Confira os melhores jogos de Android de todos os tempos

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Desde os primeiros títulos da Google Play Store até os apps que quebraram recordes no ano passado, conheça os melhores games para Android que você precisa jogar.

Sejam gratuitos ou pagos, de grandes produtoras de games para consoles ou stratups modestas de títulos indie, separamos os melhores jogos de Android que você precisa conhecer. Compilamos neste lista algumas franquias, como Angry Birds e The Room, além de títulos avulsos e sucessos absolutos.

Para te ajudar a escolher qual será o próximo na sua fila de downloads da Google Play Store, em vez de seguir uma ordem de lançamento ou classificar pelo sucesso financeiro, decidimos seguir uma ordem de nossa preferência, colocando os mais icônicos no topo da lista. Confira!

Fruit Ninja

Aplicativo Fruit Ninja, uma katana atravessa a tela cortando kiwi, melancia e um abacaxi, com multiplicador do combo "+3".
Suco de fruta e katana. Quer melhor combinação que isso? (Divulgação)

Um clássico da era touch (que veio na mesma época dos primeiros populares iPod/iPhone e dispositivos Android), Fruit Ninja fez a diversão de jogadores que queriam aproveitar o toque na tela à potência máxima. O sentimento de cortar frutas em pleno ar até então não conseguiu ser replicado por concorrentes – afinal, não há nada como suco sendo espalhado!

Mas não se deixe enganar: os combos insistem na habilidade do jogador de calcular o caminho traçado pelo dedo (ou melhor, pela lâmina) e pegar o momento perfeito levando em consideração a gravidade dos objetos arremessados no seu campo de visão.

Prova do sucesso é o fato de hoje ser possível encontrar ports do jogo feitos para basicamente todos os sistemas operacionais, incluindo PlayStation 4, alguns óculos de realidade virtual e até uma versão para Kinect (Xbox 360), que fez um sucesso razoável em seu lançamento.

Angry Birds

Aplicativo Angry Birds: Chuck é arremessado em direção aos porcos verdes, ganhando 2500 pontos. O cenário é uma caverna.
O game é um clássico que atualmente ganhou até uma franquia no cinema (Divulgação)

Em Angry Birds, arremesse pássaros com um estilingue para destruir o cenário e matar porcos verdes. Como você pode perceber ao longo desta lista, cores e gameplay feito para crianças parecem ser a fórmula do sucesso.

Esse é um game que pegou emprestada a ideia do jogo em flash Crush the Castle para criar a base de sua mecânica, que rendeu 17 sequências com variáveis de gênero – incluindo um divertido pinball!

De maneira resumida, a história consiste em porcos que querem comer os ovos dos pássaros e você precisa impedir utilizando diferentes aves com habilidades únicas: um deles se divide em 3 pássaros menores, outro é um bumerangue e o último bota ovos após um segundo toque na tela, por exemplo. Uma proposta simples, com considerável grau de dificuldade para quem quiser pegar todas as estrelas em todos os níveis. Fato curioso é que os inimigos (porcos) só foram escolhidos por a gripe suína estar em alta naquela época.

Cinco anos após o lançamento, a franquia teve um total de 3 bilhões de downloads, sendo a mais baixada de todos os tempos. Infelizmente, no final do ano passado, o primeiro game (junto com outros da desenvolvedora Rovio) foi removido das lojas de aplicativos. A não ser que você ainda tenha instalado, hoje só é possível jogar a sequência, Angry Birds 2, e outros baseados nesse game, como Rio, Star Wars e Transformers.

Temple Run 2

Duas telas de Temple Run 2: à esquerda, personagem está em carro minerador correndo em trilho. À direita, jogador desce um rio.
Não importa o cenário: neste game sem fim não há repetecos (Reprodução; Pinterest/Goodapps)

Temple Run 2 e seu famoso antecessor são jogos de plataforma sem fim, com cenários gerados aleatoriamente para te entreter. O controle do personagem é bem simples, já que só é preciso inclinar a tela para os lados ou mexer com o dedo na tela para desviar dos obstáculos.

