Apple Music VS. Spotify: qual dos gigantes de streaming é o melhor?

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Confira uma análise entre o Apple Music e o Spotify! Que tal decidir qual deles é o melhor no mercado musical de streaming?

É de toda certeza que há  uma luta entre as plataformas de streaming musical. Entretanto, isso acontece de baixo de nossos olhos e não damos muita importância. Assim, vamos fazer um comparativo agora entre Apple Music e Spotify. Com isso, pretendemos te ajudar a entender qual das gigantes é a melhor no ramo da música.

O Spotify possui um número maior de usuários, mas isso não significa que a Apple Music esteja perdendo. Além disso, se você não consegue discernir qual dos serviços agregaria mais no dia-a-dia, o Showmetech vai te ajudar a decidir!

Apple Music

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O Apple Music possui uma maior biblioteca musical.

Qual o tamanho da biblioteca?

Em números, o serviço da Apple leva o primeiro ponto. Enquanto o Spotify possui  30 milhões de músicas em seu catálogo virtual, o Apple Music acumula 45 milhões  de opções.

Obviamente é uma vantagem significativa (15 milhões), até porque nesse caso você possui mais músicas para escolher no gênero que te agrada. E se tem mais opções, você pode conhecer artistas que não estão no mainstream, tendo acesso a músicas diferenciadas.

Mas quanto custa ter tudo isso?

Spotify permite acesso livre para uso,  enquanto o Apple Music oferece apenas uma versão de avaliação durante três meses. Esse teste da Apple até pode ser positivo, mas apenas do ponto comercial. Isso porque não ter uma versão gratuita acabou não dando certo e a Apple acabou perdendo usuários para seu concorrente.

Ainda assim, três planos diferentes mostram que a Apple quer que seus usuários estejam dispostos a serem mais dinâmicos. Ter um plano mais barato destinado a estudantes universitários (R$ 8,50) é um grande negócio, especialmente quando esse pagamento lhe dá acesso a recursos do serviço. Para não estudantes o preço chega a R$ 16,90 por mês, ou se você preferir um plano familiar que abrange até seis pessoas, basta pagar R$24,90.

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Que recursos exclusivos são esses?

Se quisesse sair na frente do Spotify e outros serviços de streaming , a empresa da maçã tinha que ter algo que nenhum de seus concorrentes havia ao menos pensado. Com esta estratégia em mente, a Apple  começou assinando com grandes nomes da música, para que esses artistas lançassem álbuns que ficariam disponíveis apenas no serviço.

Até agora, cantores com DrakeTaylor Swift, Britney Spears, Frank Ocean e Future estão entre os que lançam álbuns e singles exclusivos na plataforma. Se você não for fã de nenhum desses artistas, esse recurso pode mudar pouca coisa para você. Porém, se você for um fã, com certeza o destaque irá chamar sua atenção.

O serviço ainda oferece o Beats 1, uma estação de rádio 24 horas que gera conteúdo durante todos os dias da semana. Além de oferecer playlists exclusivas, a rádio também conta com sets de DJs aos vivo. A Apple  planeja lançar mais rádios para o serviço. No mercado de streaming, este é um recurso que simplesmente o Spotify simplesmente não tem como bater.

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Por fim há também vídeos exclusivos que a plataforma oferece. Além da integração com o iTunes. o mercado audiovisual é um dos investimentos que Apple está fazendo. Um dos lançamentos foi o “Up Next”. Esta é uma série que, a cada episódio, promove um artista que esteja em ascensão no serviço musical.

Em qual dispositivo é melhor de se usar?

As versões desktop e portátil são satisfatórias de se ver (estética é sinônimo de Apple), mas há uma diferença se o usuário usar a plataforma em diferentes dispositivos. A versão da plataforma musical para Mac, PC ou laptop é muito superior àquela  que você encontrará  em seu telefone.

Isso porque na versão desktop a navegação por suas listas de reprodução, biblioteca do iTunes e até mesmo as exclusividades é mais fácil. Além das imagens e boxes funcionarem melhor no site do que no aplicativo.

Podemos dizer que uma melhor experiência é possível em tablets e smartphones que possuam telas grandes. Haja vista que mais espaço na tela torna os ícones maiores. Não estamos condenando o aplicativo! Porém, o design de ícones grandes dificulta seu uso. Além dele não usar as telas menores como um benefício.

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Spotify

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O Spotify possui menos músicas, mas possui acesso livre.

Qual o tamanho da biblioteca?

Atualmente o Spotify possui mais de 30 milhões de músicas. Não é o mesmo número da Apple Music, mas atualmente uma média de 20.000 novas músicas são adicionadas por dia. Não ficaríamos surpresos  se eventualmente ele se igualar ou até mesmo superar seu maior rival.

O grande foco nas promoções e artistas inovadores ajudaram a plataforma musical verde a se tornar universal. As listas de reprodução sugeridas são uma das primeiras exibições quando você abre o aplicativo. Além disso, o serviço cria essas listas para quase todos os subgêneros musicais.

