Testamos e recomendamos os melhores jogos grátis de Android da década

fruit ninja call of duty mobile e linha do tempo mostrando 2010 - 2019
Nos últimos dias, mergulhamos nos jogos gratuitos de Android mais falados dos últimos 10 anos. Saiba quais realmente valem o seu tempo.

Você que acompanha o Showmetech já conhece os melhores jogos de Android de todos os tempos. Na lista, tivemos competidores de todos os gêneros: quebra-cabeças, de tiro em primeira pessoa, arcade, corrida, plataforma e, claro, os famosos “runners infinitos”.

O critério para entrar na lista acabou sendo um misto de sucesso crítico junto ao número de downloads dos jogos. Então como é que você, caro leitor, pode descobrir quais games de Android vão te divertir, antes mesmo de você baixar? Pois nós jogamos e te respondemos aqui, peneirando somente os melhores títulos gratuitos.

Respondemos se você deveria baixar um game que “todo mundo está comentando” e mais importante: mesmo depois de anos, vamos ver se os “clássicos” ainda se sustentam. Confira a lista de recomendações a seguir, com direito a breves dicas para te ajudar a dominar estes títulos mobile.

Fruit Ninja (2010)

Fruit Ninja cortando frutas com combo de 4 na tela
Combos com mais de três frutas são a alma do jogo, independente do modo.

Seguindo a tradição dos primeiros games de celulares touchscreen, a mecânica de Fruit Ninja é bem básica. Frutas saltam na tela e você precisa fatiá-las com uma espada – um combo com três ou mais frutas rende pontos bônus. Com o passar da década, novas atualizações vieram para enriquecer o conteúdo do app ao adicionar novos modos de jogo.

Infelizmente, isso foi um tiro no pé: dentre todos, particularmente, os único modos que ainda se sustentam são o Zen (sem bombas, somente combos) e o Arcade (bombas deduzem 10 pontos do placar final; há a adição de bananas modificadoras).

Fruit Ninja tela de recorde, final de modo arcade
Um dos últimos recordes foi 1.542. É um sinal claro de que eu devia dar uma pausa na jogatina.

Talvez o modo clássico tenha passado uma melhor impressão assim que o game foi lançado, em 2010, justo por ser uma novidade de jogabilidade que não tínhamos em smartphones. Já hoje, com a popularização de gêneros como os runners infinitos (incluindo alguns desta mesma lista) nos acostumaram a uma experiência mais prazerosa, que não nos frustre por um simples deslize – como cortar uma bomba e resultar no fim da partida, assim como funciona neste “modo clássico”.

Os modos extra, “Mini-Games”, “Eventos” e “Desafios”, são interessantes nas primeiras duas partidas e logo te fazem ter vontade de usar carambolas (e, por consequência, dinheiro de verdade). A longo prazo, você que só quer gastar um tempo cortando frutas no celular vai notar que não há nada como os modos antigos. Sem sombra de dúvidas, o “clássico” é dispensável e frustrante a quem nunca jogou o game. A essência dele, só que mais divertida, está presente nos outros dois modos. Vale a pena baixar e conferi-los.

Fruit Ninja tela inicial do jogo, mostrando todos os diferentes modos jogáveis
Consegue ver os modos dentro dos ícones verdes? Finja que só existem estes e releve os outros três. Eles só servem para te fazer querer gastar dinheiro de verdade.

Baixe agora Fruit Ninja na Google Play Store.

Dicas para dominar o game:

  • Assim que tiver 7500 carambolas, desbloqueie o dojo “Onda Gigante”, que lança aleatoriamente 10 frutas no meio da partida, te ajudando a manter um bom ritmo – ou te salvando caso você não esteja indo tão bem;
  • Para melhores combos, desbloqueie a espada “Rebento de Bambu”, que aumenta o tamanho de todas as frutas;
  • Lembre-se de pausar no início de cada jogo para ver suas missões ativas, ou clique no canto superior esquerdo enquanto ainda está no menu;
  • Quando quiser bater seu recorde, foque em acumular carambolas para pagar os três modificadores (ou veja uma propaganda);
  • Quer se divertir sem se preocupar? Opte pelos três modos principais (zen, arcade) e não se preocupe com o clássico e nem com as outras adições.