O único objetivo é coletar moedas e sobreviver o máximo de tempo possível, apesar de haver desafios extras que você pode escolher. A proposta do game lembra bastante jogos como Subway Surfers (que veio 1 ano depois do Temple Run original) e Minion Rush (meses depois do Temple Run 2).

Sazonalmente, há novos personagens e mapas para aproveitar o jogo sem cansar – às vezes pagos com a moeda do próprio jogo ou então gratuitos. No ano passado, a frequência aumentou de maneira significativa, pois tivemos eventos como “Holiday Havoc” (Natal), “Spooky Ridge” (Halloween) e o “Holi Festival”. Com adições desse tipo, a vida útil do jogo para Android só aumenta.

Candy Crush Saga

Aplicativo candy crush, com pontuação-alvo de 5500 pontos, mostrando doces  de vários formatos e cores.
A “hype” é bastante justificável. Se você ainda não jogou, precisa dar uma chance (Divulgação)

Esse game é uma febre que não pode ser ignorada. Meses antes de ser lançado como um app gratuito, em 2012, o sucesso Candy Crush chegou primeiro como um jogo dentro do Facebook. No ano seguinte se tornou o mais baixado no iOS e teve quase 7 milhões de usuários ativos diariamente.

Para jogar, ombine pelo menos três doces da mesma cor, ganhe pontos e você verá novos doces coloridos para você destruir. É uma jogabilidade intuitiva que tende a pegar. Vale lembrar que a ideia é longe de ser original, já que pega emprestado parte da mecânica de combinar cores dos clássicos Tetris e a série Bejeweled.

Nas compras dentro do próprio aplicativo, como recursos para desbloquear níveis, mesmo que feitas por 2% dos usuários, a desenvolvedora King viu retorno financeiro junto ao crescente vício de seus fãs. O surpreendente é que, mesmo em 2018, o total de gastos dos usuários bateu 4.2 milhões de dólares por dia com transações. Em julho do mesmo ano ele teria arrecadado, desde seu lançamento, um total de 17 bilhões de reais.

Clash of Clans

Aplicativo clash of clans, campo de batalha repleto de túmulos, com dragões e tropas de ataque.
Ao pensar em ganhar troféus, armar a defesa é a menor de suas preocupações (Divulgação)

Neste jogo de estratégia para Android, o objetivo principal é atacar ou defender seu vilarejo e, claro, ganhar troféus no meio do caminho. Com uma mecânica que é bastante familiar a quem é viciado em jogos de tabuleiro, o título foi lançado em 2013 (um ano depois de chegar ao iOS) e já chegou a arrecadar 1.5 milhões de dólares por dia.

Você constrói seu clã, treina tropas e pode escolher entre atacar, defender ou partir para as Clan Wars, que em clãs compartilhados com até outros 50 jogadores jogam contra outro clã) em disputas online. Clash of Clans também lembra outro clássico para PC, Travian, tanto que foi diretamente citado por seus criadores múltiplas vezes como inspiração principal – e podemos perceber bem a similaridade pela forma como ele lida com recursos e construções do vilarejo.

O ganho de experiência e habilidade é a base do jogo, então só pense em jogar caso queira dedicar várias horas da sua semana. Vale também mencionar o sucessor, Clash Royale, que também fez sucesso: no ano passado, ele completou seu 3° aniversário e comemorou com o lucro de 2.5 bilhões de dólares.

Jetpack Joyride

Jetpack Joyride, Barry Steakfries perseguindo o power-up com dragão dourado, prestes a coletar diamantes e moedas.
Os veículos te deixam acompanhar o trajeto com obstáculos aleatórios de forma bem divertida (Divulgação)

Jetpack Joyride é um sidescroller, um tipo de jogo em que você acompanha o personagem em um cenário que corre lateralmente. Com um simples toque na tela, você ativa a propulsão do seu poderoso jetpack e subir ou descer te fará evitar obstáculos e conseguir itens especiais, que é a grande graça deste sucesso para Android.

