Incríveis imagens da NASA mostram a beleza invisível do espaço

Observatório de raios X Chandra no espaço, visto em perspectiva.
Descubra galáxias, estrelas, nebulosas planetárias e remanescentes de supernovas na beleza encantadora do universo
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Incríveis imagens da NASA mostram a beleza invisível do espaço

Observar o espaço a olho nu, a partir da Terra, nos faz pensar no que se passa dentre os infinitos pontos brilhantes que iluminam o céu. Por sorte, as imagens da NASA nos trazem em detalhes toda a beleza de planetas, estrelas, galáxias e nebulosas. Recentemente a NASA divulgou uma seleção de algumas imagens do espaço, obtidas pela composição de diversos tipos de luzes visíveis e invisíveis aos nossos olhos. Através do observatório de raios-X Chandra, um potente telescópio espacial que capta espectros de luz invisíveis a olho nu — como raios infravermelho e ultravioleta — a agência espacial estadunidense pôde registrar imagens espetaculares de galáxias, supernovas e nebulosas espalhadas pelo espaço.

Estas fotos foram compostas com a sobreposição de diferentes imagens, capturadas tanto pelo Chandra como pelo Telescópio Espacial Spitzer e também o famoso Hubble, que há 30 anos percorre o espaço capturando imagens importantes para a compreensão das estrelas, planetas e até mesmo da nossa existência no planeta Terra.

Veja abaixo as belas imagens da NASA como a galáxia M82, o aglomerado de galáxias Abell 2744 e o remanescente da supernova 1987A, em imagens dignas dos melhores filmes de exploração espacial!

Galáxia M82

Imagens da NASA mostram a galáxia Messier 82. Ao centro, uma grande luz roxa em destaque rodeada por estrelas e diversos objetos cósmicos.
Áreas em azul e rosa mostram emissões de gases com 20 mil anos-luz de comprimento

Também conhecida como Messier 82 ou apenas M82, é uma galáxia com a borda do seu disco apontado para a Terra. Isso permite que os astrônomos tenham uma visão interessante do que acontece quando a galáxia passa por explosões que formam estrelas.

O Chandra detectou raios-X em azul e rosa, em que acontecem emissões de gases com cerca de 20 mil anos-luz de comprimento a uma temperatura acima de dez milhões de graus por causa de explosões de supernovas.

Aglomerado de Galáxias Abell 2744

Áreas em azul com enormes quantidades de gás superaquecido e intenso brilho
Raios-X do Chandra (em azul) com dados de luz ótica do Hubble (vermelho, verde e azul)

Os aglomerados de galáxias Abell 2744 são os maiores objetos do universo que ficam unidos por conta da gravidade. Eles têm enormes quantidades de gás superaquecido que chegam a dezenas de milhões de graus. Por isso eles têm um intenso brilho no espectro dos raios X.

Supernova 1987A

Galáxias Supernova 198A. Uma onda de choque da explosão -- parecido com uma explosão supersônica de padrão auditivo -- interagindo com o material ao seu redor aproximadamente quatro anos-luz do ponto de explosão original.
Localização da onda de choque da explosão

Esse objeto foi observado pela primeira vez em 1987, próximo à galáxia conhecida como Grande Nuvem de Magalhães. Foi uma das mais brilhantes explosões de supernova por séculos.

Em azul, o Chandra mostra a localização da onda de choque da explosão — parecido com uma explosão supersônica de padrão auditivo — interagindo com o material ao seu redor aproximadamente quatro anos-luz do ponto de explosão original.

Eta Carinae

Eta Carinae. Duas estrelas gigantescas que orbitam entre si.
Imagem ótica do Hubble (branco), ultravioleta (ciano) do telescópio Hubble e raios X do Chandra (roxo)

Qual será a próxima estrela da Via Láctea a ser uma supernova? A Eta Carinae é uma forte candidata, em um sistema volátil que contém duas estrelas gigantescas que orbitam entre si.

Na imagem, é possível ver três tipos de raios de luz e de diferentes fontes: imagem ótica do Hubble (branco), ultravioleta (ciano) do telescópio Hubble e raios X do Chandra (roxo). Uma das mais impressionantes imagens da NASA.

Galáxia Cartwheel

A galáxia Cartwheel tem forma parecida a um alvo ou um olho . Em volta, uma grande quantidade de estrelas.
Em roxo, gás quente perturbado sendo arrastado por mais de 150 mil anos-luz

A galáxia Cartwheel parece um alvo ou um olho porque uma galáxia menor passou pelo meio dela, uma enorme colisão que gerou ondas de choque por toda a galáxia e que originou uma grande quantidade de estrelas.

Na imagem, os raios-X do Chandra em roxo mostram gás quente perturbado sendo arrastado por mais de 150 mil anos-luz. Dados ópticos do Hubble (vermelho, verde e azul) mostram onde essa colisão pode ter levado à formação de estrelas.

Nebulosa da Hélice

Nebulosa planetária de Hélice.  Uma estrela anã branca se formou no centro da nebulosa em rosa. Ao redor, alguns cinturões em tons de azul, roxo, amarelo e rosa.
Uma estrela anã branca se formou no centro da nebulosa

Uma nebulosa planetária acontece quando uma estrela como o Sol fica sem combustível, ela se expande e seu núcleo se comprime. Os astrônomos esperam que isso aconteça em aproximadamente 5 bilhões de anos.

As imagens da NASA que mostram a Nebulosa da Hélice tem dados infravermelhos do Telescópio Espacial Spitzer da NASA (verde e vermelho), luz ótica do Hubble (laranja e azul), ultravioleta do Galaxy Evolution Explorer da NASA (ciano) e raios-X do Chandra (áreas branco). Uma estrela anã branca se formou no centro da nebulosa.

Agora que você viu estas imagens impressionantes, que tal descobrir qual parte do Universo o Hubble fotografou no dia do seu aniversário?

Fontes: CNET | NASA | Hypescience

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