Jetpack Joyride (2012)

Jetpack Joyride Barry voando com o veículo de dragão
O veículo de dragão robótico voa pelo cenário de forma majestosa, mas é um dos mais complexos quando você tenta desviar de mísseis.

Em Jetpack Joyride, você controla um agente secreto que rouba um jetpack de um laboratório misterioso. As partidas consistem das suas tentativas de fuga que, sentimos em lhe informar, sempre vão falhar – afinal, o jogo é infinito. Por pura coincidência, este é o segundo (e último) game da desenvolvedora Halfbrick Studios, criadora de Fruit Ninja. Este também é um dos runners infinitos que, assim como Temple Run, marcou a geração de jogos no Android.

Aqui, a sua sorte conta mais do que a sua habilidade – com habilidade, é mais fácil jogar, mas você ainda depende muito de um cenário com obstáculos rápidos. A longo prazo, com várias partidas curtas isso pode ser proveitoso. É um contraste direto com jogos mais tranquilos, como outros citados aqui na lista. O melhor é que, por “menos habilidoso” que você imagine ser o seu progresso, o game te entrega de bandeja a maioria dos objetivos nos primeiros 10 níveis.

Jetpack Joyride ao final de uma partida, mostrando pontuação recorde de 7,739 metros percorridos
O dobro de moedas em troca de uma propaganda. Moedas virtuais valem um comercial de 30 segundos? Nós afirmamos que sim.

Uma crítica que fica clara logo para quem abre o app pela primeira vez é que ele tem má tradução. Além de ele levar ao pé da letra nomes que poderiam ser mantidos no idioma original (inglês), há traduções inconsistentes entre gadgets e itens do menu. Ora deixados no original, ora parcialmente traduzidas.

Os literais “Porco Mau” e “Sr. Abraço” são cômicos, por mais que na loja os nomes estejam tanto em português como em inglês. Para equilibrar, as propagandas costumam ser de redes sociais (Facebook, Twitter, Instagram) e não de jogos de baixo custo, como você já deve ter visto em outros apps, o que acaba sendo uma surpresa.

E diferente do Alto’s Adventure, o game não salvou meu progresso de anos atrás, quando havia destravado a maioria dos itens da loja – sem gastar “dinheiro de verdade”, somente a moeda do jogo. Creio que na época o sistema de sincronização via Google Play Games não funcionava da mesma forma, o que é uma pena. Começando do zero, joguei 50 partidas em 3 horas, subindo até o nível 12. Fora estas críticas mais “técnicas”, por assim dizer, a jogabilidade de Jetpack se mantém em sua essência e o game merece ser jogado.

Jetpack Joyride na aba de roleta, com prêmio de 1000 moedas
Você tem altíssimas chances de ganhar centenas de moedas ao rodar a roleta, então nem pense em apertar o botão que troca uma única ficha por 50 moedas.

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Dicas para dominar o game:

  • Lembre-se de comprar novos “Dispositivos” para facilitar sua jogabilidade (de início, recomendamos dezapinator e o ímã de moedas). Eles são extremamente úteis em missões, então vale alinhar sua seleção para subir de nível com mais facilidade;
  • A não ser que você tenha mais de 10 fichas na roleta ao final de cada partida, sempre escolha por girá-la ao invés de receber créditos, pois suas chances de receber mais do que 50 moedas é bem alta (fizemos a conta: uma média de 700 moedas ganhas via aposta, a cada partida);
  • Equipamentos têm um poder estético que te afetará a longo prazo, por isso escolha bem seu jetpack a algo agradável aos olhos (como o de laser);
  • A cada cinco ou seis partidas, você obrigatoriamente verá um anúncio – a troco de nada. Assim, é recomendável já clicar em “duplicar moedas” em troca de você assistir um vídeo de 40 segundos;
  • Confie em pegar a moeda grande que habilita o porco-cofrinho, pois ele te dá muito dinheiro e neutraliza obstáculos próximos.