Veículos como “pássaro de dinheiro”, moto e um foguete supersônico acabam por tornar cada jogatina uma experiência única – por mais que o cenário seja repetitivo, admitimos. Missões frequentes também não te deixarão enjoar tão cedo do app.

Mesmo com diversas atualizações ao longo do tempo, pensar que um jogo com tamanha qualidade ainda é relevante quase uma década depois (foi lançado em 2011) é prova do quão bom e ainda relevante Jetpack se tornou.

Alto’s Adventure

Alto's Adventure: Alto foge do vilão montado em uma alpaca, logo antes de chegar a um moinho de vento e saltar uma pedra.
Arriscar fazer um 360° na neve soa emocionante para você? (Reprodução; YouTube)

Esse visual de jogo indie não engana ninguém (no melhor sentido possível): Alto’s Adventure ganha por sua arte espetacular e pela mecânica simples. Ao tocar na tela, o protagonista salta. Ao pressionar a tela enquanto ele está em pleno ar, Alto gira em sentido anti-horário. Assim, a aventura vira um desafio de lidar com a física de rampas, descidas e terrenos escorregadios, evitando pedras e inimigos.

Para manter seu momentum (momento linear) a longo prazo, você precisa calcular muito bem cada toque. Deslizar sobre bandeiras e outras construções dão multiplicadores indicados pelo cachecol do personagem (quanto mais longo, melhor seu desempenho). São detalhes assim que deixam a jogabilidade profunda o suficiente para qualquer player de primeira viagem.

Como você já deve ter adivinhado, prepare-se para lidar com cenários gerados aleatoriamente e terrenos repetitivos o suficiente para você se tornar familiarizado. A sequência Alto’s Odyssey, que pega a mesma lógica e muda o contexto/cenário, é outra boa pedida para quem curtir Alto’s Adventure.

Bubble Shooter Legend

Aplicativo bubble shooter: à esquerda, uma tela mostra o alvo perfeito (Perfect!) ao atirar a bolha azul em um grid hexagonal. À direita, uma bolha vermelha realizando combo.
Proposta “manjada” com uma jogabilidade genial (Divulgação; editada)

Você com certeza já jogou algum jogo com esse mesmo visual ou proposta, seja no computador ou Android. A ideia é atirar pérolas para derrubar outras da mesma cor e completar o nível. É assim que Bubble Shooter Legend conquistou o público, com a mecânica “quase subconsciente” que todo mundo conhece.

A descrição do game na própria Play Store já indica outro ponto em comum com outros títulos animados aqui dessa lista: “Filhotes de dragão fofos aumentam seus pontos” – que com certeza não é o tipo de coisa que você lê todo dia. Mas não se deixe enganar, pois multiplicadores e mapas com diferentes níveis de dificuldade equilibram sua jogatina, que pode ser tanto frustrante como bastante prazerosa. Tudo depende da forma que a bolha atirada por você rebaterá de encontro às outras.

Outro detalhe que merece ser citado: a satisfação de quebrar linhas em sequência é uma forma de reafirmar que um app para Android ainda pode ser tão prazeroso como um grande lançamento para os consoles da última geração.

Pokémon Go

Pokemon go: tela à esquerda mostra Squirtle prestes a ser capturado. À direita, a treinadora em um pokestop.
Um dos poucos casos onde ficamos felizes em dizer que a febre ainda não passou (Reprodução; Reddit/Freepak)

Febre de anos atrás, Pokémon Go ainda é muito jogado por fãs de outros Pokémon e até por aqueles que descobriram este universo (clássico) em 2016, com o lançamento do jogo – que demorou poucas e boas semanas para chegar ao território brasileiro. Na época, ele foi até mais acessado que outros apps populares no Android, como Facebook, Twitter e Tinder.

A tecnologia de realidade aumentada de um smartphone é muito utilizada neste game. Dessa vez, a função é te fazer andar pelo mundo real (junto ao rastreamento via GPS) e caçar pokémons em pleno espaço público, como escritórios, praças e até portas de igreja.

