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5 dispositivos de realidade virtual que são muito mais que um simples headset

Conheça tecnologias que devem levar a realidade virtual para o próximo nível – e mudar o mundo como o conhecemos

A tecnologia de realidade virtual é uma das mais promissoras em termo de consumo de conteúdo. O Facebook aposta no Oculus Rift para o futuro do Feed de Notícias, e empresas como a HTC, como o Vive, mostram que esse tipo de aparelho pode salvar um negócio do buraco. No entanto, VR (do inglês Virtual Reality) pode ser muito mais do que simples headsets para assistir a vídeos ou jogar. Confira 5 dispositivos que tiram todo o potencial da novidade.

Manipulação virtual

A solução da Leap Motion é a mais famosa e a mais barata da lista. Por US$ 80 (R$ 263 na conversão sem impostos), será possível adquirir sensores para captar movimentos das mãos. A ideia é manipular objetos virtuais em um jogo ou aplicação profissional, como na medicina. Diferentemente de alternativas do Oculus Rift, não são necessárias luvas ou controles físicos para usar.

A expectativa fica por conta do lançamento no mercado, que ainda não tem previsão para acontecer.

Bicicleta ergométrica

bicicleta ergometrica realidade virtual

O VirZoom é uma alternativa para quem precisa se exercitar, mas não dispensa uma boa diversão em games. Junte uma bicicleta ergométrica com controles especiais para jogos, um headset imersivo e um conjunto de games com fases para desbravar e você tem um kit de exercício que até o nerd mais sedentário gostará de experimentar.

Em um dos jogos você controla um helicóptero e se inclina para movimentar a aeronave. Há também opções de Fórmula 1, corrida de cavalos e muito mais.

Um kit com o headset, um par de sensores e controles para qualquer bicicleta ergométrica e uma seleção de jogos custa nos EUA US$ 399 (R$ 1.308).

Cadeira 360 graus

A Roto VR é uma cadeira que permite ter a experiência de direção de um veículo virtual mais realística possível. Ela conta com um assento omnidirecional, que se move em 360 ??graus para dar a sensação virtual de uma perseguição em alta velocidade. A qualidade da jogatina só depende do software, que pode usar os sensores e mecanismos da cadeira para games de simulação espacial e muito mais.

Nos EUA, o equipamento custa a partir de US$ 699 (R$ 2.293)

Corpo em realidade virtual

Experiências em VR costumam captar os movimentos da cabeça e, no máximo, das mãos, mas isso pode mudar em breve. Já existem empresas apostando em roupas especiais que conectam o o usuário inteiramente ao ambiente virtualizado. Elas permitem interagir de forma muito mais imersiva usando o corpo todo. Quem sabe, essas “armaduras” podem ainda servir para gerar feedback no mundo real. Em jogos, por exemplo, o usuário poderá sentir golpes e tiros conforme ocorrem no game.

Movimentos em esteira

Outra limitação recorrente da realidade virtual é a liberdade de movimentação. Para dar mais flexibilidade ao usuário, desenvolvedores da área estão trabalhando em  maneiras de permitir andar livremente sem sair do lugar. Para isso, criam calçados tecnológicos que trabalham sobre esteiras. A ideia é dar sensação real de movimento sem ocupar muito espaço ou perigo de acidentes.

O legal é que essa aplicação pode servir não só para games, mas também para aplicativos de treino físico. Com a evolução da tecnologia de realidade virtual, será possível caminhar em um cenário paradisíaco e se exercitar de verdade sem sair do lugar.

É jornalista e comunicador digital por formação, gosta de tecnologia desde que se entende por gente e escreve sobre isso há bastante tempo. Como um bom nerd, gosta de séries e ficção científica, e tenta relacionar tudo isso com estudos sobre comunicação.

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