melhores amigos Will Truman (Eric McCormack), um advogado corporativo meticuloso, e Grace Adler (Debra Messing), uma decoradora de interiores neurótica, dividem um apartamento em Nova York depois que Grace quase casa. Junto com seus amigos Karen Walker (Megan Mullally), uma socialite franca, e Jack McFarland (Sean Hayes), um ator de espírito livre, enfrentam os altos e baixos da vida em Manhattan juntos. De sexo, namoro e divórcio a comentários culturais, nada está fora dos limites.
Sex Education (2019 – 2023)
95% no Rotten Tomatoes | 8,3 no IMDb
Onde assistir: Netflix
Em uma das melhores séries com personagens LGBTQIAPN+, o inexperiente Otis Milburn (Asa Butterfield) descobre um talento surpreendente para o aconselhamento sexual, impulsionado pelos ensinamentos de sua mãe, a renomada sexóloga Jean Milburn (Gillian Anderson). Unindo forças com a rebelde Maeve Wiley (Emma Mackey), ele decide abrir uma clínica de terapia sexual clandestina na escola.
A série, contudo, vai muito além, explorando de forma sensível e bem-humorada as diversas facetas da sexualidade e identidade de gênero. Como exemplo, temos o Eric Effiong (Ncuti Gatwa), que é o melhor amigo abertamente gay de Otis e Ola Nyman (Patricia Allison), que explora sua pansexualidade e relacionamentos com outras garotas ao longo da trama.
This Is Us (2016 – 2022)
94% no Rotten Tomatoes | 8,7 no IMDb
Onde assistir: Prime Video e Disney+
A trama desta série dramática começa em 1979, no dia em que Kevin (Justin Hartley), Kate (Chrissy Metz) e Randall (Sterling K. Brown) chegam em casa da maternidade. A série explora a saga emocionante da família Pearson ao longo de décadas, revelando como os momentos de amor, dor e superação moldaram suas vidas para sempre. Revelações sobre os pais Jack (Milo Ventimiglia) e Rebecca (Mandy Moore) surgem, mostrando o impacto de suas decisões no presente.
A narrativa também abraça a diversidade, apresentando a jornada da filha de Randall, Tess Pearson (Eris Baker), ao explorar sua identidade e orientação sexual, além da história de seu pai biológico, William Hill (Ron Cephas Jones), um personagem abertamente bissexual, enriquecendo o universo da série com representatividade.
Entrevista com o Vampiro (2022 – atualmente)
Título original: Interview with the Vampire
98% no Rotten Tomatoes | 7,5 no IMDb
Onde assistir: Prime Video
Na versão em série, um jornalista biógrafo entrevista um jovem que afirma ser vampiro. Louis de Pointe du Lac (Jacob Anderson), um homem que perdeu tudo, narra suas experiências dos últimos 200 anos e reconta seu encontro com Lestat de Lioncourt (Sam Reid), uma criatura da noite. A série explora a complexa e intensa relação entre Louis e Lestat, que se desenvolve em um profundo e volátil romance ao longo dos séculos.
It’s a Sin (2021)
97% no Rotten Tomatoes | 8,7 no IMDb
Onde assistir: HBO Max
It’s a Sin narra a comovente história dos amigos Ritchie Tozer (Olly Alexander), Ash Mukherjee (Nathaniel Daniels), Roscoe Babatunde (Omari Douglas), Colin Morris-Jones (Callum Scott Howells) e Jill Baxter (Lydia West) ao longo de uma década crucial. A trama acompanha suas vidas, sonhos e desafios enquanto navegam pela Londres dos anos 1980, um período de profunda transformação social, cultural e, acima de tudo, o terrível surgimento da crise da AIDS. A série mergulha nas experiências dos personagens LGBTQIAPN+ britânicos, abordando o impacto devastador da doença, o preconceito e a coragem daqueles que viveram e lutaram em meio à epidemia.
Killing Eve: Dupla Obsessão (2018 – 2022)
Título original: Killing Eve
80% no Rotten Tomatoes | 8,1 no IMDb
Onde assistir: Netflix
Na história de Killing Eve: Dupla Obsessão, a agente secreta Eve Polastri (Sandra Oh) desenvolve uma obsessão intensa pela assassina enigmática Villanelle (Jodie Comer). Essa fixação a impulsiona a embarcar em uma perigosa caçada, onde as linhas entre o predador e a presa se confundem. A série explora a dinâmica complexa e magnética entre as duas protagonistas, que transcende a rivalidade profissional e se aprofunda em uma ambígua e sedutora atração, fatores que se tornam importantes para o desenvolvimento da da série.