Semanalmente essas sugestões são atualizadas, nunca deixando seus músicos favoritos de lado. Existe também o “Suas Descobertas da Semana”, a playlist que se baseia no que você escutou. Ela surgiu nos últimos anos, embora o “Para Você” da Apple (apresentada em 2016) agora ofereça esta mesma funcionalidade, não sendo mais exclusividade do Spotify.

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(Photo by Thomas Trutschel/Photothek via Getty Images)

Mas quanto custa ter tudo isso?

Chegamos a uma das principais razões pelas quais o Spotify sempre se manteve na frente na corrida contra o Apple Music  – acesso pago e não pago. Embora  tenha passado por várias reformulações desde seu lançamento, a plataforma musical verde sempre manteve sua fórmula básica: todos podem entrar e acessar as faixas do catálogo gratuitamente.

Obviamente há anúncios em algumas músicas, mas você pode personalizar 15 playlists que tenham faixas que você gosta. Você também tem acesso a todas as listas de reprodução criadas automaticamente, como o “Suas Descobertas da Semana”; no passado você não tinha um controle sobre a reprodução e só conseguia passar as músicas um número limitado de  vezes por hora.

Em vez de deixar o conteúdo restrito, o Spotify exclusiva sabiamente recursos que o tornam mais dinâmico. Quer ouvir música sem nenhum anúncio? Quer baixar quantas faixas quiser para ouvi-las  quando estiver offline? Quer poder pular músicas como e quando quiser em seu tablet ou smartphone? Então é hora de se tornar Premium pagando R$16,90 por mês. Se você for estudante paga R$8,50 e se quiser o plano familiar  que cobre até 6 pessoas, basta desembolsar R$26,90 mensalmente.

É um modelo de negócios que pode parecer maluco no papel, de fato. Porém, é a maneira ideal de aumentar o número de usuários. Tornando a experiência estranha o suficiente para fazer com que as pessoas achem o pagamento uma melhoria, não uma condição.

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Que recursos exclusivos são esses?

Existem podcasts que são exclusivos para a plataforma (junto com muitos outros que você pode encontrar no iTunes ou Stitcher). Mas o Spotify nunca esteve tão interessado nesse segmento de mercado.

O vídeo foi uma área que teve investimento. Com isso, podemos ver vários artistas que lançam clipes verticais apenas para a plataforma. No entanto, esta funcionalidade não parece estar tendo o impacto esperado. Há rumores que o Spotify queira retornar ao seu modelo original. É improvável que ele abandone totalmente os vídeos, mas está claro que a estratégia atual não está funcionando para eles.

A redução no uso dos dados é uma funcionalidade que veio em 2018. Essa função armazena em cachê a música que você está escutando. Assim, quando perder o sinal, não terá de gastar internet carregando a música novamente. O Spotify garante uma redução de 75% dos dados, mas claro, se for usuário Premium, poderá baixar músicas via Wi-Fi quando quiser.

Em qual dispositivo é melhor de se usar?

Se o método de “pagamento” mudou pouca coisa, pode dizer que dá para contar nos dedos as vezes que o Spotify mudou sua interface – difícil de negar o quão bem funciona.  Ao invés de manter o mesmo visual dos desktops, o serviço foi reformulado e ajustado para telas menores.

Graças à grande quantidade de opções na tela a qualquer momento, você pode baixar um álbum ou playlist para seu celular ou até mesmo escutar rádio,  com um experiência intuitiva e de fácil uso. O sistema de blocos é suficiente para facilitar a seleção de novos álbuns e listas de reprodução. Além disso, também é bom para sugerir novos conteúdos baseados no que você acabou de ouvir.

O Spotify pode ter tantas listas de reprodução quanto álbuns. Essa é uma estratégia que funciona quando os algoritmos acabam adaptando o aplicativo para cada usuário. Ser capaz de atingir várias plataformas aumenta o número de públicos atingidos. Gamers são um exemplo, já que a plataforma também roda no PS4 – a facilidade na configuração pontua para o Spotify ganhar no quesito interface.

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Afinal, qual deles ganha essa guerra?

Ambos os serviços vêm com seus prós e contras e cada um deles se adequa aos diferentes usuários. O Spotify oferece uma experiência mais completa e está aberto a todos, mas se você não for usuário Premium, sua experiência móvel é limitada. O teste de três meses do Apple Music oferece uma prévia do serviço, mas o aplicativo é complicado e está em desacordo com a impressionante biblioteca e conteúdo exclusivo.

No geral, o Spotify continua sendo o serviço mais forte. A Apple Music só conseguirá sair do segundo lugar quando aumentar a produção de conteúdo original. Porém, independente do serviço escolhido, você só aproveitará ao máximo com um bom par de fones de ouvido.

Fonte: Appy Geek

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