Candy Crush Saga (2012)

Candy Crush Saga em uma tela dentro do jogo, com diversos doces e pontuação de 320
Poderes especiais e combos são essenciais em níveis avançados (Reprodução; MobyGames)

Mais uma febre que você provavelmente já conhece. Com Candy Crush, arrisco dizer que a opinião pública é 8 ou 80: ou você já se viciou (e passou dias jogando), ou acha a fórmula desinteressante (e sequer jogou). Durante o primeiro semestre em 2016, temo afirmar que me enquadrei neste primeiro grupo. Aos que não conhecem, este é um clássico “combine três“, onde você precisa alinhar, no mínimo, um trio de doces da mesma cor para destruí-los. Diferente dos “runners infinitos” , Candy Crush foi o único do game deste gênero que testo e recomendo – Bejeweled não está por aqui.

Para se sair bem no jogo, você deveria calcular cada movimento, pensando na coluna de doces que descerá da tela que pode resultar em um combo, usando apenas um movimento seu. Por sinal, é assim que o jogo garante seu maior obstáculo, afinal de contas, o único limitante de desempenho nas partidas são os movimentos do próprio jogador. Na prática, você só vê um espaço entre dois doces e desliza o dedo na tela para combinar o trio – não se preocupe, chega uma hora quando todo mundo faz exatamente isso.

Candy Crush Saga na vertical, menu final após a partida com três estrelas completas
Perto do nível 30, a dificuldade gradualmente aumentou, até ser complicado de se terminar um nível de primeira. Felizmente, as três estrelas ainda foram certeiras.

Sem dor de cabeça, os visuais coloridos te entretêm por horas. A distribuição dos níveis no mapa (que, detalhe, é infinito) ajuda a te fazer entrar na atmosfera e comprar a ideia de que “você está entrando em uma jornada” e descobrindo este mundo fictício e surreal, onde a única saída é quebrar doces. Até o nível 13, consegui progredir sem um único engasgo com três estrelas em todos os níveis. Depois, decidi dar uma pausa por notar o quão viciante é o jogo. Só vi a necessidade de usar um powerup no nível 23.

O que mais diferencia este de outros jogos “combine três” é a repentina complexidade em alguns desafios. Em certo nível, você precisa levar itens do topo da tela até a base, fazendo malabares no mapa. Em outro, você deve destruir doces congelados que não podem ser movimentados, te fazendo focar apenas nos adjacentes. Obrigatoriamente, você também repensa seus movimentos. Bem, quer você queira, quer não: Candy Crush é um fenômeno e um marco na história dos jogos mobile – e também do Facebook.

Testamos e recomendamos os melhores jogos grátis de Android da década
O mapa do jogo dá noção de estarmos embarcando em uma jornada infinita – o que é ótimo para matar o tempo.

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Dicas para dominar o game:

  • Tente usar um powerup só quando engasgar em um nível (ou seja, ao falhar pela primeira vez);
  • Priorize fazer movimentos na base da tela, já que a gravidade é sempre sua amiga e geralmente “te ajuda” a fazer bons combos com os novos doces que surgirem;
  • Até chegar nos últimos 5 movimentos de uma partida, evite pensar demais nas suas ações, só jogue e fique de olho nos combos possíveis;
  • Coisa que pouca gente sabe: se você achar o layout de um nível muito difícil assim que iniciá-lo, basta sair para o menu sem fazer movimentos no grid – você não perde nenhuma vida e um novo layout é gerado;
  • Se estiver empacado, espere por alguns segundos até um dos doces brilhar na tela, indicando uma sugestão do app de um possível movimento.

Alto’s Adventure (2015)

Alto's Adventure no bioma de neve, em perseguição. Pontuação de 3,738 metros
O Traje Planador vai te ajudar a fazer pontos bônus sem que você pise no chão.