No primeiro mês ele bateu recordes como o jogo mobile que mais arrecadou neste período (206 milhões de dólares), o mais baixado (130 milhões) e o mais rápido a render US$ 100 milhões (20 dias). Se você pensou que a febre foi momentânea, engana-se: só no ano passado, ele arrecadou 900 milhões de dólares com compras internas. Por isso, a disputa ainda está viva; basta baixar e entrar na fila.

Call of Duty: Mobile

Aplicativo CoD Mobile, início da partida no mapa Standoff (Black Ops 2).
O melhor do FPS de consoles agora está no mobile (Reprodução; Riotpixels)

O nome é bastante popular para gamers de PC/console, afinal, Call of Duty é uma das franquias mais rentáveis da história, ficando atrás somente de Mario e Pokémon. Se você considerar que eles arrecadam quase US$ 1 bilhão por ano com seus títulos anuais, não é surpresa saber que o app Call of Duty: Mobile também é um sucesso – tanto que bateu o recorde do Pokémon Go, citado acima (148 milhões de downloads no primeiro mês).

Um diferencial, que surgiu somente nos últimos títulos para console, é a inclusão do modo Battle Royale (todos contra todos, somente 1 vida, luta até a morte em mapas gigantes), como os populares PUBG Mobile, Free Fire e Fortnite. Da mesma forma que outros games do mesmo gênero, ele também possui um “Passe de Batalha” e duas moedas internas.

Modos de jogo, mapas e armas tiradas diretamente dos consoles: é tudo o que os fãs pediram. Em resumo, se você estiver acostumado aos CoD’s e sente saudade dos mapas de Modern Warfare e Black Ops, CoD: Mobile vai satisfazer sua vontade.

Detalhe importante é que ele ainda pode ser compatível com o controle (conexão Bluetooth no Android), mas avisamos que é uma “boa” forma de trapacear.

The Room

Aplicativo the room com compartimento aberto em formato de bússola, cheio de engrenagens (indicador 2 no canto inferior esquerdo).
Imagine um desafio de um escape room e pense em uma escala menor. É este o seu objetivo em The Room (Divulgação)

Em The Room, sua tarefa é abrir caixas que se tornam mais difíceis a cada nível. O maior desafio é evitar pegar um bloco de notas para anotar seu raciocínio.

Há três sequências lançadas, com contextos únicos e a introdução de novas mecânicas (com perdão do trocadilho) para as engrenagens e cadeados surreais, tornando-se cada vez mais sinistro com o passar do tempo. The Room é um dos poucos apps pagos nessa lista, custando atualmente R$ 3.39 na loja do Android, que linkamos acima.

Hill Climb Racing

Aplicativo Hill Climb Racing: jogador prestes a coletar tanque de gasolina e moedas de 100 e 5 pontos.
Zero respeito às leis da física são o grande destaque do game (Reprodução; Superdownloads)

Por mais que Hill Climb Racing pareça um jogo desenhado por um estagiário de desenvolvimento de games, os números dizem o contrário: ele está instalado em pelo menos 500 milhões de dispositivos Android de acordo com a Play Store. O principal motivo? Provavelmente a física nem um pouco realista.

Colete moedas e combustível para sobreviver aos mapas e se divertir com apenas dois controles: aceleração e freio. Com o tempo e o dinheiro ganho ao completar os níveis é possível adquirir novos veículos, incluindo tanques de guerra, motos e um trenó. Para quem não se importa com um visual mais simples é uma ótima pedida.

Monument Valley

Aplicativo Monument Valley: um mapa de um castelo roxo do lado esquerdo e um aqueduto preto e branco do lado direito.
Um prato cheio para os olhos e para a mente (Divulgação; editada)

Sim, Monument Valley é o game mais visualmente espetacular da nossa seleção, tanto pela arte como pela beleza de seus conceitos. Mais um puzzle, dessa vez temos um cenário 3D onde você deve girar plataformas e levar a princesa protagonista até a saída do nível. Os truques de perspectiva dignos de Escher fazem com que você seja levado de cenários coloridos com luz do dia a cavernas e aquedutos sombrios.

