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Em pesquisa, Yahoo revela que pessoas passam mais de 5 horas por dia no smartphone

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Ficou curioso? Pesquisa do Yahoo! revela hábitos interessantes de usuários no smartphone

O Yahoo! apresentou estudo “State Of Mobile” sobre o uso de smartphones e novas tendências tecnológicas

Em pesquisa, Yahoo revela que pessoas passam mais de 5 horas por dia no smartphone

Pesquisa é feita anualmente pela Flurry, empresa do Yahoo!  (à direta, Chris Klotzbach, diretor da Flurry)

Em evento para jornalistas em São Paulo, o Yahoo! apresentou os resultados de um estudo sobre o futuro dos aparelhos móveis. O trabalho foi concluído pela Flurry, empresa de análises adquirida em 2014 pelo próprio buscador. Apresentada em primeira mão aos brasileiros, a pesquisa “State Of Mobile 2016″ (Estado dos Aparelhos Móveis 2016, em tradução livre) mostra como a tecnologia mudou nossos hábitos, trouxe novos desafios e oportunidades para os consumidores e desenvolvedores de apps.

O diretor geral do Yahoo! Brasil, André Izay, comentou no início da apresentação sobre a mudança interna que a empresa vem fazendo nos últimos três anos para se reposicionar no mercado, focando em novas plataformas e tecnologias. Nestes esforços, estão a compra de negócios como a Flurry, BrightRoll e o próprio Tumblr.

Além de Izay, Chris Klotzbach, diretor do Flurry, e James Kelm, diretor sênior de produtos do Flurry, também falaram sobre o estudo que mostra as tendências do mercado mobile. Em uma análise ano a ano, a equipe avalia 940 mil aplicativos em 2,1 bilhões de devices por mês e 10 bilhões de sessões por dia. Alguns desses parceiros são o Snapchat, Angry Birds, Hulu e Skype.

Em pesquisa, Yahoo revela que pessoas passam mais de 5 horas por dia no smartphone

Uso de aplicativos pelos norte-americanos

Segundo a pesquisa, há mais de um bilhão de usuários globais, que registram 165 bilhões de atividades diárias. Dentre elas, nos Estados Unidos, foi descoberto que as pessoas passam em média cinco horas em frente ao smartphone. Sendo 32% do tempo em redes sociais e mensagens e 18% consumindo música, vídeos no YouTube e outros apps de entretenimento. Inclusive, 85% da navegação na internet é feita por meio de aplicativos

“2015 foi o ano do emoji, 2016 foi o ano das redes sociais e da ‘pausa'”, disse Chris Klotzbach

O futuro dos smartphones está na Inteligência Artificial, segundo estudo da Flurry

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Realidade Virtual também é uma das apostas

Neste ano, faz 10 anos que a Apple lançou o primeiro iPhone, o que marca basicamente o primeiro smartphone com navegação fácil à internet, tela multitoque, etc. De 2007 para cá, o mercado de celulares inteligentes cresceu absurdamente e se desenvolveu com muita rapidez, até 2014.

Nesses últimos dois anos, começamos a ver menos novidades e a consolidação de um mercado de smartphones com telas médias, phablets e com sistema operacional Android.

Chris Klotzbach acredita que depois da pausa e falta de inovação em 2016 (e um grande boom de Pokémon Go), 2017 será o começo do mobile 2.0, ou seja, a partir de agora, as fabricantes apostarão em realidade aumentada, realidade virtual e inteligência artificial para conectar os diversos aparelhos. As assistentes pessoais como a Siri, Alexa e Cortana devem se integrar mais a outros produtos e aplicativos, o que fará com que o mercado cresça ainda mais; é “o melhor momento para inovar, não apenas para o mercado de aplicativos mobile, mas para os diversos outros aparelhos existentes”.

O que o estudo tem a dizer sobre o Brasil?

O estudo State of Mobile mostra que o Brasil segue a tendência norte-americana. Dentre os dados mais interessantes está o fato de que o brasileiro aumentou o uso de apps de compras online em mais de 100%; além de um crescimento em 70% em aplicativos de mensagens e redes sociais. No nosso mercado, há um crescimento de phablets (de 30% para 56% dos smartphones em comparação 2015/2016) e uma dominação Android (a Apple tinha 20% do mercado em 2015 e agora tem 13%).

Os brasileiros também mostram um interesse maior em aplicativos de notícias e clima, enquanto os norte-americanos não; ambos os países usam muito apps de mensagem e redes sociais, o que acaba mostrando que esse é o meio pelo qual as pessoas mais recebem informação.

Em breve, apresentaremos mais comentários interessantes sobre este estudo. Fique ligado no Showmetech.

Jornalista formado pela Cásper Líbero. Trabalhou na TV Gazeta, BandNews TV e Rede Globo. Atualmente, é Editor-chefe do Showmetech, escrevendo sobre o que há de mais importante no mundo da tecnologia.

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