Em Alto’s Adventure, você guia um esquiador montanha abaixo. Seus controles são apenas um toque na tela para pular e, ao segurar, ele gira o corpo em sentido anti-horário. O objetivo é dar saltos e acumular pontos, fazendo acrobacias, fugindo de inimigos e se equilibrando em locais elevados. Quando você tropeçar e cair, a partida termina e você deve reiniciar do zero – e cada vez que você joga, o cenário é completamente aleatório.

Afirmamos sem medo: este é o melhor visual dentre todos os outros desta lista. O degradê do cenário, a arte digna de um bom jogo indie, a riqueza de detalhes e a iluminação (existe um ciclo dia-noite belíssimo) constroem uma gameplay prazerosa. A física parece surpreendentemente realista, tanto que você consegue sentir a energia acumulada após acumular um longo combo. Há modificadores como ímã e uma pena, que te deixa flutuando e evita quedas. Ambos são moderados e não estragam a experiência.

Alto's Adventure no menu, mostrando as diferentes personagens jogáveis
Com o tempo você consegue destravar novos personagens, incluindo Tupa e a lhama Felipe.

Ao arrastar a tela para o lado direito, no menu, você encontra o Modo Zen. Diferente do Fruit Ninja, nesse aqui o jogo é infinito, então você pode cair e se levantar quantas vezes quiser. Ele só é bastante sem graça, pois não existe pontuação. Tendo em mente que o modo de jogo “normal” não é tão desafiador, o Zen vira dispensável.

Por fim, vale afirmar que a monetização do jogo não incomoda tanto, pois as moedas que você adquirir nas partidas já servem para destravar os outros personagens jogáveis. Mais um uso delas é continuar jogando depois de cair: você ganha até três vidas vendo vídeos de propaganda, depois você precisa pagar 1.500 moedas. Na área da Oficina, você encontra upgrades (também compráveis com moedas in game) que deixam o jogo ainda melhor. Lá também há a versão premium, que não tem anúncios e vem com moedas bônus, custando R$ 8,49. Confie em nós: Alto’s Adventure é um excelente jogo e pode ser aproveitado na íntegra, sem que você tire um tostão do bolso.

Alto's Adventure em queda livre com o traje planador
A altura é sua melhor amiga. Só tome cuidado com o ângulo que estiver caindo – o visual é de desenho animado, mas a física é bem realista.

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Dicas para dominar o game:

  • Priorize objetivos, não moedas;
  • Veja propagandas de 30 segundos e nunca gaste seus créditos para ser revivido (no máximo três vezes);
  • Sempre dê pelo menos um salto de 360º, por mais que a distância seja curta;
  • Lhamas são multiplicadores – então sempre que vir uma, vá ao chão e passe por elas;
  • Para sua segurança, tente manter-se sobre aquedutos ou bandeiras;
  • Quando você tiver o Traje Planador ativado, dê o máximo de combos seguidos que conseguir (tocando sempre no chão para o multiplicador te recompensar).

Fallout Shelter (2015)

Fallout Shelter com 32 moradores e nove níveis
Vários dias de jogo rendem uma vault de nove andares, que abriga 32 humanos.

A Bethesda, mesma desenvolvedora que te trouxe mais de 150 sucessos de ação e aventura como a franquias The Elder Scrolls, Dishonored, Quake e Doom, traz mais um título do universo Fallout. Dessa vez, o jogo é mais “família” do que os de console: em Fallout Shelter, você precisa cuidar do seu próprio bunker (vault) e garantir que todos os moradores (dwellers) ficarão felizes.

Sua tarefa é lidar com recursos (energia, comida e água) e criar salas diferentes (com funções únicas), enquanto expande a capacidade de moradores da vault e atribui funções aos abrigados. Geradores, lanchonetes, alfaiataria, academias e laboratórios são somente alguns dos tipos de construções que você pode escolher. A curto ou longo prazo, você precisa pensar em equilibrar a economia de itens, dinheiro e a felicidade de todos.