O segredo é que, logo ao carregar um nível, o primeiro pensamento que você terá é o mesmo: isso é impossível. Conforme você testa a forma que cada trecho do seu caminho reage a interações, fica fácil notar a rota ideal. De quebra, o investimento emocional ao final da história é digno de ser satisfatório aos que não desistirem (e conseguirem acompanhar o simples diálogo).

A sequência, Monument Valley 2, mantém toda a atmosfera do primeiro.

Asphalt 8: Airborne

Aplicativo Asphalt 8 - Airborne: Lamborghini preta derrapa em mapa submarino.
Quem disse que o smartphone não roda gráficos de tirar o fôlego? (Reprodução; Mobygames)

Se você já jogou algum título da série Burnout, vai se sentir em casa com Asphalt 8: Airborne. Para quem pensa que os celulares de hoje em dia não rodam jogos com gráficos tão bons, vale a pena rever seus conceitos e testar este game! Ele lembra mais um arcade clássico do que muitos que tentam imitar a física realista dos possantes.

O objetivo, claro, é chegar em primeiro lugar. Para isso, corra e bata bastante contra a lateral dos oponentes para tirá-los da pista.

Cenários ricos e um ótimo fator de replay dos mapas tornam Asphalt 8 um título excelente. Um fator importante é que todos os (quase 50) carros estão disponíveis na loja desde o começo, com a única barreira sendo os pontos ganhos dentro do próprio jogo – o que é raro em apps de Android desse tipo, hoje em dia.

Assim, você não precisa gastar nenhum dinheiro “real” para competir, nem para se sair melhor. Basta jogar bem.

Mini Metro

Aplicativo Mini Metro: linhas de metrô nas cores azul, amarelo, roxo e verde se entrelaçam com estações em formato de círculo, quadrado e triângulo.
Admita: você nunca achou que fazer uma baldeação fosse tão divertido (Divulgação)

Este aplicativo mistura estratégia e simulação, já que seu objetivo é criar linhas de metrô e manter a cidade funcionando, abrindo novas estações com o passar do tempo. Recursos limitados, cenário minimalista e jogabilidade simples são a fórmula perfeita do vício, como você pode muito bem compreender se já jogou algum game de Android do tipo.

É o app que mais requer paciência para ser dominado, já que a noção de precisar lidar com dezenas de novos passageiros de uma vez é perturbadora a cada reinício da jogatina. Por sinal, você também é seu único vilão, já que o progresso é medido pelas semanas em atividade, e não por níveis, e você só perde se uma estação estiver lotada por muito tempo. Então Mini Metro não tem fim, e essa é a melhor (ou pior?) parte.

Crossy Road

Aplicativo Crossy Road, galinha atravessa canteiro acumulando 7 pontos.
O Frogger da década agora é uma galinha…? (Reprodução; Mobygames)

Crossy Road é simplesmente o Frogger do Android. Nele, atravesse as ruas sem ser atropelado e avance o máximo que conseguir para acumular pontos. Se ficar parado por muito tempo, você morre; se vacilar na rua, um carro te pega.

Visual acolhedor e gameplay bem direto (toque para avançar, deslize o dedo para se locomover na horizontal), na dose certa, são capazes de levar qualquer um à persistência.

Caso sinta saudades de Flappy Bird, essa é sua melhor saída. No final, se você se pegar respondendo à pergunta da velha piada (por que a galinha atravessou a rua?), vai perceber que as horas que passou grudado na tela do celular passaram voando.

Tiny Tower

Aplicativo tiny tower: prédio de três andares em tela do lado esquerdo e cobertura de um novo piso (com grua laranja) do lado direito.
Monte seu prédio e decore como bem quiser (Reprodução/malavida.com; editada)

Pixel art é fácil de conquistar qualquer um. Pensando nisso, Tiny Tower é uma simulação de “construa sua torre” em uma mecânica que pega bastante emprestado do clássico SimTower.

Customize andares, adicione moradores e trabalhadores (Bitizens) e seja o espectador da vida social dessas miniaturas enquanto você cresce seu prédio com diferentes tipos de ambientes. Gameplay direto ao ponto e visual criativo resumem bem a ideia do game.