Generation (2021)
75% no Rotten Tomatoes | 7,0 no IMDb
Onde assistir: indisponível no momento
Na trama de Generation, um grupo de alunos do ensino médio, incluindo Chester (Justice Smith), Delilah (Lukita Maxwell), Greta (Haley Sanchez) e os irmãos gêmeos Nathan (Uly Schlesinger) e Naomi (Chloe East), embarcam em uma jornada de autodescoberta. Eles exploram a sexualidade moderna em sua comunidade conservadora, testando crenças profundamente enraizadas sobre a vida, o amor e a natureza da família.
Sense8 (2015 – 2018)
86% no Rotten Tomatoes | 8,2 no IMDb
Onde assistir: Netflix
Em Sense8, oito desconhecidos de diferentes cantos do mundo, incluindo Will Gorski (Brian J. Smith), Riley Blue (Tuppence Middleton), Nomi Marks (Jamie Clayton), Wolfgang Bogdanow (Max Riemelt), Kala Dandekar (Tina Desai), Capheus “Van Damme” Onyango (Toby Onwumere), Sun Bak (Bae Doona) e Lito Rodriguez (Miguel Ángel Silvestre), misteriosamente passam a compartilhar emoções e habilidades em uma conexão telepática única. Enquanto tentam compreender essa nova realidade e suas implicações, o grupo descobre que está sendo caçado, sendo forçado a lutar por suas vidas.
A série é amplamente notada por temas e personagens LGBTQIAPN+, apresentando narrativas diversas que abordam identidades de gênero, sexualidade e amor, como o relacionamento da ativista trans Nomi com Amanita Caplan (Freema Agyeman) e a complexa vida do ator Lito e seu parceiro Hernando Fuentes (Alfonso Herrera).
Um Dia de Cada Vez (2017 – 2020)
Título original: One Day at a Time
99% no Rotten Tomatoes | 8,2 no IMDb
Onde assistir: Netflix
Esta comédia dramática, inspirada na série homônima clássica de Norman Lear de 1975, acompanha a vida de Penelope (Justina Machado), uma veterana do Exército recém-divorciada. A trama foca em sua família cubano-americana, que inclui sua carismática mãe, Lydia (Rita Moreno), e seus dois filhos, Elena (Isabella Gomez) e Alex (Marcel Ruiz). A série se destaca por abordar temas contemporâneos, incluindo as vivências LGBTQIAPN+, especialmente através da jornada de Elena, que explora sua sexualidade e identidade. A narrativa oferece uma visão realista dos altos e baixos da vida familiar, mostrando como o apoio e o amor dos entes queridos podem ser a maior motivação para superar desafios e alcançar objetivos.
Please Like Me (2013 – 2016)
100% no Rotten Tomatoes | 8,5 no IMDb
Onde assistir: indisponível no momento
Em uma das melhores séries gays, Josh (Josh Thomas), um jovem de vinte e poucos anos, enfrenta uma série de grandes mudanças ao adentrar a vida adulta. Após ser abandonado pela namorada, ele se depara com a inesperada revelação de sua própria homossexualidade. Com a vida em desordem e essa nova compreensão de sua orientação sexual, grandes desafios se apresentam em seu futuro imediato. Mesmo com sua característica aversão a dramas e demonstrações afetivas, Josh terá que lidar com todas essas transformações de sua maneira desajeitada e egocêntrica.
Veneno (2020)

Título original: Veneno: Vida y muerte de un icono
100% no Rotten Tomatoes | 8,7 no IMDb
Onde assistir: HBO Max
A série Veneno narra a história real e impactante de Cristina Ortiz Rodríguez, mundialmente conhecida como La Veneno. Por meio de uma narrativa sensível e poderosa, a produção explora a vida turbulenta e fascinante dessa cantora trans espanhola e icônica personalidade da televisão. Desde sua infância em um ambiente hostil até sua ascensão à fama e os desafios enfrentados em sua busca por reconhecimento e amor, a produção destaca a resiliência e o legado de uma das figuras mais importantes da comunidade LGBTQIAPN+ na Espanha.