Infelizmente esse game é tipo um Tamagotchi. Você precisa dar atenção e cuidar dos recursos a um nível que só funciona se você se viciar. Ao longo das primeiras horas depois de baixá-lo, abri o app de 10 em 10 minutos, coletando recursos para o que achei ser o suficiente para durar no período da noite. Na manhã seguinte, meus dwellers já estavam com 20% de felicidade – o que é péssimo.

Fallout Shelter em destaque para módulo de residência, com dois dwellers em flerte
Colocar um casal de dwellers em uma sala de convivência é uma boa opção quando você tiver todos os três recursos acima da média. Vai que pinta um clima…

Um outro ponto fraco é a existência de cartas de itens, que vêm em uma espécie de lootbox – uma caixa com itens aleatórios, que você geralmente adquire ao pagar dinheiro real (sim, uma aposta). Também tive problemas ao selecionar cômodos ou dwellers: quando cliquei na porta ao tentar trazê-los para dentro, não funcionou; quando tentei clicar em um cômodo, o dweller era selecionado; quis coletar recursos e também selecionei um humano naquela sala. Foi bem confuso, sendo necessário dominar o zoom da tela com maestria para jogar sem erros.

Por outro lado, se você se deixar levar a sério, não se importar com as falhas mecânicas e realmente cuidar da sua vault, Fallout Shelter te proporcionará horas de diversão. É o tipo de jogo de progresso por tempo, então uma opção sua é ficar de olho no horário e deixá-lo correr enquanto você mexe em outro aplicativo – ou vive a vida fora do smartphone. Sendo assim, com um título que depende do passar do tempo, é um obstáculo para reviews. Porém, consegui chegar a abrigar mais de 30 moradores no meu 12º dia de jogo.

Fallout Shelter com três dwellers voltando de uma missão
Exploração em trios ao fazer missões é sua melhor forma de retornar com bons itens.

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Dicas para dominar o game:

  • Entre a cada 10 minutos para coletar recursos e a cada uma hora faça pelo menos uma construção ou upgrade;
  • Não se atente às notificações, elas são um caminho rumo ao vício;
  • Quando desbloquear quests, tente jogá-las de imediato, pois as missões são rotativas e mudam em um curto intervalo de tempo;
  • Se deixar um dweller sair, tenha atenção redobrada e cheque a cada cinco minutos (um deslize pode significar a morte);
  • Opte por expandir cômodos ao invés de criar múltiplos do mesmo tipo espalhados pela vault;
  • Intercalar um único bicho de estimação entre os dwellers deixará momentaneamente toda a vault mais feliz.

Call of Duty Mobile (2019)

Call of Duty Mobile no menu principal, onde pode-se ver modos de jogo, nível do escalão, nível do jogador e áreas de customização
Variados modos de jogo e um rico menu de personalização. Este é CoD Mobile.

Outro que “migrou” o sucesso de uma franquia de consoles para o mundo mobile, Call of Duty: Mobile merece ser citado aqui por se tornar um hit absurdo de 2019. Atraindo o público que já havia jogado pelo menos um título anterior de outras plataformas, ele também conseguiu agradar fãs das versões dos Battle Royale Fortnite e PUBG para mobile.

Há modos como Linha de Frente (combate direto, sem muito espaço para “campers”), Mata-Mata em Equipe (mapas aleatórios, que podem ser maiores) e Dominação (três pontos com bandeiras que devem ser dominados por dois times), pegando os mesmos mapas dos consoles. De forma inusitada, você deve baixar um trio de mapas adicionais como atualização – se quiser jogar neles, claro.

Call of Duty Mobile no mapa nuketown, com zoom no scope de uma arma
Mapas clássicos da franquia estão de volta, incluindo o Nuketown – que completa 10 anos ainda em 2020!

Recentemente houve a adição de ranking, onde partidas ranqueadas indicam seu nível e te colocam em uma sala com outros de experiência equivalente. Essa é uma forma de jogadores que já estão acostumados ao nível de dificuldade de adversários conseguirem encontrar uma melhor competição. Particularmente, esse é o modo mais divertido de jogar, já que as habilidades de companheiros e inimigos são bem equilibradas.