Infelizmente, você precisará usar aquela lógica de jogos de Facebook: faça upgrades, espere o cooldown de itens, acumule sua riqueza com o app fechado e volte sempre que receber uma notificação. Se você tiver pressa, pode pagar com dinheiro de verdade, mas afirmamos que o truque não compensa – vale esperar.

Plants vs Zombies 2

Aplicativo PVZ2: peashooter, sunflower, bloomerang, bonk choy e wall-nut enfrentam uma horda de zumbis no mapa do egito antigo.
Defenda a sua base de zumbis com esta sequência ao game essencial de Android (Reprodução; GameFM)

O jogo original é com certeza um clássico do Android, que também merece ser jogado. Aqui, resolvemos falar da sequência, Plants vs Zombies 2, que prova como é possível tornar uma sequência ainda melhor que o primeiro (por sorte, nos jogos mobile a lógica é diferente do cinema). Colete sóis, plante plantas em espaços específicos, agindo como torres de defesa contra zumbis, e vença.

Com mais de 300 níveis distintos, cartas modificadoras e milhares de combinações possíveis em uma única partida, PvZ 2 é um game de estratégia em sua essência. São 100 milhões de downloads que provam a vida longa do jogo que melhor representa o gênero no mundo mobile.

Chaos Rings III

Aplicativo Chaos Rings III: Nazca em modo de combate com opções de ataque ou defesa.
A Square Enix também aposta em títulos originais para celular (Divulgação; editada)

Acha que conhece esse game de algum lugar, só pelo visual? Não estranhe, pois ele é da SQUARE ENIX, a mesma desenvolvedora de franquias de renome, como Final Fantasy, Dragon Quest e Kingdom Hearts. Saiba que, mesmo sendo para mobile, Chaos Rings III é um RPG completíssimo, seguindo a sequência lançada em 2012.

Com batalhas de turnos (ou como são chamadas nos games, de “turn-based“) você pode aplicar cartas modificadoras, ganhar loot e pontos de experiência, desenrolando uma história única que, felizmente, pode ser aproveitada sem os dois antecessores – mas é melhor se jogar as outras aventuras antes. Com duração estimada de 65 horas, a alta qualidade vem a um preço bastante salgado: R$ 88,99.

Menções honrosas (adaptadas para Android)

mario run, stardew valley, don't starve, minecraft, GTA San Andreas, games adaptados para Android
Colete moedas, plante beterrabas, sobreviva sem passar fome, quebre blocos ou roube carros: estes são os extremos dos games adaptados para mobile (Divulgação/Reprodução; editada)

A começar pelos diversos jogos da Nintendo, é bastante válido mencionarmos outros títulos e franquias renomadas, feitas inicialmente para outras plataformas, que também tiveram uma versão para Android. Animal Crossing: Pocket Camp e Super Mario Run são ótimos exemplos disso, completados pelo hit Mario Kart Tour. A lógica é a mesma dos consoles, mas agora há o controle dedicado à touchscreen.

Na onda de outros que ganharam um versão mais fiel, desta vez saindo por um preço mais similar aos originais, pode-se citar Stardew Valley, um sucesso de RPG que é basicamente um farming simulator perfeito para todos os gostos e públicos. Aventure-se à procura de recursos ou tenha o foco em criar uma família, a escolha de como guiar a fazenda é sua.

Dois survivals para PC também merecem destaque. Don’t Starve te fará lutar por sua vida em busca de comida, mas é melhor se for jogado em um tablet. Por outro lado, o mais “amigável” Minecraft talvez tenha sido o menos abalado em questão de funções “enxugadas” para caber no mobile – tanto que as atualizações chegam quase de imediato no Android. Se você é ou já foi fã, não deixe de conferir.

Um último hit, desta vez da época do PlayStation 2, Grand Theft Auto: San Andreas chegou há alguns anos em uma versão optimizada para smartphones. Além de esbanjar o poder gráfico de uma máquina que hoje carregamos no bolso, GTA é a prova viva de que ainda é possível se sentir nostálgico com uma adaptação.

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