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Assinatura do Instagram agora permite acesso a posts exclusivos

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Pensada como uma ferramenta de monetização, a assinatura do Instagram permite que criadores ganhem dinheiro com conteúdos exclusivos

Nessa quinta-feira (14), o CEO do Instagram, Adam Mosseri, através de postagem em redes sociais, anunciou novidades para a plataforma e seu sistema de assinatura, que desde janeiro está sendo testado por alguns usuários. Agora, quem se qualificar a ter acesso a essa modalidade poderá limitar alguns conteúdos para seus assinantes.

O que há de novo na assinatura do Instagram

Mosseri explica em seu vídeo que os criadores de conteúdo na plataforma que tiverem a assinatura habilitada poderão agora postar reels e fotos exclusivas para seus assinantes, além de criar grupos compostos por até 30 desses apoiadores na própria plataforma para interação conjunta através de mensagens diretas. As funções se juntam às insígnias de apoiadores e aos stories exclusivos, já presentes no programa desde seu teste inicial em janeiro.

“Queremos que aqui seja o melhor lugar possível para que criadores de conteúdo possam ganhar a vida”

Adam Mosseri, CEO do Instagram.

Além das postagens exclusivas, os criadores de conteúdo na plataforma também ganharão uma nova aba de exibição em seus perfis, onde todos os conteúdos direcionados exclusivamente aos seus apoiadores serão listados sem mistura com fotos ou vídeos feitos para alcance geral.

Como disponibilizar assinaturas no perfil no Instagram

Assinatura do instagram
Algumas das novidades da rede social. (Imagem: Divulgação/Meta)

Até o presente momento, as assinaturas da plataforma não estão disponíveis no Brasil, mas em caso delas serem lançadas, os criadores de conteúdo devem cumprir uma série de pré-requisitos para poderem disponibilizar essa opção em seu perfil. 

A maioria desses pré-requisitos são concordar com uma série de termos da plataforma referentes a monetização, como as Políticas de Monetização de Conteúdo, as Diretrizes da Comunidade, ter uma presença estabelecida na rede social e, por fim, residir em um país em que a ferramenta esteja disponível — o que, novamente frisamos, não inclui o Brasil até o presente momento.

De qualquer maneira, no futuro as assinaturas da plataforma devem chegar a mais países, o tornando cada vez mais uma plataforma com mais abertura para pessoas se sustentarem — e mais um passo no conflito entre o TikTok e a plataforma do Meta, que concorrem tanto em número de usuários, quanto conteúdos e também em arrecadação financeira.

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Fonte: PCMag

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