Euphoria (2019 – atualmente)
88% no Rotten Tomatoes | 8,3 no IMDb
Onde assistir: HBO Max
Assim como Skins foi para a geração dos Millennials, Euphoria levanta pautas muito densas que envolvem drogas, sexo, exploração da própria identidade e relações interpessoais. A série apresenta personagens complexos como a protagonista Rue Bennett (Zendaya), que precisa lidar com seus vícios e a busca pela própria identidade, e Jules Vaughn (Hunter Schafer), uma garota trans que explora sua sexualidade e relacionamentos. Com um elenco grandioso e cheio de novos talentos, incluindo Maddy Perez (Alexa Demie), Cassie Howard (Sydney Sweeney) e Nate Jacobs (Jacob Elordi), a série constrói histórias secundárias cativantes que convidam o público a criar apego e torcer pelos diversos caminhos e desafios de cada personagem.
Heartstopper (2022 – 2024)
100% no Rotten Tomatoes | 8,7 no IMDb
Onde assistir: Netflix
Baseada nos quadrinhos de Alice Oseman, a história de Heartstopper acompanha os adolescentes Charlie Spring (Joe Locke) e Nick Nelson (Kit Connor) que descobrem que sua improvável amizade pode ser algo mais enquanto navegam na escola e no amor adolescente. A série, aclamada por sua representatividade, também acompanha as jornadas e os relacionamentos de outros personagens LGBTQIAPN+, como o casal Tara Jones (Corinna Brown) e Darcy Olsson (Kizzy Edgell), e Elle Argent (Yasmin Finney), uma garota trans que busca seu lugar e encontra o amor com Tao Xu (William Gao).
Orange is the New Black (2013 – 2019)
90% no Rotten Tomatoes | 8,1 no IMDb
Onde assistir: Netflix
Baseada no livro homônimo sobre uma história real, essa adaptação acompanha a história de Piper Chapman (Taylor Schilling), uma mulher que tem a carreira encaminhada e um noivo que a ama muito, determinada a conquistar seus sonhos. Até o passado bater em sua porta da pior maneira possível. Ela é condenada a cumprir uma pena na prisão feminina de segurança mínima em Connecticut por ter se associado há dez anos com Alex Vause (Laura Prepon), sua ex-namorada e também traficante de drogas. Repleta de personagens LGBTQIAPN+, a série deu visibilidade a personagens lésbicas, bissexuais e transgêneros.
Steven Universo (2013 – 2019)
Título original: Steven Universe
100% no Rotten Tomatoes | 8,2 no IMDb
Onde assistir: Netflix e HBO Max
As Crystal Gems são uma equipe de seres mágicos que se autodenominam guardiãs do universo. Meio-humano, meio-gem, o herói Steven Universo (Zach Callison) é o “irmão mais novo” do grupo. O pequeno está aprendendo a salvar o mundo usando os poderes mágicos que vêm de seu umbigo e embarca em aventuras mágicas com as Crystal Gems, mesmo não sendo tão poderoso quanto os outros membros do grupo Garnet (Estelle), Ametista (Michaela Dietz) e Pérola (Deedee Magno Hall). Além de suas aventuras e dilemas de crescimento, a série possui representatividade LGBTQIAPN+ e explora com naturalidade as diversas formas de amor e identidade, começando pela própria Garnet.
Pose (2018 – 2021)
98% no Rotten Tomatoes | 8,6 no IMDb
Onde assistir: Disney+
Ambientada em Nova York, no final da década de 1980, Pose acompanha Blanca Rodriguez (Michaela Jaé (MJ) Rodriguez), uma mulher trans que acolhe jovens LGBTs expulsos de suas casas, formando sua própria família e criando um ambiente de apoio e pertencimento. Em meio à ascensão da cultura de luxo e ao surgimento dos bailes queer, Blanca e seus filhos lidam com situações pessoais, sociais e econômicas em meio a uma época marcada pela luta contra o HIV.
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Fontes: Rotten Tomatoes, Parade e IndieWire
Revisão do texto feita por: Pedro Bomfim (16/05/23)
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