Outra adição idêntica ao CoD de consoles é o Passe de Batalha, onde você pode pagar para adquirir itens superficiais extras no jogo. Este, vale dinheiro de verdade e é completamente dispensável, por mais que você jogue o game todos os dias. Para desafios ainda maiores, o modo Battle Royale é uma boa opção: você disputa por um jogo, em uma única vida, em mapa com mais de 100 jogadores. Quem jogou o Black Ops 4 vai se sentir em casa. Quem não jogou, deveria experimentar este.

Call of Duty Mobile na área do passe de batalha, mostrando progresso até nível 4
Passe de Batalha em um jogo mobile: você tem R$20 sobrando para gastar com uma arma colorida?

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Dicas para dominar o game:

  • Todos os itens do menu com um ponto de exclamação preto e amarelo significam que você tem um item de graça para resgatar, então procure todos os dias e lembre-se de checar tudo após algumas partidas;
  • Depois de testar todos os modos, escolha o mapa que mais gostar e jogue nele para subir de nível de forma mais divertida;
  • Ignore o passe de batalha e os “COD Points”, pois eles são 100% cosméticos;
  • Separe uma arma que gostar do dano e foque em melhorá-la conforme você destrava novos itens;
  • Está achando o jogo muito fácil? Vá para o modo de partidas ranqueadas e teste suas habilidades.

Outros sucessos do Android

Pokémon Go e Angry Birds são sucessos de Android

Um jogo que “caiu” da lista foi Pokémon Go. Mesmo com o enorme sucesso (e todos os recordes quebrados), em tempos de pandemia, a última coisa que deve-se fazer é mergulhar em um jogo que te obrigue a sair de casa. Uma atualização interessante, porém, são as redes remotas recentemente anunciadas. Bem, de maneira resumida: o jogo é realmente bom, seja você fã das criaturas ou não. É uma pena não poder aproveitá-lo na íntegra nestas últimas semanas.

Com lançamento no final de 2009 nos dispositivos iOS, foi somente um ano depois que o primeiro Angry Birds chegou para Android, tornando-o qualificado para entrada em nossa lista. Disparado, este é um dos maiores sucessos dos dois sistemas operacionais. Uma pena foi a desenvolvedora Rovio ter oficialmente tirado o aplicativo do ar, como contam em resposta a uma discussão no site da empresa. A única forma (recém-disponibilizada) de baixar o jogo é recuperar o seu histórico de downloads da Play Store. Em nossa opinião, é injusto recomendar um jogo onde há incerteza de ele ser jogado por qualquer dono de Android.

Cut the Rope, Temple Run, Candy Crush Soda Saga, Alto's Odyssey, Tiny Tower, Garena Free Fire
Outros sucessos: em sentido horário, Cut the Rope, Temple Run, Candy Crush Soda Saga, Garena Free Fire, Tiny Tower e Alto’s Odyssey. (Divulgação/Reprodução)

Concorrências e sucessores também foram deixados de lado em nossos testes, mas merecem menção honrosa:

  • Gostou de Fruit Ninja? Experimente Cut the Rope, um jogo de cortes rápidos onde você ainda deve solucionar quebra-cabeças.
  • Gostou de Jetpack Joyride? Experimente Temple Run, outro “runner” infinito que fez sucesso no Android.
  • Gostou de Candy Crush Saga? Experimente a sequência Candy Crush Soda Saga, com novos mapas e doces únicos.
  • Gostou de Alto’s Adventure? Experimente Alto’s Odyssey, o sucessor com cenários e biomas ainda mais belos.
  • Gostou de Fallout Shelter? Experimente Tiny Tower, jogo onde você deve construir uma torre e cuidar de seus moradores/funcionários.
  • Gostou de Call of Duty Mobile? Experimente Garena Free Fire, concorrência forte do gênero Battle Royale, que já tem mais de 500 milhões de downloads.

Qual dos títulos testados mais despertou o seu interesse? Conte para a gente abaixo, nos comentários.

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